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Últimos dias para declarar o Imposto de Renda 2017

O prazo para declarar o imposto de renda 2017 termina no dia 28/04/2017, se você precisa fazer a declaração não deixa para a última hora.

Imposto de Renda: bom ou ruim?

Faça a declaração com calma, se fizer as pressas a chance de cometer algum erro é maior e a sua declaração pode ficar presa na malha fina, por outro lado problemas com lentidão de internet ou outros imprevistos de última hora podem lhe impedir de entregar a declaração dentro do prazo. Se isso acontecer você poderá enviar a declaração normalmente, mas obrigatoriamente terá que pagar uma multa de no mínimo R$ 165,74.

Outro fator importante é que aqueles que tem algum valor para ser restituído recebem o dinheiro por ordem de entrega da declaração, quem entregou primeiro recebe primeiro e quem deixou para a última hora só receberá nos últimos lotes no final do ano. Se você ficar na malha fina talvez ainda tenha mais transtornos, além de demorar mais para receber.

Então a dica é a seguinte:

  • nunca deixe para a última hora, principalmente se você acredita que tem algum valor para ser restituído;
  • se você tem dúvidas quanto ao modo de declarar os valores então é melhor pagar um contador para fazer o serviço, melhor do que fazer errado e ter transtornos posteriormente;
  • não tente forjar documentos e notas falsas para conseguir uma restituição maior;
  • antes do início da entrega da declaração ser liberada faça a organização de toda a documentação necessária, pois todos os documentos necessários foram gerados no ano anterior, com exceção do comprovante de rendimentos bancários que é liberado apenas no ano vigente.

Muita coisa pode não ser mais de utilidade alguma neste ano, mas poderá ser aplicada nas suas próximas declarações, então siga dicas simples e entregue sua declaração sem problemas e receba a restituição nos primeiros lotes da Receita Federal. Afinal, você não tem escolha, se você recebeu valores superiores a R$ 28.559,70 em 2016 então é obrigado a declarar e mesmo se recebeu menos e ficou com algum valor retido é preciso declarar para conseguir a restituição.

Preço do Petróleo cai, mas preço do combustível aumenta no Brasil

Preço da gasolina

Aumenta imposto da gasolina

O preço da gasolina e do óleo diesel já estavam bastantes altos, mesmo o Governo dizendo que a Petrobras estava tendo prejuízos por causa dos preços praticados que estavam abaixo do mercado Internacional.

No entanto, nos últimos meses o preço do barril de petróleo caiu no mundo inteiro, fato este que fez o preço da gasolina cair muito em alguns países pelo mundo. Este é o caso dos Estados Unidos onde o preço da gasolina caiu muito com a queda do petróleo.

Mesmo com a queda do petróleo, no Brasil em momento algum foi cogitado a queda nos preços dos combustíveis, muito pelo contrário, no final do ano de 2014 houve um aumento e agora no início de 2015 o Governo dá outro golpe nos brasileiros. O Governo anunciou um aumento de impostos nos preços dos combustíveis, R$ 0,15 para o litro do diesel e R$ 0,22 para a gasolina. Este reajuste é para as refinarias, mas certamente que será totalmente repassado para o consumidor. Aliás, o preço para o consumidor certamente será maior.

O aumento da gasolina prejudica muito quem precisa do veículo para o trabalho e o aumento do preço do diesel que já estava bastante alto pode desencadear aumento de preços em vários setores. Já que o aumento do diesel aumenta o custo do transporte de produtos por rodovias.

Como se sabe no Brasil o preço dos combustíveis em grande parte é formado por impostos, esperar que o preço caísse é o mesmo que acreditar em Papai Noel. Afinal, de algum lugar o Governo precisa tirar dinheiro para cobrir os rombos da Petrobras e fraco crescimento do país. O lugar escolhido foi o bolso do cidadão.

Cadê o Pré-sal? O Brasil não ia ser um dos campeões de produção de petróleo? Tem especialista dizendo que a exploração do Pré-sal é simplesmente inviável no preço que o petróleo está atualmente.

http://brasil.elpais.com/brasil/2015/01/13/politica/1421170670_187160.html

Corrupção no Brasil: a mudança deve começar em nossas atitudes

Corrupção no Brasil

Diga não à corrupção

A corrupção assola nosso país e constantemente ouvimos pessoas reclamando e pedindo mudanças na política brasileira. Porém, este é um problema difícil de ser resolvido. Recente pesquisa mostrou que a maioria dos brasileiros procuram sempre um jeitinho para burlar as regras. Pode parecer que não, mas pequenas atitudes típicas que cometemos no dia a dia são formas de corrupção, embora não façam o mesmo estrago das noticiadas na TV, são atitudes que prejudicam as pessoas e dão prejuízos para nosso país.

