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Unemat abre seletivo para contratar 112 Profissionais Técnicos da Educação Superior

processo seletivo para contratação

Unemat divulga processo seletivo para contratação temporária de 112 Profissionais Técnicos da Educação Superior (PTES), e formação de cadastro de reserva, para atuar nos câmpus de Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Bugres, Cáceres, Colíder, Diamantino, Juara, Médio Araguaia, Nova Mutum, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Sinop e Tangará da Serra.

Vagas- Para cargos que exigem nível Fundamental de escolaridade, há 12 vagas para motoristas, com remuneração de R$ 1.907,84. Para Nível Médio, são 74 vagas para Agentes Universitários, com salários de R$ 3.294,38. Também existem opções para nível médio técnico, nas áreas de Técnico em Laboratório (09), Técnico em Informática (05), Técnico em Enfermagem (03), Técnico Agrícola (03), Técnico Agropecuário (01), cuja remuneração chega a R$ 3.788,53.

Já para as especialidades que exigem Nível Superior, há oportunidades para Psicólogos (03), Engenheiro Eletricista (01) e Engenheiro Civil (01), com remuneração de R$ 6.136,91 para uma jornada de 40 horas semanais.

Inscrições- As inscrições podem ser realizadas no período de 19 de abril a 20 de maio, somente via internet (www.unemat.br/seletivos). O valor da taxa é de R$ 100 para cargos de Nível Superior, R$ 80 para Nível Médio e Médio Técnico e R$ 50 para Nível Fundamental, pago até o dia 21 de maio, observado o horário de expediente bancário.

No ato da inscrição o candidato deverá preencher o requerimento de inscrição, informando a opção de cargo, especialidade, câmpus, vaga a que pretende concorrer e a opção do local onde deseja realizar as provas.

Inscrição com isenção do pagamento da taxa- Podem solicitar isenção de taxa candidatos que recebam até um salário mínimo e meio, desempregados e doadores regulares de sangue.

O candidato que se enquadrar em uma dessas situações deve solicitar a isenção nos dias 19, 20 e 23 de abril, por meio do endereço eletrônico www.unemat.br/seletivos. Após a inscrição, é necessário protocolar os documentos exigidos (conforme edital), nos Postos Autorizados, no horário de atendimento das 8h00 às 11h00 e das 14h00 às 17h00.

Provas- O processo seletivo será realizado em uma única etapa, no dia 24 de junho. A prova objetiva, para todos os cargos especialidades, será aplicada em 12 cidades: Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Bugres, Cáceres, Colíder, Diamantino, Juara, Nova Mutum, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Sinop e Tangará da Serra.

Os candidatos aprovados no processo seletivo serão contratados por 12 meses contados a partir do efetivo exercício, podendo ter seus contratos aditivados mediante necessidade comprovada.

Outras informações podem ser obtidas no edital: www.unemat.br/seletivos 

Fonte: Unemat

Ser professor no Brasil é um desafio

Ser professor no Brasil é um desafio, e a cada ano o número de pessoas interessadas em seguir essa profissão diminui. Não é para menos, segundo uma pesquisa feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), os salários dos professores de ensino fundamental no país é um dos piores do mundo, se comparados com países desenvolvidos. Em busca de melhores condições de trabalho e um salário melhor muitos profissionais, tanto formados em Letras, quanto de outras áreas do conhecimento, decidem se dedicar a lecionar no ensino superior.

curso técnico

Dados da OCDE comprovam essa afirmação, os salários dos professores universitários de universidades federais públicas são tão altos quanto os de países desenvolvidos como Finlândia, Noruega e Suécia, o faturamento por ano fica em torno de R$ 133,7 mil. O documento também mostra que o país investe muito mais nos alunos do ensino superior, cerca de R$ 45 mil por ano, número muito maior do que a média de R$ 12,7 mil que são investidos ao ano por aluno do ensino fundamental e médio.

