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Inflação Volta a Assustar os Brasileiros

Cesta Básica

      Alguns querem negar, mas é obvio que a inflação não esta totalmente sob controle. Prova disso é que recentemente a presidente Dilma anunciou a isenção de impostos de alguns produtos da cesta básica, isto como tentativa de conter a inflação. Outra ação foi a redução das tarifas de energia elétrica, no entanto, os combustíveis tiveram alta nos preços. Apesar de dizerem que o reajuste seria modesto, na prática é bem diferente. Pois as pessoas não compram apenas um litro, elas precisam encher o tanque do veículo e no final das contas um pequeno aumento tem grande reflexo no final do mês.

      Apesar disso, o mais preocupante mesmo é a alta nos preços dos alimentos. Temos o caso do Tomate que virou até piada na internet. A explicação para os preços exorbitantes praticados é o clima. Como o clima não foi favorável a produção diminui e consequentemente os preços aumentaram. Só que na minha opinião exageradamente. Embora possa ser encontrado por R$ 6,00 ou R$ 7,00 o quilo, já vi tomate sendo vendido por R$ 13,00 o quilo.

      A carne também está com o preço bem salgado, o pão francês sendo vendido a R$ 8,00 o quilo. Recentemente os remédios também foram reajustados.

      Sinceramente não acredito que os preços vão cair de forma significativa com as medidas do Governo.

Também não sei como é que alguém pode sobreviver e sustentar sua família com um salário mínimo quando uma cesta básica custa aproximadamente R$ 385,00 em São Paulo.

      É certo que a inflação está aí em quase todos os lugares, basta pesquisar e comparar os preços que você verá que seu poder de compra está menor. O problema é que o reajuste no salário muitas vezes não é nem ao menos suficiente para cobrir estes gastos extras.

No entanto, também é certo que a inflação atual está longe dos patamares dos anos 80 e início dos anos 90, mas o medo da volta da inflação sempre existirá, principalmente para aqueles que vivenciaram aquela época.

É possível viver com apenas um salário mínimo?

Estádios Novos ou Novos Problemas?

      Praticamente todos os estádios para a realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014 estão sendo totalmente reconstruídos. Algumas excessões como a construção de um estádio novo em São Paulo, e as reformas de outros como a Arena da Baixada em Curitiba, e o Beira Rio em Porto Alegre. A verdade é que alguns destes estádios são realmente muito utilizados e tem total condições de serem mantidos. Mesmo que tenham sido erguidos com dinheiro público, o que não é correto na minha opinião em um país onde falta educação, saúde, transporte, habitação, etc.

      Por outro lado existem estádios sendo erguidos onde não existe público suficiente para uma média razoável por jogo. Ou melhor dizendo, os times de futebol local não empolgam o torcedor, pois não participam nem ao menos da primeira divisão do futebol brasileiro. Estes estádios terão muito mais dificuldades para serem mantidos sem prejuízos para os cofres públicos.

      Todos os estádios que serão utilizados na Copa das Confederações do Brasil deveriam ter sido entregues em dezembro de 2012, mas como todos sabem apenas 1 estádio foi entregue na data prevista, o Estádio Castelão no Ceará. O estádio do Maracanã deve ser entregue bem próximo da competição.

      Já para a Copa do Mundo cogitaram até em mudar a abertura do mundial de São Paulo para Brasília, caso o Estádio que está sendo construído não fique pronto a tempo. Este é apenas um problema, outro problema é que os estádios estão custando mais do que o previsto inicialmente.

      Os estádios vão ser entregues fora do prazo, mas serão entregues. A preocupação é com a qualidade destas obras depois dos últimos acontecimentos. O estádio do Maracanã já passou por enchente antes mesmo de sua inauguração. Já o Mineirão alagou com a chuva às vésperas de sua reinauguração. No entanto, estes problemas são prejudiciais apenas para os jogos. O que não podem ocorrer são problemas estruturais como aconteceram com o Estádio Engenhão. Um estádio com apenas 6 anos e foi interditado por falta de segurança.

