Administração e Sucesso

Assuntos sobre administração, economia, política, atualidades, educação, dicas para Word, Excel e muito mais

Tag: Inflação (page 1 of 2)

Brasil vive uma crise sem fim

O Brasil vive uma crise sem fim, deixando de lado ideologias políticas é possível perceber que o problema é muito mais grave do que aparenta.

Brasil vive uma crise sem fim

O desemprego atingiu números assustadores e a inflação alta ameaçava dar as caras novamente. A então presidente Dilma sofreu impeachment, o que por alguns foi chamado de golpe. Golpe ou não é absolutamente verdade que Dilma já não conseguia mais governar o país que estava cada dia pior, mesmo ela tendo colocado em prática tudo o que disse que não faria durante a sua campanha. Lógico que não seria reeleita se tivesse falado a verdade durante a campanha.

Temer assumiu o Governo interinamente, em meio as denúncias e os envolvidos na operação lava jato o Governo também tomou medidas pouco populares com o objetivo de tirar o país da crise. O fato é que muita gente envolvida no Governo foi acusada de envolvimento em corrupção, não apenas de um partido ou de outro, mas sem distinção as denúncias foram ocorrendo e as delações foram enfraquecendo o Governo.

Apesar de tudo isso a economia já apresentava sinais de melhora, mas então ocorrem novas denúncias e agora o próprio presidente Temer é acusado de corrupção. Também uma das maiores empresas brasileiras e do mundo está envolvida em um esquema de propina que envolve vários políticos.

A pequena recuperação da economia está ameaçada e o Governo também. Será que por de trás de tantas denúncias não existe algo verdadeiro? Todas as denúncias contra o antigo Governo e o atual são infundadas? Acredito que não. Os políticos brasileiros em sua maioria almejam o poder apenas para benefício próprio, jamais pensando no bem do povo.

A única forma de acabar com toda essa cambada de corruptos seria tirar todos os políticos que estão em Brasília e ainda proibi-los de se candidatarem novamente. Criar leis que impeçam o recebimento de doações de empresas para campanha e reduzir as mordomias que nossos deputados possuem.

Sei que tudo isso não passa de utopia, pois jamais aprovariam algo que os prejudicasse. Então só nos resta esperar que um dia isso acabe e o país possa se tornar um país desenvolvido e não simplesmente o país do jeitinho.

Quando é hora de fazer um financiamento?

Em tempos de crise e de juros altos é preciso ficar esperto antes de entrar em um financiamento.

Seguem algumas pontos a serem avaliados antes de contratar um empréstimo.

Qual é a finalidade do empréstimo?

Quando é hora de fazer um financiamento?

Se você está querendo pegar dinheiro para comprar uma casa, por exemplo, e com isso vai deixar de pagar aluguel, então isso pode ser considerado um bom negócio. No entanto, se você pretende financiar um carro novo e não possui uma quantia razoável para dar de entrada então definitivamente isso não é um bom negócio.

Vamos analisar os dois casos: Se você deixar de pagar aluguel irá usar este mesmo dinheiro para pagar as parcelas do seu imóvel e além disso, ainda será o dono do seu imóvel.  Em 20 anos pagando aluguel no valor de R$ 1.000,00 mensais você teria gasto com o pagamento de aluguel um total de R$ 240.000,00 com as prestações e ainda assim não seria o dono do imóvel. Portanto, a qualquer momento é interessante sair do aluguel mesmo que para isso seja necessário fazer um financiamento de longo prazo. A exceção fica para aquelas pessoas que trabalham com o dinheiro e fazem ele render ainda mais. Neste caso não seria vantajoso ter o dinheiro investido em um imóvel.

Com o automóvel não é muito diferente. Se você vai financiar um carro e parar de andar a pé ou de transporte público é preciso avaliar alguns pontos. Para quem pode comprar um carro e pagar à vista esta é a melhor opção, mas certamente esse não é o seu caso e o da maioria das pessoas. Muitas vezes a prestação é bastante atrativa, mas é preciso calcular o valor final do veículo. Em um financiamento longo no qual você deu uma pequena entrada para pegar o veículo o valor final pode ser o equivalente ao valor de dois veículos ou quase isso.