Lecionar no ensino superior não se restringe dar aulas para os jovens que acabaram de ingressar na faculdade, existem os mestrados, doutorados e as pós graduações latu senso e stricto sensu. E mesmo optando pela carreira acadêmica, ainda existem profissionais que encaram seguir sua profissão de formação e ainda lecionar.

Conversarmos com o advogado e professor da pós graduação para saber a sua visão sobre esse cenário.

Pós Graduação na prática

O Coordenador da Pós Graduação Latu Sensu em Direito Empresarial da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Luiz André de Carvalho Macena encara esporadicamente a rotina dupla de se dedicar às atividades acadêmicas e a profissão de advogado. Luiz é mestre em Direito e especialista em Direito Civil e Processo Civil, mas deixou a profissão um pouco de lado para ensinar futuros profissionais.

Segundo Luiz se dedicar às duas atividades pode ser um pouco complicado “É bem desgastante, mas o profissional que se dispõe a manter as duas deverá ponderar os benefícios e malefícios decorrentes deste caminho. O profissional da advocacia deverá conciliar sua agenda de compromissos, a realização de audiências, o atendimento aos clientes com o preparo das aulas e sua entrada em sala de aula. Mas é um desafio gratificante” comenta.

Mas quem pensa que seguir a carreira acadêmica exige menos esforço está enganado, segundo o professor Luiz Macena é preciso buscar diversas qualificações se o intuito é lecionar em cursos de pós graduação. “Tem que fazer Mestrado e Doutorado. Hoje dificilmente uma pessoa vai conseguir um cargo de professor universitário sem tais títulos. Também ter vocação para pesquisa é muito importante. A carreira acadêmica exige do professor a participação em congressos, seminários e demais eventos científicos. Escolher um ou mais de ramo especifico para trabalhar, ficar atento a publicação dos editais das universidades sobre a abertura de vagas e conhecer os novos métodos de ensino é essencial. O professor deve ser curioso e estar sempre atualizado” diz.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Cinco cursos para incrementar seus conhecimentos em administração de empresas

Conheça opções para turbinar seu currículo e garantir uma boa posição no mercado

A área de Administração de Empresas é uma das que mais empregam no Brasil, isso porque é ampla a atuação de profissionais que se dedicam à organização, gerenciamento e planejamento de uma instituição.

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O mercado de trabalho para o auxiliar administrativo é amplo, há oportunidades em empresas de diversos ramos de atuação, desde o comércio, serviços, até instituições públicas.

O perfil do profissional desta área está ligado à sua organização, capacidade de gerenciamento e liderança e habilidades técnicas sobre as principais atividades exigidas na função.

Se esta é uma carreira com a qual você se identifica, confira cinco opções de cursos para incluir no seu currículo:

1 – auxiliar administrativo

Com o curso oferecido pelo Cursos 24 horas é possível conhecer a rotina e as atividades de um auxiliar administrativo, aprendendo técnicas de arquivamento, programas e contabilidade básica.

Com este curso, o aluno estará pronto para atuar profissionalmente como auxiliar administrativo e desempenhar as principais atividades diárias exigidas na função.

2 – almoxarifado

Ligado diretamente à área administrativa de um negócio, o almoxarife é o profissional responsável por tarefas como a classificação e disposição dos itens no estoque, seu recebimento dentro de um armazém e a codificação e identificação de determinados produtos.

No Curso de Almoxarifado é possível aprender técnicas para manter o ambiente seguro e organizado, além de conhecer procedimentos fundamentais para ter sucesso nesta profissão.

3 – chefia e liderança

O que é uma empresa sem um líder? O chefe é vital para uma instituição, pois é responsável por conduzir seu grupo e consequente os resultados dele.

Sabendo que esta é uma habilidade que pode ser desenvolvida, no curso de Chefia e Liderança os alunos aprendem a estimular e motivar uma equipe e como desenvolver um bom relacionamento entre as pessoas de seu grupo.

