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Saiba como evitar o fracasso da sua empresa com uma boa consultoria empresarial

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que por dois anos seguidos o Brasil fecha mais empresas do que abre. A pesquisa revela que em 2015, 708,6 mil empresas foram abertas é 713,6 mil fechadas no país. A falência se dá por vários fatores como falta de clientes, valores altos dos impostos, pouco lucro, falta de planejamento e consultoria empresarial, e vários outros problemas.

consultoria empresarial

Um empreendedor deve ter em mente que o negócio pode ou não dar certo e isso depende de muitos fatores, porém, é possível diminuir a probabilidade de falência. Para sobreviver aos primeiros anos no mercado e obter sucesso é preciso ter um bom plano de negócio e uma consultoria empresarial capacitada. Mas muitos empresários não saber ao certo quais os erros podem ser cometidos e como evitá-los.

O planejamento também deve ser feito à longo prazo, pois os empreendedores devem saber lidar com projetos longos e conciliar as metas concretas de curto prazo. Uma empresa deve ser pensada em todos os sentidos. Antes de abrir oficialmente uma empresa, o empreendedor passa meses planejando seu negócio e esse período é importante para que tudo saia corretamente, ou não.

Nesse processo o produto a ser vendido deve ser pensado, ele deve ter um diferencial no mercado, mas tudo deve ser feito na medida certa e deve-se ter em mente que não existe um produto perfeito. Existem muitos consumidores e cada um busca algo de sua necessidade, nesse sentido também é importante focar no público alvo. Conhecer o mercado é importante e assim escolher bem o segmento que pretende atuar.

Muitos donos de empresas não tem um controle financeiro é desconhece os conceitos de finanças para tocar seu negócio. Controle financeiro não é somente saber o fluxo de caixa é os gastos fixos, vai além disso, deve constar o que se pretende alcançar em questões de números, o que já foi produzido, um balanço patrimonial e um orçamento anual.

O otimismo deve ser na medida certa, é importante acreditar na ideia e se arriscar para a abertura de uma empresa, porém não se pode perder o senso da realidade. Por isso voltamos a falar do planejamento, ele é imprescindível para  ter um auto-domínio do negócio é evitar que a falência chegue.

Nunca misture a vida pessoal com a vida profissional, principalmente quando se trata das finanças. Muitos consultores empresariais orientam o empresário a ter um pró-labore, que serve para utilizar retiradas para pagar as contas pessoais dentro do regime tributário de lucro real. Não existe uma fórmula pronta para evitar a falência, mas muitos passos podem ser dados para que o sucesso permaneça e a empresa ganhe destaque no mercado.

Escrito por: Jacqueline Gonçalo

5 dicas essenciais para quem quer divulgar a própria empresa

Divulgar uma empresa é uma tarefa que envolve planejamento e uma estratégia bem definida. O foco deve ser sempre em ações que atraiam novos clientes, mas também que conquistem e fidelizem os que você já tem, pois são eles que vão levar o seu negócio adiante. Se você ainda não sabe muito bem como fazer uma estratégia de divulgação, não tem problema. Veja abaixo as dicas que separamos para você!

divulgar a própria empresa

1 – Saiba o propósito da sua empresa

Pense no que significa sua empresa para você e como isso reflete no seu cliente. Afinal, qual é o propósito e o diferencial dela? Faça uma análise de todos estes fatores e crie um perfil. Você também pode:

  • Conversar com outros empreendedores que tenham experiência de mercado, para que avaliem e opinem a respeito da sua empresa e te dêem sugestões;
  • Fazer enquetes e pesquisas para entender melhor o seu público e o que eles esperam de sua empresa, além da experiência que estão tendo com você;
  • Avaliar a concorrência e as estratégias de divulgação que estes já vem pondo em prática, entendendo o que você pode aproveitar e o que você pode fazer diferente;
  • Por fim, definir qual é seu diferencial e como você pode fortalecer isso no mercado é imprescindível. Entenda o que a empresa pode fazer de melhor pelos seus clientes!