 

Tragédias Anunciadas: o caso da região serrana do Rio de Janeiro

Não é preciso estudar muito, nem ter muito conhecimento sobre geologia para saber que grande parte da população da região serrana do Rio de Janeiro vive em áreas de risco. Mas, a prefeitura de uma das cidades atingidas pelas tragédias solicitou um estudo sobre as áreas de risco da região. O estudo foi realizado por um renomado geólogo. Pois bem, todas as áres de risco foram mapeadas e o relatório foi entregue a prefeitura para que as providências cabíveis fossem tomadas. Obras de contenção e retirada das pessoas das áreas de risco. No entanto, para isto é preciso de dinheiro, e por sinal muito dinheiro. Para qualquer obra pública é preciso de licitação. Portanto, quase nada saiu do papel até agora.

Portanto, as tragédias que aconteceram na região serrana do Rio de Janeiro já estavam previstas, era apenas uma questão de tempo.

Para amenizar o problema instalaram sirenes para alertar os moradores sobre os riscos de desabamento. Mas, os moradores dificilmente saem de suas casas por não terem aonde ir. A burocracia ou simplesmente a falta de interesse por parte dos governantes foram responsáveis pelas vítimas daquela região.

Situações como esta deveriam ser prioridade de qualquer governo, deveria existir meios de agilizar o processo para evitar estes tipos de acontecimentos. Mas, o que esperar de uma país que não consegue nem ao menos cumprir os prazos rigorosos da FIFA para a Copa do Mundo de 2014. Olhem o exemplo dos moradores do morro do Bumba. O deslizamento ocorreu em 2010 e até hoje os moradores estão esperando suas novas moradias, recentemente um dos prédios que esão sendo construídos para abrigar os sobreviventes teve que ser demolido por apresentar problemas em sua estrutura.

Enquanto isto os moradores ficam correndo risco de morte e verdadeiras soluções não acontecem.

Copa do Mundo é Prioridade, Vidas de Pessoas Não

Todos os anos é a mesma história, começam as chuvas de verão e as enchentes e deslizamentos de terra matam e deixam desabrigados milhares de pessoas no Brasil. O problema está aí, todo ano praticamente é a mesma coisa, e nada ou praticamente nada é feito para evitar que novas tragédias aconteçam. Como principal exemplo, temos a tragédia na região serrana do Rio de Janeiro, as cidades de Teresópolis e Nova Friburgo no Rio de Janeiro foram devastadas por deslizamentos de terra. Anos se passaram e as famílias desabrigadas ainda não receberam as moradias prometidas pelo poder público. Além disso, pouco foi feito para evitar que novas tragédias ocorram, várias desculpas e pouco de concreto foi feito. Verbas foram liberadas, mas pouco foi investido, a demora nos processos de licitação e os desvios de verbas deixam na mão as pessoas que precisam de ajuda urgente, principalmente porque ainda vivem em áreas de risco por não ter aonde ir.

Vi esses dias o exemplo da cidade de Londres na Inglaterra que já sofreu com inundações. O Governo simplesmente investiu bilhões na construção de um sistema contra inundações e desde então nunca mais ocorreram inundações, e olha que já se passaram décadas.

No Brasil é diferente, investem-se bilhões na construção de estádios, mas para salvar vidas não existe dinheiro, ou são investidas migalhas. As obras dos estádios também sofrem atrasos, mas a cobrança é tão grande que logo o problema é resolvido, pois os estádios têm prazo para serem entregues, para não prejudicar a realização da Copa no Brasil. Se os estádios não ficarem prontos a Copa não pode ser realizada um mês ou um ano depois. No entanto, as obras para socorrer os desabrigados no Brasil também tem prazo, a diferença é que nunca são respeitados.