4 – gestão de projetos

Gestão de Projetos é a aplicação de habilidades e técnicas para atingir metas, obedecendo prazos e levando em consideração custos e qualidade final.

A gestão eficaz de projetos é uma das características mais valorizadas pelas empresas em seus líderes. Por isso, o curso habilita os estudantes com apresentação de técnicas que farão seus projetos obterem resultados positivos, desde as etapas iniciais até relatórios finais.

No curso, os alunos têm contato com Matrizes de Responsabilidades, Histogramas de Recursos, Diagramas de Gantt, Balanced Scorecard, entre outras aplicáveis a projetos de todos os portes.

5 – logística

A Logística é a área responsável por prover recursos, equipamentos e informações para a execução de todas as atividades de uma empresa.

Os simpatizantes do curso podem conhecer quais são as estruturas de transporte e armazenamento utilizados, maneiras eficientes de planejar e organizar a fabricação e o estoque de produtos, contribuindo para aperfeiçoar o fluxo de materiais e informações nas empresas, ganhar com a redução de custos logísticos e criar planejamentos de curto e longo prazos.

Estude online

E todos esses cursos de administração podem ser feitos online, no seu tempo e onde estiver. Com o Curso 24 horas você conta com a ajuda de tutores, em um ambiente virtual descomplicado, com possibilidade de certificação final. Tudo para turbinar o seu currículo e garantir uma boa posição no mercado de trabalho.

Para o administrador sempre há oportunidades no mercado’, diz professor de administração e gestão

É interessante se imaginar que, diante de tantos cursos que se posicionam como fortes graduações todos os dias em milhares de universidades pelo país, um curso continue sendo o mais procurado: o curso de administração. Tudo isso pode ser visto por um viés amplo que engloba mercado, mudanças do ensino, perspectiva salarial e muitos outros fatores. Se pensarmos no quão antigo esse curso é, a reflexão fica ainda mais intrigante. É o que explica o coordenador e professor de administração e gestão da ESAMC, Calixto Silva Neto.

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“Os primeiros cursos de administração nos Estados Unidos tiveram início em 1881, finalzinho do século 19. No Brasil o ensino de Administração teve início em 1952, portanto recente. Nos anos 1980 o mercado tornou-se altamente competitivo e globalizado. Essa competitividade exigiu das empresas uma performance melhor, principalmente no que diz respeito a custos e qualidade”, explica o especialista. Segundo ele, esse “boom” com que as empresas necessitassem de gente gabaritada. “Essa situação fez com que os recursos empresariais fossem melhor administrados, papel do administradores, advindo daí o sucesso na carreira”, elenca.

O coordenador explica ainda que, quem desejar estudar administração, enfrentará desafios que exigem muito dinamismo, já que o curso possui essa característica. “A área da administração é abrangente e, durante o curso, o aluno vai se identificando com determinada área do conhecimento administrativo, focando seu estudo e o Trabalho final nessa área, o que faz com que o alcance sucesso e ótimas colocações no mercado de trabalho ou como empreendedor”, enaltece.

Empregos e carreira

O que atrai milhares de pessoas ao curso, segundo o profissional, é que “para o administrador sempre há oportunidades”. “Nas crises, o papel do administrador é preponderante, uma vez que a necessidade de controle de qualidade e custos aumenta em função do mercado ofertante. O problema, atualmente, é que com a crise muitas empresas fecharam, saíram do mercado brasileiro ou diminuíram de tamanho, o que provocou uma oferta de profissionais maior que a demanda”, acrescenta.