2 – Defina sua persona

A persona é a representação fictícia do seu cliente ideal! É feita a partir de informações sobre o seu público-alvo, ilustrando os problemas reais do seu possível cliente e como a sua empresa pode ajudar a resolvê-los.

Por exemplo: sua persona pode ser uma mulher de 30 anos, casada, com três filhos e que busca alternativas criativas para decorar a casa. Fazer essa definição é essencial para saber quem é a pessoa que você quer atingir e o que ela está procurando. Assim, você define uma estratégia de divulgação mais efetiva e direcionada!

3 – Crie a estratégia de divulgação

Sabendo os objetivos de sua empresa e tendo a persona definida, agora você deve planejar uma estratégia de divulgação. É importante lembrar que você deve ter muito claro o objetivo da sua estratégia, os meios que serão utilizados para isso e qual será a mensagem transmitida através dela. Em relação aos meios, eles têm duas principais divisões: online e offline.

É importante identificar quais desses meios são relevantes para o seu negócio. E nada impede, que você faça ações integradas entre os dois tipos de divulgação. Se você tem uma loja física, por exemplo, são várias as opções: desde investir em um site e em perfis nas redes sociais, até criar e distribuir materiais de divulgação, como folders, folhetos e ímãs de geladeira .

4 – Pense em formas de agradar o cliente

De nada adianta atrair clientes novos, se você não fizer nada para eles continuarem comprando de você. Portanto, é importante investir em formas de deixar o seu cliente o mais satisfeito possível! Isso fará com que ele tenha ainda mais confiança em você e, mais do que isso, indique sua empresa para mais pessoas.

Algumas dicas para isso são:

  • Ter uma equipe bem treinada para oferecer o melhor atendimento possível com foco em criar um relacionamento duradouro com os clientes;
  • Lembrar do seu cliente em ocasiões especiais, como aniversário e datas comemorativas, e oferecer algum desconto ou até mesmo um presente personalizado (canecas, pen drives, brindes magnéticos, etc);
  • Criar programas de fidelidade que incentivem os clientes a comprarem de você, mostrando que, ao fazerem isso, receberão descontos exclusivos.

5 – Promova ações sociais

Divulgue sua marca de forma humana, pois isso faz os clientes verem que sua empresa não só tem qualidade nos produtos ou serviços que oferece, mas também possui valores. Lembre-se do seu propósito, que falamos na primeira dica e, a partir disso, promova ações sociais que se alinhem com o objetivo da sua empresa.

Gostou das dicas? Uma boa divulgação envolve muitos fatores, portanto, é importante avaliar bem o que serve ou não para o seu caso, e investir em uma estratégia bem focada nos seus objetivos. Esperamos ter ajudado!

Escrito por: Matheus Fonteles

O processo burocrático para abrir seu negócio é uma etapa que pode ser fácil com o conhecimento necessário

Muitas pessoas sonham em ter o próprio negócio e se planejam para que isso ocorra. Ao contrário do que muita gente pensa, todo o processo pode ocorrer facilmente, basta o futuro empreendedor elaborar um projeto eficiente e ter conhecimento de todas as burocracias exigidas. Estude sobre as etapas para registrar a empresa (conforme o gráfico), com as informações corretas e organização tudo flui. Veja aqui algumas dicas de empreendedorismo e abra seu negócio com segurança.

como abrir uma empresa

Escolha um produto que se destaque no mercado

Para dar início ao planejamento deve ser pensado com quais produtos você quer trabalhar e identificar o público alvo. Escolha uma ideia, identifique os futuros clientes e suas necessidades, apresente soluções reais para essa carência e saiba quais são os serviços e preços dos empreendimentos concorrentes. É assim que o negócio se destaca no mercado e se transforma em um diferencial.

Tenha o valor inicial em mãos

Para abrir uma empresa é necessário mais que uma boa ideia, é preciso dinheiro para tal investimento. E não depender de empréstimo de banco te livra de uma dívida a mais que pode ser prejudicial, pois o lucro inicialmente pode não ser suficiente para compensar as dívidas, e isso gera mais e mais juros.

