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Será que o Brasil Precisa de mais Impostos?

Mais Impostos!

Em recente entrevista para o Fantástico, a presidente Dilma disse tranquilamente como se fosse uma coisa sem muita importância, que o Brasil investe 42% menos em saúde do que a Argentina. Além disso a presidente disse que o Brasil precisa investir mais em saúde, mas que tem que arranjar a fonte destes recursos. A primeira opção seria a criação de um novo imposto.

Muitos se queixam de que a Saúde no Brasil perdeu com o fim da CPMF, mas alguém pode comprovar que durante a vigência da CPMF a qualidade da saúde era satisfatória?

Além disso, apenas uma parte dos recursos estava realmente sendo investida em educação. A criação da CSS, Contribuição Social para a Saúde foi rejeitada, seria mais um imposto para os brasileiros. A previsão é de que a arrecadação de impostos bata novo recorde em 2011, e que aproximadamente 34% do PIB seja composto de impostos.

Será que realmente é necessário criar mais impostos? Segundo o IPEA, os pobres pagam mais impostos do que os ricos, uma pessoa que ganha R$ 40.000,00 anuais paga a mesma alíquota de quem ganha R$ 400.000,00 anuais, ou seja 27,5%.

A constituição de 1988 criou o IGF, Imposto sobre Grandes Fortunas, porém até hoje ela ainda não foi regulamentado.

Se os pobres pagam a maior parcela de impostos, nada mais justo do que tributar as grandes fortunas, quem sabe assim as desigualdades diminuiriam um pouco.

O governo investe em benefício da população, porém muitas coisas só são usufruídas pelos que possuem poder aquisitivo maior. O governo investe em estradas, o pobre não tem carro e quando viaja vai de ônibus, investe em aeroportos, mas pobre não viaja de avião, o governo federal possui universidades públicas, porém a maioria dos que nelas estudam são pessoas com melhor situação financeira.

Uma boa opção de fonte de recursos para a saúde seria cortar o salário dos deputados em pelo menos 60%. Assim sobraria uma boa quantia para investimentos em saúde.

Gasolina sem Impostos

Um posto de combustíveis de Cuiabá MT, vai vender 5.000 litros de gasolina sem imposto.

O litro vai ser vendido por R$ 1,38, cada pessoa poderá comprar 20 litros no máximo.

A iniciativa é para mostrar para os consumidores que o preço absurdo cobrado pela gasolina não é culpa dos donos de postos, mas sim da alta carga de impostos que incide sobre a gasolina.

Aproximadamente metade do preço da gasolina é imposto.

Recorde em Arrecação de Impostos no Brasil

Recorde em arrecadação de impostos no primeiro semestre de 2010 no Brasil. A primeira vista pode ser uma notícia boa, mas apenas para o Governo. Se houve recorde em arrecadação de impostos isso quer dizer que o brasileiro está pagando mais impostos.
Também poderia ser uma notícia boa se da mesma maneira que houve recorde em arrecadação, houvesse recordes de investimentos em educação, saúde, segurança, etc.
Ainda seria uma boa notícia se diante aos recordes em arrecadação o governo reduzisse alguns impostos que o povo é obrigado a pagar, como o imposto sobre os combustíveis e energia.
É certo que a arrecadação aumentou nos últimos anos devido a melhoria da fiscalização por parte do governo, mas de que adianta cada vez mais arrecadar impostos, produzir mais, exportar mais, se a vida do povo não melhora, se não há investimentos para melhoria da qualidade de vida.
Os impostos são arrecadados rapidamente, mas o retorno para benefício da população é muito lento.

Preço da gasolina

 

O Brasil possui uma das gasolinas mais caras do mundo, isso se não for realmente a mais cara do mundo. O preço da gasolina comercializada pela Petrobrás não chega a ser exorbitante, em média 33% do preço cobrado nas bombas dos postos, mas quando o produto chega ao consumidor final a história é bem diferente. Mais de 40% do valor do produto vendido ao consumidor é composto de tributos, entre eles (PIS/PASEP, COFINS, CIDE) 13%, (ICMS) 29%. Além disso, a gasolina é composta pela mistura de álcool que varia de 20% a 25% conforme estabelecido pelo Cima (Conselho Interministerial do Álcool e do Açúcar). O custo do álcool na gasolina fica em torno de 7% do preço total e a distribuição e revenda tem um custo de 18% em média, segundo informações da Petrobrás baseada na média de preços das principais capitais do país. Portanto, a Petrobrás poderia reduzir o valor da gasolina, mas a redução mais concreta poderia ser nos impostos que incidem sobre a gasolina, recentemente o Governo reduziu a mistura de álcool na gasolina, para aumentar a oferta de álcool no mercado. Como o álcool é mais barato que a gasolina a tendência era que o preço da gasolina fosse reajustado, para evitar isso o governo reduziu a cobrança da Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico – CIDE, de 0,23 para 0,15 centavos por litro. Essa medida tem validade até o fim de abril, com o aumento da oferta do álcool é provável que a mistura de álcool na gasolina volte para os 25%, o engraçado é que quando o preço do álcool cai bastante o preço da gasolina não cai, mas por que isso se 25% da mistura da gasolina é composta por álcool. Pela lógica quando o preço do álcool cai, o preço da gasolina também deveria cair, por exemplo: se preço do álcool é R$ 2,00 e teve queda de 15%, seu preço será R$ 1,70, portanto antes 250 ml custavam 0,50 centavos e depois da queda de preço os mesmo 250 ml custam 0,425 centavos, uma redução de pouco mais de 0,7 centavos que deveria ser repassada ao preço da gasolina, mas não é isso que acontece. Segundo o levantamento da ANP, com base em dados de 17 a 23 de janeiro de 2010, o preço médio da gasolina subiu para R$ 2,58. Se esse preço médio tivesse uma variação de no máximo 0,10 centavos para cima, até que não seria um preço muito alto, mas acontece que essa média de preço está 0,51 centavos a baixo do preço praticado pelos postos de Alta Floresta – MT, atualmente a gasolina é comercializada por R$ 3,09, se quem paga R$ 2,58 reclama que a gasolina está muito cara, imagina o que dizer dos mato-grossenses que pagam 20% a mais pela gasolina.

 

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