Porém, ele deixa uma dica interessante, que tem tudo a ver com os caminhos da graduação. “Os melhores alunos são os que serão chamados primeiro. Para o recém-formado, é de muita importância o ‘trabalho final’, pois pode servir de portfólio”, indica. Segundo ele, atualmente a oferta de profissionais é maior que a procura, mas isso não deve assustar o futuro administrador.  Ele deve ter garra e buscar ir além. “as empresas têm uma grande oportunidade de escolha, para tanto, é necessário criar os diferenciais: formação em escola de boa reputação e reconhecida no mercado, ótimas notas ao longo do curso, ética e moral. Absolutamente nada de preconceitos. Honestidade, isso desde a entrevista”, acredita.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Terceirizar para comercializar: características da terceirização

Existem duas formas de terceirização em plena operação no Brasil. São elas: a terceirização de serviços e a de produtos. De modo geral, terceirizar algo significa delegar aquela produção a outra empresa, que irá atender com determinado serviço ou produto. A lei de terceirização do trabalho tem sido bastante questionada no Brasil, já que ela vem atrelada à reforma trabalhista proposta pelo governo Temer.

terceirização

Na terceirização do trabalho, os profissionais poderão trabalhar para qualquer empresa sendo contratados por meio de prestadoras de serviço especializadas.

O que muda principalmente na vida de um cidadão que trabalha terceirizado é que eles não têm exatamente os mesmos direitos que os funcionários da empresa que contrata a prestadora de serviço.

Porém, dentre os benefícios apontados pelos especialistas, está a abertura de espaço para o surgimento de mais empresas prestadoras de serviço especializado, ampliando a oferta de oportunidades profissionais.

Já a terceirização de produtos inclui buscar um produto “de fora” para abastecer sua empresa, e já vem sendo amplamente aplicada no Brasil. Essa prática é extremamente benéfica para alguns perfis de empresas.

Um exemplo é a terceirização de alimentos, que busca seus produtos em uma empresa especializada, causando alguns efeitos, como reduzir despesas e racionalizar atividades e processos e reduzir custos de mão-de-obra, pois os fornecedores externos de produtos alimentícios vão suprir a empresa com custos menores.

Nesse caso, a empresa contacta um fornecedor que se encarrega de estudar sobre aquele produto (alimentos, no caso), desenvolvê-lo, e passa a fornecê-lo de forma completa.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

O que um administrador público faz? Saiba mais sobre essa carreira

O curso de administração carrega o estigma de ser uma das graduações mais fáceis ou a que as pessoas escolhem quando não sabem que profissão seguir. Os números não mentem, segundo o Censo da Educação Superior divulgado em maio pelo Ministério da Educação (MEC), o curso de administração está em primeiro lugar nas escolhas dos brasileiros, representando 11,9% das matrículas.

Cima

 E nos dias de hoje onde as pessoas vão para pesquisar sobre o curso que pretendem fazer? Para a internet, é claro. E como lá é um ambiente guiado por números, não é difícil descobrir qual o assunto mais procurado. E a administração dispara na frente mais uma vez, segundo o Google Trends, uma ferramenta que mostra o volume de buscas de determinada palavra, o termo ‘administração pública’ ocupa o segundo lugar no ranking dos termos relacionados a administração mais procurados dentro do site de buscas.

Este segmento está diretamente ligado com a administração em si, pois no curso são ensinadas técnicas que devem ser aplicadas de acordo com a empresa onde a pessoa atua. É o que explica Paulo do Valle, ex conselheiro do CRA/MS e professor da Universidade Católica Dom Bosco, “O curso têm por vocação, formar profissionais que, em tese, podem atuar em diversas áreas do conhecimento com foco na gestão. Quando um profissional é contratado por uma empresa, o mesmo deve adaptar suas habilidades conceituais a necessidade da empresa, pois teve a oportunidade de conhecer áreas de gestão na formação” diz.

O principal campo de trabalho de um administrador público são os órgãos federais, municipais ou estaduais, ministérios, secretarias e concessionários de serviços públicos. Atuando em áreas como saúde, educação, habitação, cultura e assistência social. Dentro dessas áreas, o profissional pode atuar de diversas maneiras, tais como:

Consultoria pública: Planeja ações institucionais que podem reduzir os custos administrativos, ampliando assim a abrangência e os benefícios das políticas públicas.