Por isso é importante calcular o capital inicial levando em consideração todos os recursos indispensáveis para manter uma empresa em funcionamento, desde a compra de mercadorias à gastos com itens de escritório, por exemplo. Outra dica para evitar dores de cabeça é manter um capital de giro para as despesas, pelo menos nos primeiros meses.

Saiba quais serão os gastos

Leve em consideração todas as despesas de uma empresa, inclusive a carga tributária, custo esse que muitos empreendedores iniciantes não ficam atentos. Outros gastos que devem constar na planilha é o pagamento de 13° e o FGTS, caso o futuro empresário tenha que contratar funcionários. Água, luz e outros valores internos devem ser calculados também. E por segurança mantenha uma reserva de contingência para não ser pego desprevenido.

Não misture gastos pessoais com profissionais

A ideia é simples, mas a maioria dos empresários caem nesse erro e complicam os negócios por terem dificuldades de separar uma coisa da outra. Não retire dinheiro do caixa para pagar gastos pessoais, nem compre produtos para a empresa com o cartão de crédito pessoal, esses erros são frequentes. Para não dificultar as coisas defina um pró-labore para os sócios que trabalhem na empresa e para si mesmo de acordo com a lucratividade da empresa.

Esteja preparado para ser um líder

Faça a seguinte pergunta: estou preparado para ser um empreendedor? Se a resposta for sim, tenha em mente que precisa ser um líder, além de empreendedor. Estude e conheça todos os aspectos do novo negócio e tenha convicção que o responsável por todas as tomadas de decisões é você. Se capacite e tenha conhecimento em áreas diversas que podem agregar, como marketing e administração.

Escrito por: Jacqueline Gonçalo

 

A importância da pedagogia no meio empresarial

O pedagogo é responsável por gerar mudanças no comportamento dos colaboradores da empresa, melhorando suas relações pessoais e profissionais.

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A pedagogia não está restrita ao âmbito escolar. Atualmente, existe uma gama de possibilidades para o trabalho do pedagogo, dentre elas, a pedagogia empresarial. Com oportunidades principalmente na área de recursos humanos e gestão de pessoas, o pedagogo é responsável por gerar mudanças no comportamento dos colaboradores da empresa, melhorando suas relações pessoais e profissionais.

Com o faculdade de pedagogia, a pessoa está apta para “pesquisar, estudar, elaborar e aplicar, por meio de didáticas, metodologias, técnicas e estratégias de ensino-aprendizagem e conteúdos relacionados às necessidades da pessoa humana em um determinado contexto. Isto se dá por meio de programa e planejamento adequados”.

Com esse conhecimento, o pedagogo pode assumir cargos ligados à área de Recursos Humanos das empresas. O lugar dos pedagogos no meio empresarial vem se firmando devido à percepção para inovação empresarial que reconhece e valoriza a importância do treinamento e desenvolvimento através da formação continuada.

As empresas estão cada vez mais preocupadas com seus funcionários,  desempenho e se comprometendo com o seu desenvolvimento, afinal, o colaborador é ligado diretamente à produtividade da empresa. São promovidas, por exemplo, diversas ações internas de desenvolvimento nas empresas. Essas ações visam melhorar a qualidade de prestação de serviços.

A participação e a movimentação do Pedagogo nas empresas englobam o desenvolvimento tecnológico, a competitividade e as exigências do mercado, visto que a necessidade de inovação e investimento na área. O pedagogo deve estar continuamente em busca de estratégias de ensino e aprendizagem organizacionais.

Dentro de um ambiente corporativo, o pedagogo pode trabalhar, por exemplo, no recrutamento e seleção de pessoal, gestão em recursos humanos e desenvolvimento de programas de treinamento para funcionários de uma organização.