Todos sabem que é proibido ingerir bebida alcoólica e dirigir veículos, no entanto, as blitz de trânsito encontram com frequência pessoas sem a mínima condição de dirigir atrás de um volante. Pessoas bêbadas ao volante são responsáveis por milhares de mortes todos os anos. Além da perda de vidas, isso dá um prejuízo incalculável para o Governo com o uso dos hospitais para tratamento dos feridos em acidentes de trânsito.

Um dia destes, eu seguia com meu veículo quando de repente a pessoa que estava dirigindo o veículo a frente jogou uma lata de cerveja pela janela do veículo. São três infrações, dirigir sob a influência de álcool, utilizar apenas uma das mãos no volante e jogar lixo em via pública. Este é um exemplo de como as pessoas não respeitam as leis.

Posso enumerar várias atitudes que as pessoas fazem no dia a dia e acreditam que não estão fazendo nada de mais.

Dirigir veículo sem habilitação, com documento vencido, sem os documentos do veículo ou pessoais, excesso de velocidade, desrespeito a sinalização, desrespeito aos pedestres, veículo com pneus carecas e equipamentos de segurança que não funcionam.

Cortar filas, utilizar assentos reservados para pessoas que realmente precisam, subornar guardas de trânsito, utilizar a posição social para levar vantagens, não pagar dívidas no prazo combinado.

Subornar agentes públicos para ir para frente da lista de espera, receber benefícios sociais sabendo que não se enquadra nos critérios preestabelecidos, sair do emprego para receber seguro-desemprego, arrumar emprego e continuar sem registro para não perder o seguro-desemprego, utilizar veículos ou outros bens públicos para uso particular.

Exercer profissão ilegalmente, sonegar impostos, desviar dinheiro de obras de caridade, pedir isenção de taxa de concurso público sem ter direito, etc.

Estas são apenas algumas das situações que ocorrem diariamente e que são formas de corrupção ou descumprimento das leis.

Se quisermos um país menos corrupto temos que começar mudando nossas atitudes, não podemos exigir um país melhor quando nós mesmos não fazemos a nossa parte.

Fonte da imagem: http://radaramazonico.com.br/wp-content/uploads/2013/04/chega-de-corrup%C3%A7%C3%A3o.jpg

Eu gosto de pagar imposto de renda

pagar imposto de renda

Imposto de renda

Quem leu o título vai dizer que sou trouxa, retardado, um verdadeiro idiota. Podem pensar o que quiserem. Pagar imposto de renda sempre foi o meu sonho de consumo. Vocês continuam pensando que eu só posso estar de brincadeira.

Pois bem, esta é a verdade. Eu sempre sonhei com o dia que poderia pagar imposto de renda. Quando eu ouvia as pessoas reclamando em ter que pagar o imposto de renda ficava até revoltado.

A explicação é muito simples. Quem não paga imposto de renda atualmente no Brasil são aquelas pessoas que recebem no máximo até R$ 1.787,77. Portanto, se você não quer pagar imposto de renda a solução é ter um salário abaixo desse valor. Um salário que está muito abaixo até mesmo do que é considerado como salário mínimo ideal para satisfazer as necessidades do trabalhador como diz a nossa Constituição Federal de acordo com dados do DIEESE.

A partir do valor de R$ 1.787,77 quanto maior for o salário maior será a incidência do imposto de renda. Se quanto mais eu ganho mais imposto eu pago, então está tudo bem. Isso significa que estou progredindo e nada mais justo do que pagar imposto por isso. Quanto à aplicação dos impostos pelo Governo aí já é outra história. Aqui estou falando sobre aqueles que reclamam de pagar imposto de renda. Quem não quer pagar que continue trabalhando por miséria e está tudo resolvido.

Crise no setor automobilístico brasileiro

Crise no setor automobilísticoA indústria automobilística no Brasil tem recebido incentivos do Governo Federal nos últimos anos. Entre eles pode-se citar principalmente a redução ou isenção de IPI para carros novos. Com a isenção o Governo deixou de arrecadar milhões de reais para assim tentar impulsionar as vendas de carros OK, facilitando a compra de veículos novos pelos consumidores e ao mesmo tempo manter a produção de veículos estável e evitar demissões de funcionários pelas industriais de automóveis.

De certa forma deu resultado, as vendas aumentaram consideravelmente. No entanto, parece que o efeito não foi duradouro. No ano de 2014 as vendas de veículos estão bem abaixo do mesmo período de 2013, da mesma forma a produção caiu consideravelmente neste primeiro semestre.