Empresas de terceiro setor: São aquelas sem fins lucrativos onde, o administrador público, pode implementar programas e projetos, além de planejar licitações públicas e intermediar o contato entre a empresa de terceiro setor e o Estado.

Empresas privadas: Nelas o administrador atua na prestação de serviço para órgãos governamentais, realizando atividades que integram a iniciativa privada e o poder público, em projetos de gestão ou programas de responsabilidade social.

Gestão de políticas públicas: Estabelece diretrizes para programas e encaminha para os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, soluções para problemas sociais nas áreas de educação, saúde, assistência social, etc.

Política: Pode ser assessor de deputados estaduais e federais, senadores, vereadores, prefeitos e governadores, atuando em gabinetes oficiais e auxiliando-os na elaboração de política públicas.

Serviço Público: Administra os setores orçamentários e contábeis dos órgãos públicos, além de realizar licitações e contratos administrativos e gerenciar a ligação entre órgãos públicos e privados.

Para ingressar em uma carreira dentro do setor público, ou seja, trabalhando diretamente no governo existem duas maneiras: por meio de concurso público ou ocupando cargos de confiança. Com relação aos concursos, a prova atesta os conhecimentos teóricos e não a prática ou experiência na área que o profissional têm, o que pode se tornar um problema com o passar do tempo. O lado positivo, é que o concurso traz consigo uma estabilidade financeira.

O outro caso, em que o profissional é indicado para ocupar algum cargo de confiança também pode gerar problemas, como por exemplo um indivíduo ser nomeado para trabalhar com finanças sem nunca ter atuado na área.

Outra maneira de seguir a carreira é trabalhando em empresas privadas mas que prestam serviço ao governo, o chamado segmento do terceiro setor. Neste caso a forma de contratação não é por concurso público, o candidato deve mandar seu currículo e aguardar o contato para uma entrevista.

Apesar de ser uma área tão abrangente, o professor Paulo do Valle alerta para uma escassez de profissionais no mercado “A falta de conhecimento, que neste caso depende mais do profissional, faz a gestão pública contratar agentes sem qualificação, tornando o serviço encontrado na maioria dos órgãos públicos o que ele é hoje” comenta. A opinião do professor é comprovada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que aponta que dos 5.570 municípios existentes no país, cerca de metade não possui um administrador público nos quadros administrativos das prefeituras.

Além do curso de administração, que capacita o profissional para trabalhar no setor público, existe o bacharelado em administração pública, os dois cursos possuem muitas disciplinas em comum, como economia e estatística e administração financeira. Ambos têm duração de quatro anos.

Tomada a decisão de seguir nessa área, é preciso dedicação e foco, o professor Paulo também aconselha “Não deve-se ter medo. É essencial compreender como a empresa pública funciona, da mesma forma que as demais empresas privadas que também possuem seus modelos de gestão. Atente-se apenas para o fato de que a empresa pública é regida por leis e isso é crucial para desempenhar bem o trabalho” finaliza.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Brasil vive uma crise sem fim

O Brasil vive uma crise sem fim, deixando de lado ideologias políticas é possível perceber que o problema é muito mais grave do que aparenta.

Brasil vive uma crise sem fim

O desemprego atingiu números assustadores e a inflação alta ameaçava dar as caras novamente. A então presidente Dilma sofreu impeachment, o que por alguns foi chamado de golpe. Golpe ou não é absolutamente verdade que Dilma já não conseguia mais governar o país que estava cada dia pior, mesmo ela tendo colocado em prática tudo o que disse que não faria durante a sua campanha. Lógico que não seria reeleita se tivesse falado a verdade durante a campanha.