Falando em financiamento de veículo a melhor opção é aquela onde você possui uma boa quantia para dar de entrada, 40% ou 50% do valor do veículo. Assim você poderá financiar o restante em poucos anos e conseguir uma redução dos juros, e ao final o valor do veículo não será muito diferente do valor inicial. Em todo caso é bom lembrar que o veículo sofre depreciação ao longo dos anos, por isso quanto menos você pagar menor será o prejuízo em caso de um venda futura.

É preciso analisar bem estas questões antes de adquirir um financiamento, inflação e juros altos aliados ao aumento do desemprego e momento difícil na economia brasileira são coisas que precisam ser levadas em conta. Porque pior do que pagar o dobro do valor por um bem é não ter mais condições de pagar as prestações e perder todo o valor investido.

A crise no Brasil é culpa do governo

A crise no Brasil é culpa do governo que utilizou meios errados para simular um falso crescimento

O Brasil passa por um momento delicado causado pela crise econômica e pela crise política que se instalou no país.

A crise no Brasil é culpa do Governo

O desemprego já superou a marca de 11 milhões de habitantes alcançando a maior marca dos últimos anos. Empresas fechando as portas e quedas nas vendas são o reflexo de uma política econômica deficitária do atual governo.  A queda nas vendas de veículos é um exemplo de como a crise está instalada no país, apenas nos primeiros quatro meses do ano a queda nas vendas está perto dos 30%.

O governo incentivou a compra de veículos novos com a redução do IPI, também aplicou a redução em alguns eletrodomésticos para incentivar o consumo. No entanto, veículo e geladeira não são itens de primeira necessidade que se troca todos os anos. Como resultado hoje grande parte da população está com a renda comprometida, para não dizer totalmente endividada com prestações que se estendem por anos.

Para iludir a população e manter sua popularidade em alta, o Governo Dilma evitou o reajuste da gasolina e de outros itens até o momento que pode. Mesmo sabendo que chegaria o momento em que os preços precisariam subir.

Como resultado de todos os erros do Governo, logo que assumiu seu segundo mandato Dilma fez tudo àquilo que prometeu não fazer durante o discurso de sua campanha para a reeleição. Como resultado tivemos no ano de 2015 a inflação ultrapassando a marca dos 10%.

O pior de tudo isso é ver o Governo querendo colocar toda a culpa na oposição. No entanto, quem está no poder a mais de 13 anos não é a oposição e sim o PT.

Se Dilma tivesse um pouco de humildade e assumisse todos os erros que cometeu em seu Governo talvez não seria tão duramente criticada, mas colocar a culpa nos outros realmente é mais fácil.

Veja também: Dicas para enfrentar a crise

Curta nossa página no Facebook

Dia do Trabalhador: muitos não têm o que comemorar

Mais um dia do trabalhador está se aproximando, porém este ano muitas pessoas não possuem motivos para comemorar.

Dia do Trabalhador: muitos não têm o que comemorar

Hoje existe no Brasil um número recorde de desempregados, os últimos números divulgados apontam 11,1 milhões de pessoas desempregadas.  A apenas um ano o número de desempregados era de 7,9 milhões de pessoas.

O governo Dilma ainda durante as eleições de 2014 pregava que a taxa de desemprego estava controlada no Brasil e que o candidato da oposição dizia mentiras quando falava que o país estava prestes a entrar em uma grande crise.

Como vimos a oposição estava certa sobre a crise que se instalou no Governo logo no início do segundo mandato de Dilma. Aumento crescente do desemprego, inflação atingindo o maior limite dos últimos anos, aumento da tarifa de energia elétrica, aumento dos combustíveis, ou seja, tudo o que o Governo dizia que não ia acontecer se tornou realidade. O governo se defendeu dizendo que teve que mudar o discurso devido ao momento enfrentado no país, mas será que realmente Dilma seria reeleita se falasse toda a verdade sobre a situação que o país atravessava ainda em 2014?

Hoje o Governo coloca toda a culpa na oposição, mas quem esteve no comando do país durante os últimos anos não foi a oposição. Não sei dizer se Dilma cometeu crime de responsabilidade, mas certamente mereceria perder o mandato apenas por ter mentido durante a sua campanha para a reeleição.