Usinas Hidrelétricas e Seus Impactos

O Brasil está em desenvolvimento, e o crescimento econômico aumenta a demanda por energia elétrica. Neste sentido é inevitável que a oferta de energia seja compatível para evitar um novo apagão como já aconteceu no Brasil. No Brasil a principal fonte geradora de energia elétrica são as Usinas Hidrelétricas, ou seja, aquelas que utilizam os recursos hídricos e aproveitam seu potencial para gerar energia. Teoricamente a energia gerada pelas usinas é renovável porque utiliza a força da água para girar as turbinas e transformar isto em energia. O problema é que a implantação de usinas hidrelétricas gera muitos problemas para a sociedade e para o meio ambiente.

Para a sociedade o principal problema é a mão-de-obra que se desloca para as regiões onde serão construídas as novas usinas, geralmente são milhares de trabalhadores para realizar a obra. Os municípios não estão preparados para absorver o impacto gerado pelo aumento populacional repentino. Geralmente os municípios já encontram dificuldades para fornecer os serviços essenciais para a sua população. Para tentar amenizar os problemas são realizados acordos entre os municípios afetados e a empresa responsável pela construção da usina, como acontece na obra da Usina Teles Pires, por exemplo, que está localizada entre os municípios de Paranaíta-MT e Jacareacanga-PA. A empresa se comprometeu em reformar as escolas municipais, creches e ampliar o número de salas oferecidas, investimento em prevenção de doenças, doação de equipamentos e obras de infraestrutura para o município de Alta Floresta-MT, Paranaita-MT e Jacareacanga-PA. No entanto, isso não é o suficiente, a demanda por moradia causou transtornos para os moradores da região que tiveram seus aluguéis aumentados, e aqueles que procuram casas para alugar, ou não encontram, ou são obrigados a pagar valores exorbitantes.

O setor de serviços também não estava preparado, inicialmente todos os trabalhadores da Usina Teles Pires tinham que se deslocar até o município de Alta Floresta-MT para receberem seus salários, durante o período de pagamento a população de Alta Floresta simplesmente não consegue utilizar os serviços do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, isso porque as filas cruzam o quarteirão das agências. As ruas em horário de pico ficam lotadas e o trânsito fica um caos, principalmente porque Alta Floresta ainda não possui nenhum semáforo para controlar o trânsito. O número de homicíos e de outros casos de violência também aumentaram no município, esses são apenas alguns problemas que a instalação da Usina Teles Pires está causando.

No entanto, ainda existem os problemas pós construção da usina, a construção deve durar aproximadamente 4 anos, após a construção muitos irão embora da cidade, mas muitos ficarão e a cidade precisa criar condições de garantir emprego, saúde e educação para que o município não entre em um caos.

Para o meio ambiente existem vários problemas ocasionados pela instalação das usinas, o principal deles é a destruição da fauna e da flora no local onde a usina será construída e em todo o local que será inundado pelo reservatório do empreendimento. Programas para coletar espécies de plantas e de animais foram implantados, mas isto não quer dizer que todas as espécies serão salvas. Além disso a construção da barragem vai alterar o fluxo do rio e isto terá impacto nas espécies de peixes da região. Só para ter uma noção do tamanho dos danos causados, apena na região norte de Mato Grosso estão previstas a construção de 5 usinas. Além da Teles Pires, ainda serão construídas mais 4 usinas, a de Colíder que já está em obras, a Usina de São Manoel, a Usina de Sinop e a Usina de Apiacás.

As usinas são necessárias, mas isto não quer dizer que precisam ser usinas hidrelétricas. O Governo brasileiro ainda não dá a atenção necessária para a construção de usinas que realmente podem causar impactos reduzidos para a sociedade e para o meio ambiente. Como é o caso das usinas Eólicas, o Brasil possui milhares de quilômetros de zona costeira e possui grande potencial para utilização desta fonte de energia. Segundo estudos a capacidade de geração de energia no Brasil utilizando o vento é superior a toda a capacidade instalada atualmente no país, ou seja, falta interesse do Governo e principalmente incentivo a instalação de usinas eólicas. Além da energia éolica existe também a possibilidade de utilização da energia solar, a tecnologia para estes sistemas evoluiu muito e pode ser a opção para novas usinas.