Escrito por Jacqueline Gonçalo

Resenha: Muito além da vantagem competitiva

Título: Muito além da vantagem competitiva

Autor: Todd Zenger

Editora: M.Books

Ano: 2017

Páginas: 192

Muito além da vantagem competitiva

No primeiro capítulo o autor dá exemplos de teorias utilizadas por grandes empresas ao longo dos anos. Cita o caso de Walt Disney e as suas visões estratégicas que levaram à sua empresa a se consolidar no mercado e estar viva até hoje. Também cita o caso de Steve Jobs em sua empreitada que levou a Apple a se tornar uma das maiores do mundo em seu segmento. Sobretudo neste capítulo será apresentado ao leitor os três tipos de visão: antevisão, intravisão e extravisão.

No capítulo segundo você vai ver exemplos de empresas que adquiriram outras com a intenção de aumentarem sua capacidade de produção ou simplesmente eliminar a concorrência. Sendo que uma estratégia mal elaborada pode colocar a empresa em apuros, o autor demonstra as formas como isso deve ser feito corretamente.

No terceiro capítulo são abordados problemas ou dúvidas em como a empresa deve proceder em relação as suas teorias corporativas para criação de valor. Confiar em suas teorias corporativas ou seguir os sinais do mercado?

No capítulo quatro é abordado a questão de produzir ou comprar? A empresa pode se tornar refém de fornecedores ou ou integrar para compartilhar conhecimentos e ativos que irão garantir o controle. Para cada uma das duas opções existem vantagens e desvantagens.

No capítulo cinco Moldando Relacionamentos Externos é abordado o assunto do relacionamento da empresa com seus fornecedores. Onde o autor diz que a empresa não pode se limitar a uma única estratégia de relacionamento, mas também precisa escolher uma estratégia de relacionamento que seja de acordo com o valor que almeja e também esteja preparado para conviver com mudanças.

No capítulo seis é abordado o tema do designe organizacional dinâmico. Você verá que grandes empresas do mundo mudam constantemente seu designe a fim de se adaptarem ao momento do mercado e que isso não é algo tão ruim como aparenta.

No último capítulo o autor faz o fechamento do assunto relembrando alguns casos apresentados durante o livro.

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Obs: este livro foi recebido através de cortesia da Editora M.Books

Onde comprar: Amazon

Porque as empresas têm investido na consultoria ambiental?

Atualmente, questões ligadas ao meio ambiente e a sustentabilidade tomam destaque. Não só a população, mas as empresas também estão criando consciência verde e buscando se tornar socialmente responsáveis com o que produzem e depositam no meio ambiente.

consultoria ambiental

Com isso, é necessária uma consultoria empresarial voltada a necessidade de reduzir os impactos ambientais produzidos por essas empresas. Por ser um assunto complexo e de tamanha importância, os impactos causados pelos negócios devem ser estudados com cuidado por profissionais que saibam auxiliar na melhoria da relação da empresa com o meio ambiente.

Outro ponto em destaque é o surgimento de leis e, posteriormente, caso não sejam cumpridas, multas, voltadas as empresas e órgãos que desrespeitam o meio ambiente. Assim, é mais uma forma de se adequarem e diminuírem impactos das suas ações à natureza. A consultoria é uma série de ações que busca de forma geral conscientizar desde os processos usados na fabricação e descarte de produtos, até a conscientização social dos colaboradores das empresas.

Além de gerar frutos no presente e no futuro ao meio ambiente, o cuidado com o  meio ambiente também melhora a visão da empresa pela sociedade. Atualmente, muitas pessoas optam por escolher empresas com “consciência verde”, termo usado para relacionar empresas que se preocupam com a manutenção do meio ambiente e fazem sua parte no processo. Não só os consumidores, mas também fornecedores e parceiros veem no cuidado com a natureza, um importante aliado.

Com a junção de um bom plano de negócios, a sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente também gera mais lucro as empresas. Abaixo, veja cinco pontos que melhoram o empreendimento com a consultoria empresarial voltado ao meio ambiente:

  • Redução do consumo de energia, de custos da água e de papel

  • Redução de materiais na produção de produtos

  • Melhores condições de trabalho e aumento da produtividade

  • Maior preocupação social e com saúde dos funcionários

  • Melhoria na reputação da empresa e, com isso, melhoria na competitividade e posicionamento no mercado.