As causas podem ser muitas. Apesar da redução do IPI, os veículos tiveram alta nos preços em 2014 em virtude da legislação que obriga todos os veículos a saírem de fábrica com freios ABS e Air Bag. Portanto, mesmo carros simples estão relativamente caros em virtude desta exigência. Outro ponto é o endividamento do consumidor, quem comprou carro recentemente ainda está pagando o veículo, pois são poucos que conseguem comprar um veículo pagando o valor total a vista. Da mesma maneira carro não é um produto que se troca todos os anos, isso é privilégio de poucos.

As montadoras já estão fazendo promoções para tentar diminuir o número de veículos em estoque, algumas deram férias coletivas para os funcionários e já se ouvem rumores de uma possível crise no setor.

Uma coisa é certa, quando a produção é maior do que a demanda os preços tendem a diminuir, as montadoras precisam reduzir sua margem de lucro para conseguirem aumentar as vendas. Não adianta ter capacidade para produzir em grande quantidade se as vendas não seguem o mesmo ritmo. Da mesma maneira o Governo deveria reduzir a quantidade de impostos que incidem sobre a fabricação de veículos, isso se realmente quer o aumento das vendas. Porém, a redução de IPI é apenas provisória, logo é uma medida que tem resultados apenas provisórios e não garante o aquecimento das vendas por muito tempo.

Reforma Tributária

O Sistema Tributário Nacional possui muitos problemas, entre eles está o excesso de impostos indiretos, esses impostos incidem indiretamente sobre bens e serviços e todos os contribuintes, independentemente da renda, acabam sendo tributados.

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS, por ser de competência Estadual, possui alíquotas diferentes de Estado para Estado. As empresas encontram grande dificuldade para fazer a apuração dos tributos.

O Imposto sobre Serviços (ISS), de competência dos municípios, muitas vezes tem sua alíquota reduzida para atrair novas empresas para o município. No entanto, isso gera concorrência desleal entre as empresas e o município acaba perdendo arrecadação.

Outro problema do Sistema Tributário Nacional é a cumulatividade, o impostos acaba incidindo sobre todas as etapas do processo produtivo, esse fator eleva os custos de produção, e desestimula as empresas nacionais abrindo as portas para produtos importados.

Um dos grandes problemas no Brasil é o desemprego, é correto afirmar que o índice de desemprego caiu muito nos últimos anos. No entanto, o Sistema Tributário Nacional impede que a geração de empregos seja ainda maior, a tributação da folha de pagamento é muito elevada, as empresas perdem competitividade, ocorre o aumento da informalidade e por consequência redução de cobertura pela Previdência Social.

A reforma tributária pode diminuir a quantidade de impostos, tornar o ICMS único para todos os Estados e reduzir a carga tributária das empresas. Isso diminuiria a informalidade e findaria a guerra fiscal. O Governo poderia aperfeiçoar as políticas de desenvolvimento regional para as regiões mais pobres.

Como pode-se observar, a reforma tributária seria o fim de muitos problemas para os contribuintes, a redução de impostos simplificaria sua apuração e a unificação acabaria com a concorrência desleal (guerra fiscal). As empresas seriam estimuladas a investirem e a contratar mais pessoas, o funcionário custaria menos para a empresa e a informalidade seria reduzida. Com a redução da informalidade a Previdência Social teria seu déficit reduzido.

A reforma tributária também poderia reduzir as desigualdades na cobrança de impostos, assim aqueles que possuem menor renda pagariam proporcionalmente menos impostos. Para tudo isso acontecer só falta existir a vontade política, pois é evidente que essa reforma só tem a trazer benefícios para a população brasileira.

Artigo baseado em: Função Social dos Tributos: Reforma Tributária, p. 43 a 45, disponível em:

http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=1&ved=0CBsQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.fazenda.df.gov.br%2Farquivos%2FPDF%2Ffunctribut.pdf&rct=j&q=pnef%20reforma%20tributaria%20fun%C3%A7%C3%A3o%20social%20dos%20tributos&ei=ttCZTsDKEY24twf53YylCA&usg=AFQjCNFYtbY9Cf03rNAhByppHSNnUK_yFQ&cad=rja

Aprovada Isenção de Impostos para os Tablets

Tablets

Tablets: isenção de impostos

A partir de 13/10/2011 os Tablets produzidos no Brasil passam a ter alíquota zero para PIS e COFINS e o IPI teve sua alíquota reduzida de 15% para 3%. Essa redução faz parte do programa de inclusão digital do Governo Federal.

A empresa Chinesa Foxconn  que monta os Tablets da Apple, só iniciaria a produção no Brasil caso fosse concedido o benefício fiscal.

Além da Foxconn, outras empresas tem interesse em produzir os Tablets no Brasil, inclusive a brasileira Positivo Informática anunciou sua entrada no segmento.

O lado bom de tudo isso é que existe possibilidade de geração de milhares de novos empregos, e com a redução dos impostos os Tablets terão seus preços reduzidos.