Não digo que Dilma é melhor ou pior do que Temer, mas o que realmente importa é aquilo que é melhor para o país. Quem se lembra do impeachment de Collor sabe muito bem disso. O país estava uma bagunça e após o vice-presidente Itamar Franco assumir a presidência o país começou a entrar nos eixos com a implantação do Plano Real no ano de 1994.

Sei que muitos defenderão até o fim a presidente, mas como disse anteriormente isso pouco importa, o que importa é que haja uma mudança urgente na maneira de governar este país, não importa o partido. É preciso fortalecer a economia do país e gerar novos empregos, só assim o trabalhador realmente vai ter o que comemorar no seu dia.

Curta nossa página no Facebook

Dicas para enfrentar a crise

Por mais que o Governo negasse durante a campanha que não existia crise no país, podemos observar claramente que isso não era a verdade. É fato que a crise se agravou neste ano, no entanto, se as medidas tomadas pela presidente para tentar evitar que a crise se agravasse fossem tomadas antes da eleição, a sua reeleição seria quase impossível.

Dicas para enfrentar a crise

Aumento da inflação, taxas altas de desemprego, alta do Dollar, energia cara, combustíveis cada vez mais caros, estes são apenas alguns dos reflexos da crise.

Vamos ver algumas dicas para enfrentar a crise.

Considere que você ainda não perdeu o emprego.

  • Substitua a carne de gado por frango ou carne de porco;
  • Substitua frutas, verduras e legumes que estão com preços altos por outros produtos sempre que for possível, em alguns casos isso não é possível como no caso do alho e da cebola;
  • Possui carro com motor flex, faça o cálculo do preço do álcool, se o preço do litro for de até 70% do preço da gasolina é mais vantajoso abastecer com álcool, caso contrário é melhor abastecer com gasolina mesmo esta custando mais caro, pois o rendimento do álcool é menor em relação a gasolina. Por exemplo, se a gasolina está sendo vendida a R$ 3,75,  só compensa abastecer com álcool se ele estiver sendo vendido abaixo de R$ 2,62.
  • Vai comprar algum produto de valor maior? Pague à vista sempre que possível, quando for parcelar as compras verifique se as parcelas somadas no final resultam no mesmo valor do produto à vista. Com a ilusão das parcelas pequenas você corre o risco de pagar duas vezes o valor do produto;
  • Vai comprar um carro novo? Espere pelas ofertas das montadoras, com os pátios cheios e quedas nas vendas as promoções devem acontecer com frequência. Compre com taxa zero de juros, ou utilize o valor da entrada para comprar um usado e fique livre das parcelas;
  • Está pagando um financiamento com juros altíssimos? Verifique a possibilidade de antecipar o pagamento das parcelas e reduzir o valor final dos juros, veja aqui uma explicação;
  • Mantenha seus gastos sob controle, faça uma planilha no próprio Excel e coloque todos os seus gastos fixos, ou seja, aqueles que ocorrem todos os meses, assim você já sabe o que já está comprometido, o restante deve ser guardado para eventuais gastos que não estão no orçamento, mas que geralmente ocorrem, remédios, manutenção do veículo, impostos, etc.

Estas são apenas algumas dicas para enfrentar a crise, certamente que existem muitas outras que você pode seguir.

Inflação e desemprego avançam no Brasil

O ano de 2015 começou com a inflação em alta, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo -IPCA de janeiro a junho já ultrapassa 6% e é quase o mesmo índice apurado para o ano inteiro de 2014. A tendência é que tenhamos neste ano de 2015 a maior inflação dos últimos 11 anos.

Inflação e desemprego

Inflação no Brasil

O aumento da gasolina, da energia, das bebidas, dos alimentos e até mesmo das loterias foram alguns dos responsáveis pela inflação em alta.

O discurso do Governo de que a inflação estava controlada está caindo por terra, assim como os níveis de desemprego no país.