Temer assumiu o Governo interinamente, em meio as denúncias e os envolvidos na operação lava jato o Governo também tomou medidas pouco populares com o objetivo de tirar o país da crise. O fato é que muita gente envolvida no Governo foi acusada de envolvimento em corrupção, não apenas de um partido ou de outro, mas sem distinção as denúncias foram ocorrendo e as delações foram enfraquecendo o Governo.

Apesar de tudo isso a economia já apresentava sinais de melhora, mas então ocorrem novas denúncias e agora o próprio presidente Temer é acusado de corrupção. Também uma das maiores empresas brasileiras e do mundo está envolvida em um esquema de propina que envolve vários políticos.

A pequena recuperação da economia está ameaçada e o Governo também. Será que por de trás de tantas denúncias não existe algo verdadeiro? Todas as denúncias contra o antigo Governo e o atual são infundadas? Acredito que não. Os políticos brasileiros em sua maioria almejam o poder apenas para benefício próprio, jamais pensando no bem do povo.

A única forma de acabar com toda essa cambada de corruptos seria tirar todos os políticos que estão em Brasília e ainda proibi-los de se candidatarem novamente. Criar leis que impeçam o recebimento de doações de empresas para campanha e reduzir as mordomias que nossos deputados possuem.

Sei que tudo isso não passa de utopia, pois jamais aprovariam algo que os prejudicasse. Então só nos resta esperar que um dia isso acabe e o país possa se tornar um país desenvolvido e não simplesmente o país do jeitinho.

A reforma da previdência pode ser boa para o trabalhador?

Devido a falta de apoio político e descontentamento geral dos trabalhadores, a reforma da previdência pode não atingir a maior parte dos objetivos do Governo. Muita coisa da proposta original já caiu por terra e outras ainda podem cair.

A reforma da previdência pode ser boa para o trabalhador?

Mas será que a reforma da previdência é mesmo boa para o trabalhador?

Eu diria que em nenhuma hipótese uma reforma que aumenta o tempo de contribuição, idade, ou retira benefícios será boa para o trabalhador. No entanto, uma reforma que facilitaria o acesso ao benefício jamais aconteceria. Logo, a verdadeira intenção do Governo é reduzir o “déficit” que diz existir e garantir que a previdência continue a existir e se mantenha sustentável por muito tempo.

Ou seja, o governo simplesmente quer aumentar a arrecadação com pessoas contribuindo por mais tempo e consequentemente usufruindo do direito por menos tempo. Não há como fazer qualquer reforma na previdência sem que haja total descontentamento da classe trabalhadora.

A reforma da previdência pode não acontecer agora como o Governo queria, mas vai chegar um momento onde isso será inevitável. Infelizmente o pior só será adiado.

Não estou aqui defendendo o Governo e nem ao menos criticando os protestos contra a reforma, mas simplesmente dizendo um pouco da verdade sobre a reforma da previdência.

A grande verdade é que o Governo nunca terá apoio para fazer esse tipo de reforma, pois pune o trabalhador às custas de economia para o Governo. Para piorar a situação ainda existe muita coisa obscura por de trás do “rombo da previdência” que o Governo insiste em dizer que existe. Sendo que muitos discordam dessa “verdade”, que na realidade é apenas uma invenção e que a previdência poderia se manter da maneira que está se o dinheiro com ela arrecadado fosse destinado apenas para sua função principal.

Certamente que o Governo jamais vai admitir tal coisa, se isso for verdade, então só nos resta torcer para que as mudanças demorem um pouco mais para acontecer.

O dilema da reforma da previdência

Um dos assuntos mais comentados do momento é a reforma da previdência que o Governo está propondo.

O dilema da reforma da previdência

As piadas são em quantidade absurda. Que você terá que começar a trabalhar o mais jovem possível ou trabalhar até perto dos cem anos para conseguir a aposentadoria.

Atualmente a lei já diz que para ter direito a aposentadoria é preciso ter 65 anos de idade para homens e 60 anos para mulheres, essa é a regra principal para aqueles que contribuíram com a quantidade de anos suficiente para garantir o benefício, mas não completaram o tempo suficiente para se aposentar por tempo de contribuição. No caso 35 anos homens e 30 anos para mulheres.