No entanto, por mais que este seja um produto que está em alta, e suas vendas aumentem a cada dia, o Tablet não é um produto de primeira necessidade, não é essencial para sobrevivência das pessoas. Portanto, se é possível reduzir impostos desse produto, poderiam ver a possibilidade de reduzir os impostos do leite, do trigo, do feijão, do arroz, do açucar, da carne e de tantos outros produtos que as pessoas precisam consumir diariamente e que não tem condições.

Reduzir impostos para atrair empresas para o Brasil é uma forma de aumentar as oportunidades de emprego e aquecer a economia. Poderiam encontrar soluções para beneficiar uma maior quantidade de pessoas.

Redução de Impostos? Só no papel

Redução da CIDE

O governo mais uma vez reduziu a CIDE, que  é um tributo que incide na importação e comercialização da gasolina. O valor cobrado era de 0,23 centavos por litro de gasolina, agora será de 0,19 centavos por litro, no entanto segundo o governo, o preço final para o consumidor não terá alterações.

Além da redução da CIDE, haverá também redução da mistura de etanol na gasolina, a partir de 1º de outubro o percentual de etanol na gasolina cairá de 25% para 20%, essa medida deve-se ao fato da produção do etanol não ser suficiente para abastecer o mercado, correndo-se risco de desabastecimento de etanol.

O governo alega que terá perda de arrecadação de 50 milhões de reais em 2011, com a redução da CIDE, porém a perda deve ser compensado com aumento do consumo da gasolina.

O aumento do consumo de gasolina obriga a Petrobrás a importar o produto para atender o mercado, pois a sua capacidade está no limite, ou seja, o consumo é maior do que a capacidade produtiva. Portanto, existe falta de planejamento, a produção de etanol também não é suficiente para atender a demanda. A única vantagem dos carros bi-combustíveis é nessa ocasião, se houver falta de um combustível, abastece-sse com o outro.

O contribuinte não tem escolha, tem que pagar o preço que está na bomba, quando existe alta do Dólar, aumento internacional do petróleo, crise econômica, falta de produto, o aumento dos preços é empurrado para cima dos cidadãos, porém quando o barril de petróleo tem seu preço reduzido, quando o Dolár está em queda, ninguém vê falar em redução do preço dos combustíveis.

Será que o Brasil Precisa de mais Impostos?

Mais Impostos!

Em recente entrevista para o Fantástico, a presidente Dilma disse tranquilamente como se fosse uma coisa sem muita importância, que o Brasil investe 42% menos em saúde do que a Argentina. Além disso a presidente disse que o Brasil precisa investir mais em saúde, mas que tem que arranjar a fonte destes recursos. A primeira opção seria a criação de um novo imposto.

Muitos se queixam de que a Saúde no Brasil perdeu com o fim da CPMF, mas alguém pode comprovar que durante a vigência da CPMF a qualidade da saúde era satisfatória?

Além disso, apenas uma parte dos recursos estava realmente sendo investida em educação. A criação da CSS, Contribuição Social para a Saúde foi rejeitada, seria mais um imposto para os brasileiros. A previsão é de que a arrecadação de impostos bata novo recorde em 2011, e que aproximadamente 34% do PIB seja composto de impostos.

Será que realmente é necessário criar mais impostos? Segundo o IPEA, os pobres pagam mais impostos do que os ricos, uma pessoa que ganha R$ 40.000,00 anuais paga a mesma alíquota de quem ganha R$ 400.000,00 anuais, ou seja 27,5%.

A constituição de 1988 criou o IGF, Imposto sobre Grandes Fortunas, porém até hoje ela ainda não foi regulamentado.

Se os pobres pagam a maior parcela de impostos, nada mais justo do que tributar as grandes fortunas, quem sabe assim as desigualdades diminuiriam um pouco.

O governo investe em benefício da população, porém muitas coisas só são usufruídas pelos que possuem poder aquisitivo maior. O governo investe em estradas, o pobre não tem carro e quando viaja vai de ônibus, investe em aeroportos, mas pobre não viaja de avião, o governo federal possui universidades públicas, porém a maioria dos que nelas estudam são pessoas com melhor situação financeira.

Uma boa opção de fonte de recursos para a saúde seria cortar o salário dos deputados em pelo menos 60%. Assim sobraria uma boa quantia para investimentos em saúde.

Gasolina sem Impostos

Um posto de combustíveis de Cuiabá MT, vai vender 5.000 litros de gasolina sem imposto.

O litro vai ser vendido por R$ 1,38, cada pessoa poderá comprar 20 litros no máximo.

A iniciativa é para mostrar para os consumidores que o preço absurdo cobrado pela gasolina não é culpa dos donos de postos, mas sim da alta carga de impostos que incide sobre a gasolina.

Aproximadamente metade do preço da gasolina é imposto.

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