Criam Leis sem Condições de Serem Respeitadas

No Brasil a maior parte do transporte é realizado através de rodovias, ou seja, através de caminhões. A economia brasileira depende deste serviço, como dizia um slogan de antigamente, “sem caminhão o Brasil para” e isso é verdade, a greve dos caminhoneiros que aconteceu recentemente no Brasil em protesto as novas regras impostas aos motoristas é prova disso.

Isso acontece porque o Brasil nunca investiu como deveria em outras modalidades de transporte, como o ferroviário por exemplo. Além de não investir pesado em outras alternativas de transporte, o Brasil também não investe como deveria na manutenção das rodovias que estão em péssimo estado de conservação e além de encarecer o frete causam muitos acidentes.

O fato é que o Governo quer regularizar a profissão dos caminhoneiros para evitar o número de acidentes e respeitar as leis trabalhistas. No entanto, o Governo não dá condições para que a lei seja cumprida. Para que os motoristas possam parar para descansar é preciso que existam pontos de parada em vários pontos das rodovias, coisa que não existe e não há previsão de serem construídos. Os motoristas alegam que não há condição de cumprir a lei, pois os locais disponíveis para parada são apenas os postos de combustíveis e para poder estacionar no local é preciso consumir alguma coisa.

Outro ponto é a hora estabelecida para a entrega, muitas cargas possuem hora para chegar ao destino final, e isso geralmente é calculado sem levar em conta o descanso do motorista, para continuar cumprindo os horários seria preciso que cada caminhão tivesse dois motoristas, o que lógicamente aumentaria o custo do frete.

É fato que muitos acidentes ocorrem por imprudência, sono ao volante e uso de medicamentos para não dormir. Mas antes de impor regras para resolver estes problemas é preciso dar condições para que os motoristas possam trabalhar legalmente.

Desinteresse Pela Política

Vote Certo

Uma das coisas mais comuns que ouço falar é a seguinte frase. “Eu odeio política” No entanto, vivemos em um país democrático e que de dois em dois anos precisa eleger seus representantes no âmbito municipal, estadual e federal. As pessoas muitas vezes se deixam influenciar pela opinião dos outros ou ainda costumam votar no candidato que está liderando as pesquisas. Não votam porque acreditam que este ou aquele será melhor, mas apenas por obrigação. Como sabemos, o voto no Brasil é obrigatório e se não fosse certamente a grande maioria das pessoas não votaria.

Esse desinteresse pela política deve-se ao fato do povo brasileiro estar cansado de tanta corrupção. Porém, periódicamente surgem denúncias contra os políticos e muitas delas são gravíssimas. Mesmo assim a maioria volta a ser eleito pelos brasileiros, ou seja, o povo não tem memória ou não acredita que pode mudar esta situação elegendo pessoas que nunca estiveram no poder.

Dizer que não conhece o candidato e o seu passado sujo já não cola mais. A mídia está aí divulgando os fatos e o próprio eleitor pode obter informações a respeito do candidato acessando a internet.

Infelizmente o povo dá muito mais importância para coisas inúteis, se perguntarmos quem foram os 5 últimos presidentes do Brasil, muita gente não saberá responder, mas se perguntarmos o que aconteceu em uma novela exibida 20 anos atrás, garanto que muita gente saberá responder.

Além da falta de informação, a falta de instrução pode ser outro fator que influência na eleição de pessoas incorretas, segundo levantamento divulgado recentemente, mais da metade dois eleitores matogrossenses não concluiu o ensino fundamental.

Gastos com Campanha: fora de lógica

gastos com campanha política

Gastos da eleição

A justiça eleitoral limita os gastos com a campanha eleitoral para evitar gastos exagerados e acima do patrimônio declarado.

Até ai tudo bem, mas vamos comparar a eleição com uma empresa. Para abrir uma empresa fazemos um investimento, dependendo do tamanho da empresa este investimento pode ser bastante alto. No entanto, deve existir um planejamento para avaliar a viabilidade do negócio e quanto tempo irá levar para o negócio começar a dar retorno, ou seja, lucro.

