Administração e Sucesso

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Category: Economia (page 2 of 18)

Resenha: Muito além da vantagem competitiva

Título: Muito além da vantagem competitiva

Autor: Todd Zenger

Editora: M.Books

Ano: 2017

Páginas: 192

Muito além da vantagem competitiva

No primeiro capítulo o autor dá exemplos de teorias utilizadas por grandes empresas ao longo dos anos. Cita o caso de Walt Disney e as suas visões estratégicas que levaram à sua empresa a se consolidar no mercado e estar viva até hoje. Também cita o caso de Steve Jobs em sua empreitada que levou a Apple a se tornar uma das maiores do mundo em seu segmento. Sobretudo neste capítulo será apresentado ao leitor os três tipos de visão: antevisão, intravisão e extravisão.

No capítulo segundo você vai ver exemplos de empresas que adquiriram outras com a intenção de aumentarem sua capacidade de produção ou simplesmente eliminar a concorrência. Sendo que uma estratégia mal elaborada pode colocar a empresa em apuros, o autor demonstra as formas como isso deve ser feito corretamente.

No terceiro capítulo são abordados problemas ou dúvidas em como a empresa deve proceder em relação as suas teorias corporativas para criação de valor. Confiar em suas teorias corporativas ou seguir os sinais do mercado?

No capítulo quatro é abordado a questão de produzir ou comprar? A empresa pode se tornar refém de fornecedores ou ou integrar para compartilhar conhecimentos e ativos que irão garantir o controle. Para cada uma das duas opções existem vantagens e desvantagens.

No capítulo cinco Moldando Relacionamentos Externos é abordado o assunto do relacionamento da empresa com seus fornecedores. Onde o autor diz que a empresa não pode se limitar a uma única estratégia de relacionamento, mas também precisa escolher uma estratégia de relacionamento que seja de acordo com o valor que almeja e também esteja preparado para conviver com mudanças.

No capítulo seis é abordado o tema do designe organizacional dinâmico. Você verá que grandes empresas do mundo mudam constantemente seu designe a fim de se adaptarem ao momento do mercado e que isso não é algo tão ruim como aparenta.

No último capítulo o autor faz o fechamento do assunto relembrando alguns casos apresentados durante o livro.

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Obs: este livro foi recebido através de cortesia da Editora M.Books

Onde comprar: Amazon

Casa própria antes dos 30

Muitas pessoas sonham em ter a casa própria antes dos 30 anos, saiba que realizá-lo é possível

A maioria da população sonha em ter a casa própria e sair do aluguel, e hoje existem várias formas de investir em um imóvel, mas para que esse objetivo seja alcançado é preciso planejamento e organização financeira, assim será possível adquiri-lo até mesmo antes dos 30 anos. E essa é a fase da vida que vale mais a pena fazer esse investimento, pois as vezes um financiamento dura longos anos.

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É importante aproveitar os vinte e poucos anos da melhor forma, e se planejar para ter um imóvel próprio é uma delas, pois normalmente é o momento da inserção no mercado de trabalho e ainda não há muitos gastos porque muitos ainda vivem com os pais e não constituiu família. Porém, o  lado ruim é que muitos jovens não tem uma grande poupança para dar a entrada no investimento e o salário deve ser de um valor razoável com um emprego seguro, para que possa financiar.

E justamente o benefício ao fazer essa aquisição ainda jovem é o financiamento, uma pessoa que assina um contrato pode financiar em até 35 anos, quanto antes começar, maior será o aproveitamento depois da quitação. O planejamento financeiro deve ser bem claro e seguido à risca, para que as prestações caibam no orçamento. O financiamento pode comprometer até 30% da renda na prestação, mas os cálculos devem ser feitos para que sobre dinheiro e não comprometa o salário todo.

Alguns cuidados devem ser tomados quando a decisão de comprar um imóvel está certa, como investir em algo que caiba no orçamento e saber que muita coisa pode mudar ao longo do processo. O outro lado de ser jovem é a constante mudança e novas oportunidades, principalmente as profissionais. Por isso é melhor pensar em um imóvel mais em conta, bem localizado e que possa se tornar uma renda futura, caso a vida tome outros rumos.

Os imóveis valorizam com o passar dos anos, e isso também deve ser levado em conta, portanto a compra de uma casa ou apartamento simples pode ser uma grande aquisição pensando no futuro. E se a escolha for por um imóvel na planta, é imprescindível que haja muita pesquisa sobre as construtoras e se certificar da veracidade do projeto.