Aliás, o desemprego está em alta, já ultrapassa a taxa de 8%. Isso representa aproximadamente 8 milhões de brasileiros desempregados. O comércio está em queda e a tendência é que o desemprego aumente mais ainda. Apenas a venda de veículos caiu mais de 20% nos seis primeiros meses de 2015, isso está obrigando as montadoras a reduzirem a produção e darem férias coletivas aos funcionários. Segundo a Fenabrave 250 concessionárias já fecharam as portas em 2015.

O Estado de Mato Grosso que é um dos maiores produtores de carne bovina do Brasil também enfrenta dificuldades, várias unidades frigoríficas já fecharam as portas em 2015 causando milhares de demissões no Estado.

O Governo cancelou vários investimentos no país para reduzir as despesas. Cortou investimentos do PAC. Minha Casa Minha Vida. Ministério das Cidades, Saúde e Educação.

Todos estes cortes ajudam o Governo a economizar, mas refletem negativamente na economia. Ou seja, o tiro pode sim sair pela culatra.

A situação da Saúde Pública e da Educação no Brasil não é das melhores e mesmo assim o Governo reduz investimentos. Por outro lado vemos rios de dinheiro sendo desviados através da corrupção que assola nosso país.

Dilma herdou uma herança maldita, ou seja, está colhendo os frutos dos erros que cometeu na gestão anterior.

Reajuste do salário mínimo

A partir de janeiro de 2015 o salário mínimo foi reajustado em 8,8% elevando assim o valor R$ 724,00 para R$ 788,00.

O reajuste é mais uma vez pouco acima da inflação, pouco mesmo, pois a inflação de 2014 foi acima de 6%. Portanto, o reajuste real é de aproximadamente 2%.

Salário mínimo

Salário Mínimo

O Governo diz que continua com a valorização do salário mínimo, porém a inflação acumulada apenas neste início de ano já corroeu o aumento que o trabalhador recebe.

A energia elétrica sofreu reajuste acima de 20% no início de 2015 e ainda está previsto um novo reajuste para o mês de abril.

Os combustíveis também tiveram reajuste no início do ano. Certo, mas você pode dizer que quem recebe apenas um salário mínimo não possui veículo. Pode ser, mas utiliza transporte público e este utiliza combustível, a alta no preço dos combustíveis pressiona o preço do transporte que pode sofrer reajustes.

Os alimentos também ficam mais caros, a produção tem aumento de custos por decorrência do aumento da energia elétrica, o transporte fica mais caro por causa do preço dos combustíveis, no final das contas o poder de compra do trabalhador pode não sofrer alteração.

Além de ganhar pouco, quem depende do salário mínimo ainda tem que torcer muito para não perder o emprego, esse pode ser uma reflexo do desempenho econômico atual do país. Perder o emprego se tornou uma verdadeira tragédia depois do pacote de mudanças no seguro-desemprego. Principalmente se você está no primeiro emprego e ainda não atingiu 18 meses de trabalho, anteriormente bastava ter apenas 6 meses de carteira assinada para ter direito ao benefício.

O aumento do salário mínimo beneficia muito mais quem recebe vários salários, ou seja, se você ganhar uma ação na justiça e ela for calculada no salário mínimo você pode ser beneficiado. Por outro lado se você tiver que pagar um advogado em salário mínimos você sairá prejudicado.

Veja também: É possível viver com um salário mínimo?

Aumento do preço da gasolina, por que só agora?

Depois de muito tempo sendo anunciado, finalmente o não tão esperado aumento da gasolina saiu.

O Governo dava pistas de que o aumento sairia mesmo, mas não dizia quando. Aliás, diziam que o aumento era necessário para que a Petrobras retomasse a sua capacidade de investimento. No entanto, este aumento segundo especialistas, já deveria ter sido anunciado há muito tempo. Porém, como tentativa de manter o controle da inflação, o Governo postergou o aumento e só agora anuncia o reajuste de 3% para a gasolina e 5% para o óleo diesel nas refinarias. Para o consumidor o reajuste deve ficar entre 2% e 4%.

Mas será por que o Governo esperou a eleição passar e a poeira baixar para anunciar o aumento. Medo de perder votos? Se realmente o preço da gasolina está dando prejuízos para a Petrobras por que este aumento não saiu antes? A tendência é que ocorram novos aumentos para compensar esta defasagem.