Escrito por: Jacqueline Gonçalo

Mercado em crise aumenta a demanda de consultores empresariais

Para buscar inovação em um mercado saturado é preciso de ajuda profissional de um especialista

 

 

Se com o mercado estável já é preciso uma boa gestão em uma empresa, em tempos de crise é essencial a contratação de uma consultoria empresarial para guiar o negócio. Diante desse cenário, as organizações contam com seus consultores para tomar decisões assertivas.

remuneração e motivação

A consultoria é muito importante para uma empresa, além de ser um ponto de apoio ela é quem guiará a empresa para as oportunidades de mercado, o crescimento e inovação. A visibilidade no mercado é alcançada por meio da consultoria, ela é quem instrui para a busca do equilíbrio ideal para a formação de novas práticas, aumentando assim, o destaque da empresa em meio a concorrência.

É diante disso que percebe-se que os principais motivos do aumento da demanda por uma consultoria empresarial são a busca por novos conceitos para crescer continuamente e a necessidade de obter vantagens competitivas no ramo de atuação da empresa.

Quando a crise se instaura, o consultor empresarial tem um papel importante em tentar minimizar os impactos desse problema dentro da empresa. Ele precisa saber gerenciar seu funcionamento, o que inclui lidar com a equipe, encontrar alternativas para reduzir custos e buscar novas maneiras de atrair os clientes. Em suma, esse profissional terá que mostrar seus conhecimentos técnicos e práticos.

A importância do consultor para a estratégia da empresa

O elo entre a equipe e os empregadores em tempos de crise são os consultores, são eles que transitam pelos dois níveis hierárquicos da organização para ter uma visão sistêmica sobre o que é e o que não é funcional em relação às ações pensadas e praticadas.

Uma visão analitica e critica frente a esse cenário precisa ser desenvolvida pelo gestor para que auxilie os empreendedores a rever estratégias, adaptá-las ao novo cenário sem que cause um impacto negativo no procedimento das tarefas. A consultoria empresarial tem a missão de amparar a empresa no processo de rever os planos e projetar o futuro com base nas modificações feitas sem comprometer todo o desenvolvimento do negócio.

É o papel do consultor olhar para a situação com perspectivas positivas, apesar do contexto econômico não estar estável. É preciso analisar os problemas que a crise trouxe à empresa, avaliar a equipe e traçar rotas possíveis para dar continuidade ao trabalho sem grandes perdas. Um bom profissional olha o cenário sob a perspectiva do colaborador, dos acionistas, dos clientes e do mercado que a empresa está inserida, para assim pensar em cada ponto impactado.

A partir desse novo ângulo soluções surgem para atender todos as diretrizes, sem desconsiderar os interesses da organização, que neste caso é o mais importante. Gerenciar riscos em tempos de crise é uma medida cautelosa para não deixar que o cenário fique ruim, ou piore ainda mais, antecipando assim possíveis problemas e pensando com mais cautela e segurança, sempre levando em consideração a situação atual da empresa é de seu mercado atuante.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Remuneração Estratégica para Competitividade nas Empresas

“A retomada da competitividade se dá a partir da implementação de um modelo de gestão baseado na remuneração estratégica por impulsionar resultados superiores e sustentáveis.”

por Viviane Guerra e Anderson Toscano

No sistema capitalista em que vivemos hoje a meritocracia é o principal impulsionador para o crescimento pessoal de cada indivíduo dentro das organizações. Os profissionais veem sendo promovidos de acordo com o seu esforço e capacidade para desempenhar determinada função, porém também é preciso reconhecer os profissionais que desempenham um bom trabalho na função que atuam, ou seja, reconhecer os talentos e valorizar este profissional de forma que ele não deseje sair da empresa e continue motivado a desempenhar sua função cada vez melhor.