Há diversas opções no mercado, muitos deles em condomínios fechados que são completos, mas é importante contabilizar e planejar as intermediárias e chaves. Os valores mudam durante o tempo de financiamento e isso pode impactar na organização financeira, por isso saiba se terá condições reais e uma reserva até a quitação.

Uma boa forma de saber se está pronto e capacitado para adquirir o primeiro imóvel por um financiamento é poupar todo mês o valor que pretende pagar de prestação, faça isso durante três meses. Se houver dificuldade para guardar a quantia é porque o valor vai pesar no orçamento e então o imóvel deve ser mais barato, ou então o prazo de pagamento deverá ser maior.

Hoje no mercado local existem diversas opções de casas à venda, apartamentos, em bairros ou condomínios fechados. Os valores são variados e se encaixa com a necessidade de cada investidor, basta fazer uma boa pesquisa e contactar uma boa imobiliária.

Escrito por: Jacqueline Gonçalo

 

Conheça mais sobre a viabilidade em investir na compra de um imóvel

O sonho de muitos brasileiros é adquirir a casa própria, sair do aluguel e ter um lugar para chamar de seu. Já em outros casos, pessoas investem na compra de casas, seja para revenda ou aluguel para terceiros. Independente dos casos citados, a pergunta que fica é:  compensa ou não a compra de um imóvel na atual conjuntura do mercado? Este texto traz algumas sugestões e dicas para você adquirir de maneira segura e sem arrependimentos o imóvel dos seus sonhos, e elucida dúvidas na hora de fechar o acordo.

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O grande dilema para quem poupa dinheiro para investir em um imóvel é saber se vale a pena comprar para alugar ou como forma de um bem de consumo. O financiamento da casa própria é longo, podendo durar até 30 anos. Hoje em dia, existem diversas formas de aquisição e você precisa se informar bastante para escolher a que oferece a melhor rentabilidade para o seu dinheiro.

Comprar imóvel para alugar ou fazer um investimento financeiro?

Eis a pergunta, para quem poupa dinheiro para esta aquisição, existem no mercado diversas formas de aplicação, dentre elas produtos de renda fixa, comprar papéis de renda variável ou, ainda, pode comprar um imóvel para alugar. Por muitos anos comprar uma casa para aluga-la era uma garantia de retorno financeiro, já que os preços dos imóveis cresciam de maneira que valia a pena a compra para este fim. Porém nos últimos anos a instabilidade no mercado imobiliário pode acarretar perdas futuras de dinheiro, já que a variação nos preços está cada vez maior.

Por muitos anos investimentos do governo federal ajudaram na compra e financiamento a juros baixos, isso ocasionou um número de construções nunca antes visto nos grandes e médios centros urbanos no país. Em Campo Grande MS por exemplo, basta andar em bairros para ver o número expressivo de casas a venda. No entanto, atualmente o crédito diminuiu e as pessoas passaram a enfrentar dificuldades para reunir a quantia suficiente para comprar um apartamento ou casa, em função dos preços muito altos. Quem destinou o imóvel para aluguel se viu obrigado a baixar muito o preço, recebendo menos do que a prestação que pagava pelo imóvel.

Muitos especialistas afirmam que a aquisição da casa própria não é um investimento, mas sim, um bem de consumo, já que o imóvel não traz retorno financeiro. Por exemplo, para quem tem um único imóvel com a finalidade de moradia, valorização não significa um investimento.

Para aqueles que possuem mais de um imóvel um para moradia e outro, para investimento, sempre existe a dúvida, vendo a casa agora ou espero que se valorize mais? É preciso muita reflexão, porém a melhor alternativa, é vender, já que o lucro é garantido.

Outra opção interessante para adquirir um imóvel, é o pagamento a vista, pois essa maneira você pode atingir um desconto de até 30% do valor do imóvel. Há também a possibilidade de usar o FGTS para o valor de entrada e até integral, isso dependerá do seu valor retido no fundo. É importante ressaltar, se você já tem uma residência quitada e pretende trocar por outra melhor e mais cara, é preciso cautela e planejamento, conhecer o entorno desse novo imóvel, que, geralmente, aumentará o padrão de vida em 10% a 20%. Devido aos gastos com padaria, escola, gasolina, supermercado, por exemplo. Enfim, deve-se colocar na ponta do lápis tudo isso antes de tomar a decisão.

 

Mercado em crise aumenta a demanda de consultores empresariais

Para buscar inovação em um mercado saturado é preciso de ajuda profissional de um especialista

 

 

Se com o mercado estável já é preciso uma boa gestão em uma empresa, em tempos de crise é essencial a contratação de uma consultoria empresarial para guiar o negócio. Diante desse cenário, as organizações contam com seus consultores para tomar decisões assertivas.

remuneração e motivação

A consultoria é muito importante para uma empresa, além de ser um ponto de apoio ela é quem guiará a empresa para as oportunidades de mercado, o crescimento e inovação. A visibilidade no mercado é alcançada por meio da consultoria, ela é quem instrui para a busca do equilíbrio ideal para a formação de novas práticas, aumentando assim, o destaque da empresa em meio a concorrência.