O reajuste pode parecer pouco, mas a questão é que o consumidor não vai ao posto de combustíveis para comprar 1 litro de gasolina, tem gente que gasta centenas de litros por mês porque trabalha com o automóvel. Por isso por menor que seja, o reajuste tem impactos no bolso do consumidor e na inflação.

Quem tem a opção de abastecer com álcool certamente irá fazer isso, pelo menos enquanto for vantajoso, ou seja, onde o álcool está custando no máximo 70% do preço da gasolina.

Porém se todos preferirem o álcool logo faltará produto no mercado, assim o consumidor será obrigado a usar gasolina. Aliás, a falta de incentivo a produção de álcool tem um motivo, manter a venda de gasolina em alta, afinal o álcool não é feito de petróleo.

 

Salário mínimo de 2015 deve ser de R$ 788,00

A proposta orçamentária do Governo prevê um salário mínimo de R$ 788,00 a partir de janeiro de 2015.

O reajuste previsto é de 8,8%, ou seja, um pouco acima da inflação.

Salário mínimo 2015

Salário mínimo

Certamente que para muitos trabalhadores que recebem apenas um salário mínimo mensalmente este valor faz um pouco de diferença. Porém, analisando os dados friamente este aumento é completamente insignificante e brinca com a cara do trabalhador. Isso quando dizem que o Governo continua com a política de valorização do salário mínimo. Logo se o salário mínimo terá reajuste de 8,8% e a inflação acumulada do ano em 2014 deve ficar em 6,5%, o salário mínimo terá um reajuste real de apenas 2,3%. O resto é apenas a correção da inflação. O reajuste total seria de R$ 64,00, porém o ganho real do trabalhador seria de apenas R$ 16,00 aproximadamente.

Na verdade continua sendo um verdadeiro milagre conseguir viver com apenas um salário mínimo. Principalmente quando analisamos os princípios da nossa Constituição Federal:

Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

 IV – salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim;
Os reajustes periódicos existem, porém garantir o que está na Constituição Federal ainda é uma utopia.

20 anos de Plano Real

20 anos de Plano Real

20 anos do Real

No último dia 1º de julho o Plano Real completou 20 anos. Os mais jovens já não devem lembrar de como era nosso país antes da implantação do Real. Muitos ainda nem tinham nascido na época e não viveram o horror do aumento de preços. A hiperinflação era o fantasma dos brasileiros, os preços mudavam de uma hora para outra, deixar para comprar no próximo dia não era boa ideia, o dinheiro de hoje não tinha o mesmo poder de compra de amanhã.

Deixar o dinheiro fora do Banco era quase a mesma coisa que perder dinheiro com o bolso furado, a poupança tinha rendimentos espetaculares, porém, era apenas ilusão. O rendimento apenas mantinha o valor do dinheiro, mas era uma boa opção para quem tinha um pouco de dinheiro e queria fazer economia.

Hoje 20 anos após a implantação do Real temos uma inflação estável, a inflação não acabou, e não acredito que isto um dia irá acontecer. Porém, nestes vinte anos o povo brasileiro deixou de se preocupar com o aumento dos preços exageradamente. A inflação existe, mas não assusta como antigamente.

O rendimento da poupança apesar de ainda ser uma boa opção para pequenos poupadores, já não é a única salvação. Existem outras aplicações que rendem mais, porém, para os mais cautelosos a poupança continua atraente, mesmo com rendimentos bem pequenos.

O salário mínimo era na época de R$ 70,00, hoje vinte anos depois o salário mínimo é de R$ 724,00. Por mais que exista inflação, o salário mínimo foi corrigido ano a ano e até mesmo um pouco acima da inflação. Sabemos que o salário mínimo ainda está muito aquém das necessidades dos trabalhadores, principalmente se observarmos a nossa Constituição Federal.

Muitos criticaram o Plano Real, mas tiveram que dar o braço a torcer, afinal vinte anos é bastante tempo. Pode não ter resolvido todos os problemas econômicos do Brasil, mas realmente foi um plano que deu certo.

Older posts
Administração e Sucesso
Assign a menu in the Left Menu options.
Assign a menu in the Right Menu options.