Ao contrário da remuneração estratégica, os modelos de remuneração tradicional não consideram o desempenho individual de cada colaborador. Nesses modelos são valorizadas características como lealdade, formação escolar ou tempo de casa que com o passar dos anos deixaram de serem as principais características para o reconhecimento de um bom funcionário (CHIAVENATO, 1999).

A remuneração estratégica é um recurso que contribui muito para felicidade no trabalho. Remunerar o profissional por seu esforço e diferenciação, ou seja, pelos resultados superiores que ele veem apresentando é um reconhecimento que motiva o profissional a ser sempre melhor, pois ele sabe que esta sendo reconhecido por isso e sabe o que a empresa espera dele.

Esse sistema tem como objetivo beneficiar o colaborador com outras formas de pagamentos complementando, assim, o sistema de remuneração tradicional. Com isso o funcionário se sente mais motivado a alcançar melhores resultados, além de sentir-se mais valorizado (GHENO; BERLITZ, 2011).

Já diziam Pereira Filho e Wood Jr. (1994) que a remuneração estratégica é um vínculo com a nova realidade das organizações e que a tendência era que ela se tornasse um imperativo para as organizações que desejavam sobreviver e prosperar. O fato é que hoje muitas empresas ainda continuam com modelos de gestão ultrapassados e não adotaram tal modelo de gestão e esse é um dos motivos que contribui para baixa competitividade no Brasil.

Os componentes de uma remuneração estratégica, de acordo com Pereira Filho e Wood Jr. (1994) estão na seguinte escala:

  1. Salário direto: determinado pela função e ajustado ao mercado;
  2. Salário indireto: benefícios e outras vantagens;
  3. Remuneração por habilidades ou conhecimento: determinado pela formação e capacidade dos colaboradores;
  4. Remuneração por resultados: vinculada a metas de desempenho dos colaboradores ou da organização;
  5. Participação nos lucros: vinculado a objetivo e lucratividade da empresa;
  6. Participação acionária: reforça vínculo e compromisso de longo prazo;
  7. Diversos: prêmios, comissões e gratificações.

Os profissionais que desempenham sua função com o máximo de comprometimento, engajamento e tentam sempre fazer o melhor trabalho, quando não são reconhecidos, desanimam e passam a buscar a felicidade em outro lugar. Muitas empresas perdem seus talentos não sabendo gerenciar de modo a fazer com que os bons profissionais permaneçam na empresa.

De acordo com o professor Szezecinski (2017): “Gente boa, qualificada, bem remunerada, trabalha melhor e se paga naturalmente. Profissionais com esse perfil buscam desenvolver competências no sentido de sua qualificação, entregam resultados melhores e querem crescer” (informação verbal).

O IBMérito acredita que as organizações precisam buscar de forma permanente a competitividade de seus negócios e que pessoas qualificadas e verdadeiramente reconhecidas por suas contribuições são fundamentais para geração de resultados superiores e sustentáveis. (SZEZECINSKI, LAUFER, MENDES, RAMOS, 2017, p.19)

O modelo de gestão atual utilizado por muitas empresas com relação a remuneração implica em um pensamento onde o funcionário tem de se contentar com o que a empresa oferece e se não quiser a empresa simplesmente irá substituí-lo, pois a final, todos somos substituíveis. Acontece que esse modelo não leva em consideração o que ocorre depois da substituição.

É fato que todas as pessoas precisam de um meio de sustento e as empresas de certa forma utilizam isso como uma ameaça, utilizando a famosa frase: “se não esta bom pra você o mercado esta cheio de gente querendo trabalhar”. Só que esse modelo não analisa que bons profissionais não ficam fora do mercado, mesmo em momentos de crise. Se ele sair ele vai ir muito provavelmente trabalhar na concorrência, levando muitas vezes os clientes daquela empresa que não o valorizou.

Com isso a empresa acaba perdendo bons profissionais e contratando pessoas novas, muitas vezes destreinadas e que com certeza ainda terão de aprender a politica da empresa, sistema interno, etc. O que se percebe é que esta cada vez mais difícil encontrar no mercado, profissionais qualificados, que desempenham sua função com máximo de excelência e eficiência, gente comprometida e com responsabilidade, gente que veste a camisa.