Na lei atual já é bastante complicado garantir o benefício, pois o trabalho informal, sem registro em carteira muitas vezes obriga o trabalhador a esperar a idade mínima para a aposentadoria. Com as frequentes crises e altas taxas de desemprego são poucos que conseguem se aposentar por tempo de serviço.

Logo se o Governo pretende dificultar ainda mais o acesso ao benefício, o trabalhador não tem outra saída a não ser tentar se enquadrar as regras. Sempre que não estiver em um emprego formal tentar fazer o pagamento do INSS para continuar segurado pelo Governo. Isso para todos os casos, auxílio doença, licença maternidade, etc.

Quanto a idade que é o maior empecilho principalmente para algumas profissões onde o desgaste é muito grande e dificilmente o trabalhador consegue suportar e aguardar a aposentadoria só existe uma solução. Quando a expetativa de vida está próxima dos 70 anos e você tem que trabalhar até os 65 anos para se aposentar é como se você entrasse de férias por alguns anos esperando o fim da vida chegar. Isso só pode ser modificado por você. Na verdade você não deve esperar a vida inteira por uma aposentadoria que talvez nunca chegará, mas sim desfrutar da vida ainda enquanto trabalha e tentar ao máximo possível poupar dinheiro ou ter alguma fonte de renda que posso lhe garantir na velhice.

Isso mesmo. Muitas pessoas passam a vida inteira sem se preocuparem com a aposentadoria e quando chega o tempo querem o benefício sem terem contribuído quase absolutamente nada e além disso, durante a vida não fizeram nada para garantir alguma renda que os sustentem até conseguir o benefício.

A maioria das aposentadorias é de apenas um salário mínimo, portanto, ela não é a salvação e nem a garantia de que você irá conseguir se manter para o resto da vida. Já imaginou comprar remédios e tudo mais com apenas um salário mínimo?

Pense nisso!

FGTS inativo: o que fazer com o dinheiro?

O que você vai fazer com o FGTS inativo?

Todos os trabalhadores com contas inativas do FGTS poderão sacar o dinheiro que está em contas inativas, independente da forma como foi demitido ou quando isso aconteceu. Para isso basta que a conta do FGTS não tenha recebido depósitos em dezembro de 2015.

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Basta acompanhar o calendário de pagamentos e verificar se você tem algum saldo para receber. Consulte aqui: http://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts/contas-inativas/Paginas/default.aspx

Essa é uma medida do Governo que visa aquecer a economia brasileira, diferente do Governo anterior que reduziu impostos e incentivou o consumo de produtos aumentando a produção e aquecendo a economia que agora está saturada e com vendas em baixa, pois a população está endividada ainda pagando parcelas de seus veículos novos e também não precisa mais de uma geladeira ou máquina de lavar nova. Com o dinheiro do FGTS a população poderá desafogar um pouco das dívidas e quem sabe ainda comprar alguma coisa aquecendo o consumo.

O grande problema é que o país ainda vive com uma crise de desemprego e o FGTS é um dinheiro para ser usado justamente nessa ocasião. Pela legislação vigente você só recebe o dinheiro se for demitido por justa causa, se ficar três anos sem carteira assinada, se tiver alguma doença grave ou ainda se for utilizar para a compra de um imóvel. Aí é que entra o grande problema.

Se você está empregado certamente que não terá receio em utilizar esse dinheiro da maneira que bem quiser, mas e se você estiver desempregado?

Esse dinheiro pode ser a salvação de muitos desempregados que não poderão utilizar esse recurso a torto e direito, pois não sabem se terão um emprego formal ainda neste ano.

A tentativa do Governo é boa, mas o trabalhador precisa tomar cuidado para não cair em uma cilada ficando desempregado e sem nenhum dinheiro para receber futuramente.

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