Agora como que pode um candidato gastar por exemplo, R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) com uma campanha a prefeito? Vamos supor que ele consiga se eleger, digamos que o salário do prefeito seja de R$ 20.000,00 mensais, logo durante o mandato de 4 anos, 48 meses, o prefeito irá receber em salários R$ 960.000,00, ou seja, menos da metade do que gastou para conseguir se eleger. Teoricamente é prejuízo na certa, mas ninguém é maluco de entrar num barco furado destes. Para eleger um candidato os partidos fazem coligações e os empresários investem na campanha esperando receber algo em troca durante o mandato. Aliás, se não for desta maneira, a solução será desviar verbas públicas para cobrir os gastos da campanha política.

O cargo público não é uma empresa que dá lucros, o ganho será apenas o salário recebido mensalmente, portanto, o investimento deveria ser de acordo com o retorno previsto.

Na minha opinião a justiça deveria proibir que os gastos com a campanha política para prefeito, vereador, deputado, senador, governador e presidente fossem maiores do que os salários recebidos durante o mandato. Isso poderia diminuir um pouco da corrupção que assola nosso país.

As doações para campanha realizadas por empresas deveriam ser proibidas, estas empresas que fazem grandes doações para campanhas presidenciais, por exemplo, são as mesmas que frequentemente vencem as grandes licitações em nosso país. Afinal, qual é o interesse das empresas em financiar as campanhas? Vocês acreditam que elas simplesmente gostam dos candidatos e tem dinheiro sobrando para investir em campanhas. Certamente não.

Salário Mínimo de 2013 pode ser de R$ 667,00

Salário Mínimo

A LDO aprovada prevê um salário mínimo de R$ 667,00 para o ano de 2013. Aproximadamente 7,3% de aumento, ou seja, R$ 45,00 a mais para o trabalhador. Seria um aumento significativo se não existisse inflação, pois a inflação estimada para o ano de 2012 é de quase 5%. Isso quer dizer que o aumento do salário mínimo é praticamente só a correção da inflação, de ganho real os trabalhadores terão apenas 2% aproximadamente.

Aqueles que não recebem apenas um salário mínimo conseguem perceber facilmente os reflexos da inflação, mas quem realmente sente na pele é aquele que recebe um salário apenas, a ilusão de que o poder aquisitivo aumentou é logo desfeita ao percorrer as prateleiras do supermercado e ver que praticamente tudo é reajustado quando o novo salário entra em vigor.

Segundo o DIEESE, o salário mínimo brasileiro deveria ser de mais de R$ 2.300,00, para ser capaz de suprir todas as necessidades do trabalhador, para garantir as despesas familiares com alimentação, moradia, saúde, transportes, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência. Portanto, deveria ser mais de 3 vezes o valor atual, ou seja, o salário mínimo brasileiro é inconstitucional e eu propriamente não acredito que um dia estará de acordo com a Constituição Federal.

Apesar dos incentivos fiscais, iPad produzido no Brasil tem o mesmo preço do produzido no exteiror

iPad

Quem esperava preços mais acessíveis para os iPads brasileiros se decepcionou, o fato é que o Governo concedeu incentivos fiscais para que a Foxconn instalasse uma fábrica para produzir os produtos da Apple no país. No entanto, os iPads já estão sendo fabricados no Brasil e estão sendo vendidos pelo mesmo preço dos produzidos fora do país.

O Governo diz que o aumento da concorrência é que irá forçar a redução dos preços, pois várias empresas já tem autorização para produzir tablets no Brasil e outras estão buscando obter a autorização.

O consumidor tem todo o direito de se sentir lesado, pois é inadimissível que um produto que vem de outro país tenha o mesmo custo daquele que é fabricado no Brasil e sobretudo por uma empresa que recebeu incentivos fiscais para se instalar.

Existia uma expectativa de que o preço poderia cair em até 30%, mas pelo visto isto não passou de especulação , pois segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia – MCTI, a lei que reduziu o IPI e autorizou a insençaõ de PIS e COFINS não dis nada em relação aos preços.

Simplesmente um desrespeito com o consumidor brasileiro.

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