Muitas vezes a empresa só decide oferecer uma boa remuneração ao funcionário quando o mesmo recebe outra proposta de emprego com melhor remuneração. E isso só ocorre quando o gestor percebe da importância daquele funcionário para empresa, pois quando não existe essa percepção, muitas vezes a empresa perde os bons funcionários gastando com contratações e demissões e muitas vezes perdendo clientes pela queda de produtividade e qualidade.

A nova geração de gestores precisa quebrar o modelo antigo e olhar mais para as pessoas, não se contentar com profissionais medianos, trazer os melhores e dar condições para que eles queiram permanecer. Uma organização de sucesso é feita de pessoas que apresentam resultados superiores e a remuneração estratégica é uma ferramenta para fazer com que estes profissionais queiram permanecer na organização.

As empresas precisam deixar de ver a remuneração como uma questão de custo, e sim ver como um fator fundamental para o crescimento da organização, impulsionando melhorias e aumento da competitividade (PEREIRA FILHO, J. L.; WOOD JUNIOR, 1995).

De acordo com Farah (2014, p.1), diretora comercial da Sinergia Recursos Humanos:

A remuneração estratégica vem sendo uma nova vantagem competitiva, sendo dividida entre fixa e variável. Na remuneração fixa, o colaborador recebe um salário pela função; um salário indireto, por meio de benefícios e outras vantagens; e uma remuneração por habilidades, definida pela capacitação e voltada para cargos operacionais. Já na remuneração variável, há o salário por competências, voltado para cargos administrativos e de liderança; previdência complementar e remuneração variável por resultados.

A partir dessa nova visão e implementação de um modelo de gestão de meritocracia e remuneração estratégica, ou seja, valorizando os melhores, as empresas passarão a tornarem-se mais competitivas, com cada vez profissionais melhores, elevando a qualidade e desempenho do mercado de trabalho no Brasil.

REFERÊNCIAS

CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

FARAH, Carolina. Os desafios da remuneração estratégica. CLICRBS, dez. 2014. Disponível em:<http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/economia/negocios/noticia/2014/12/os-desafios-da-remuneracao-estrategica-4663681.html> Acesso em 27 ago. 2017.

GHENO, R.; BERLITZ, J. Remuneração estratégica e pacote de benefícios: Um estudo de caso aplicado ao nível operacional de uma multinacional. Rev. Adm. UFSM, Santa Maria, v. 4, n. 1. 2011.

PEREIRA FILHO, J. L.; WOOD JUNIOR, T. Remuneração estratégica: a nova vantagem competitiva. RAE-Revista de Administração de Empresas, v. 35, n. 4, jul./ago.1995.

SZEZECINSKI, Antônio Silvano; LAUFER, Jaime; MENDES, Geraldo Silveira; RAMOS, Roseneide. Desafios e perspectiva para retomada da competitividade brasileira. 1. ed., jan. 2017. Disponível em: < http://www.ibmerito.org/artigos.html>. Acesso em 28 ago. 2017.

Obs: este artigo foi cedido para publicação pelos autores.

Terceirizar para comercializar: características da terceirização

Existem duas formas de terceirização em plena operação no Brasil. São elas: a terceirização de serviços e a de produtos. De modo geral, terceirizar algo significa delegar aquela produção a outra empresa, que irá atender com determinado serviço ou produto. A lei de terceirização do trabalho tem sido bastante questionada no Brasil, já que ela vem atrelada à reforma trabalhista proposta pelo governo Temer.

terceirização

Na terceirização do trabalho, os profissionais poderão trabalhar para qualquer empresa sendo contratados por meio de prestadoras de serviço especializadas.

O que muda principalmente na vida de um cidadão que trabalha terceirizado é que eles não têm exatamente os mesmos direitos que os funcionários da empresa que contrata a prestadora de serviço.

Porém, dentre os benefícios apontados pelos especialistas, está a abertura de espaço para o surgimento de mais empresas prestadoras de serviço especializado, ampliando a oferta de oportunidades profissionais.

Já a terceirização de produtos inclui buscar um produto “de fora” para abastecer sua empresa, e já vem sendo amplamente aplicada no Brasil. Essa prática é extremamente benéfica para alguns perfis de empresas.

Um exemplo é a terceirização de alimentos, que busca seus produtos em uma empresa especializada, causando alguns efeitos, como reduzir despesas e racionalizar atividades e processos e reduzir custos de mão-de-obra, pois os fornecedores externos de produtos alimentícios vão suprir a empresa com custos menores.

Nesse caso, a empresa contacta um fornecedor que se encarrega de estudar sobre aquele produto (alimentos, no caso), desenvolvê-lo, e passa a fornecê-lo de forma completa.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

5 lições da Disney sobre atendimento ao cliente

Em 2015, a Walt Disney World completa 60 anos de existência e de muito sucesso. Em sua história sempre causou curiosidade em relação ao atendimento e a fidelização de clientes que possui. Como um parque pode ser visitado por famílias diferentes ou pelas mesmas famílias durante várias vezes ao longo da vida? O que há de tão especial? Com certeza o atendimento é um grande diferencial no mundo da magia!

Atendimento ao cliente

Conheça 5 lições que devemos aprender com o atendimento-Disney:

  1. Abundância em informação:

Na Disney o cliente pode ter a certeza que terá informação por onde passar. Não haverá dúvidas em relação ao tempo de espera nas filas, as atrações são mapeadas juntamente com os brinquedos, e, caso não haja placas que atendam todas as dúvidas, funcionários do parque estarão dispostos a respondê-las. A preocupação em informar deve existir, afinal, se o cliente souber dos aspectos da empresa, de maneira universalizada, demonstrará interesse em produtos ou serviços e, quanto aos funcionários, devem deixar os clientes confortáveis para perguntas. Como já disse Walt Disney: “”Faça tão bem o que você faz que eles vão querer vê-lo novamente e trazer seus amigos.”

  1. “Você não constrói coisas para si mesmo. Você sabe o que as pessoas querem e constrói para elas.” – Walt Disney:

Compreender o objetivo e os desejos dos clientes é fundamental para que os produtos sejam de acordo com a expectativa deles. Escutar as críticas e estudar o público alvo é a chance de criar o conceito positivo com os que estão interessados nos serviços.

  1.   Atenda seus clientes com um lema inigualável:

No mundo mágico da Disney, o lema é: “Criamos felicidade proporcionando o melhor em entretenimento para pessoas de todas as idades, por toda parte”. É importante que a companhia crie um lema que seja fácil de encaixar em propagandas e anúncios e, o mais importante, atenda ao que a frase de impacto diz.

  1.   Sistemas de atendimento e organização:

Planejar o sistema de atendimento é de grande necessidade. Quem vai atender? Como vão atender? Funcionários, cenários e processos tecnológicos são as saídas usadas pelo mundo Disney, organizados de maneira integrada. Os diversos sites e blogs funcionam e os colaboradores precisam entender a linguagem que está aplicada na internet. Os cenários são a sofisticação que os parques têm, no entanto, é necessário que funcionários conduzam de maneira divertida e que clara aos visitantes. Os sistemas de informação quando integrados trazem clientes fiéis por todas as vias de comunicação.

  1. Valorizar a presença de cada cliente!:

Cada cliente é capaz de trazer sua família e seus amigos. Não se deve desprezar a dúvida de algum deles e sim demonstrar satisfação em atendê-los. Agradecer pela visita, pelas compras e pelo dia mágico que ajudou a construir! Toda companhia deve se inspirar no padrão Disney em agradecimento a todos os que conheceram os serviços!

 http://www.virtualoffice.com.br/5-licoes-da-disney-sobre-atendimento-ao-cliente/

Texto escrito por Virtual Office e cedido para publicação aqui no Blog

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