É diante disso que percebe-se que os principais motivos do aumento da demanda por uma consultoria empresarial são a busca por novos conceitos para crescer continuamente e a necessidade de obter vantagens competitivas no ramo de atuação da empresa.

Quando a crise se instaura, o consultor empresarial tem um papel importante em tentar minimizar os impactos desse problema dentro da empresa. Ele precisa saber gerenciar seu funcionamento, o que inclui lidar com a equipe, encontrar alternativas para reduzir custos e buscar novas maneiras de atrair os clientes. Em suma, esse profissional terá que mostrar seus conhecimentos técnicos e práticos.

A importância do consultor para a estratégia da empresa

O elo entre a equipe e os empregadores em tempos de crise são os consultores, são eles que transitam pelos dois níveis hierárquicos da organização para ter uma visão sistêmica sobre o que é e o que não é funcional em relação às ações pensadas e praticadas.

Uma visão analitica e critica frente a esse cenário precisa ser desenvolvida pelo gestor para que auxilie os empreendedores a rever estratégias, adaptá-las ao novo cenário sem que cause um impacto negativo no procedimento das tarefas. A consultoria empresarial tem a missão de amparar a empresa no processo de rever os planos e projetar o futuro com base nas modificações feitas sem comprometer todo o desenvolvimento do negócio.

É o papel do consultor olhar para a situação com perspectivas positivas, apesar do contexto econômico não estar estável. É preciso analisar os problemas que a crise trouxe à empresa, avaliar a equipe e traçar rotas possíveis para dar continuidade ao trabalho sem grandes perdas. Um bom profissional olha o cenário sob a perspectiva do colaborador, dos acionistas, dos clientes e do mercado que a empresa está inserida, para assim pensar em cada ponto impactado.

A partir desse novo ângulo soluções surgem para atender todos as diretrizes, sem desconsiderar os interesses da organização, que neste caso é o mais importante. Gerenciar riscos em tempos de crise é uma medida cautelosa para não deixar que o cenário fique ruim, ou piore ainda mais, antecipando assim possíveis problemas e pensando com mais cautela e segurança, sempre levando em consideração a situação atual da empresa é de seu mercado atuante.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Remuneração Estratégica para Competitividade nas Empresas

“A retomada da competitividade se dá a partir da implementação de um modelo de gestão baseado na remuneração estratégica por impulsionar resultados superiores e sustentáveis.”

por Viviane Guerra e Anderson Toscano

No sistema capitalista em que vivemos hoje a meritocracia é o principal impulsionador para o crescimento pessoal de cada indivíduo dentro das organizações. Os profissionais veem sendo promovidos de acordo com o seu esforço e capacidade para desempenhar determinada função, porém também é preciso reconhecer os profissionais que desempenham um bom trabalho na função que atuam, ou seja, reconhecer os talentos e valorizar este profissional de forma que ele não deseje sair da empresa e continue motivado a desempenhar sua função cada vez melhor.

Ao contrário da remuneração estratégica, os modelos de remuneração tradicional não consideram o desempenho individual de cada colaborador. Nesses modelos são valorizadas características como lealdade, formação escolar ou tempo de casa que com o passar dos anos deixaram de serem as principais características para o reconhecimento de um bom funcionário (CHIAVENATO, 1999).

A remuneração estratégica é um recurso que contribui muito para felicidade no trabalho. Remunerar o profissional por seu esforço e diferenciação, ou seja, pelos resultados superiores que ele veem apresentando é um reconhecimento que motiva o profissional a ser sempre melhor, pois ele sabe que esta sendo reconhecido por isso e sabe o que a empresa espera dele.

Esse sistema tem como objetivo beneficiar o colaborador com outras formas de pagamentos complementando, assim, o sistema de remuneração tradicional. Com isso o funcionário se sente mais motivado a alcançar melhores resultados, além de sentir-se mais valorizado (GHENO; BERLITZ, 2011).

Já diziam Pereira Filho e Wood Jr. (1994) que a remuneração estratégica é um vínculo com a nova realidade das organizações e que a tendência era que ela se tornasse um imperativo para as organizações que desejavam sobreviver e prosperar. O fato é que hoje muitas empresas ainda continuam com modelos de gestão ultrapassados e não adotaram tal modelo de gestão e esse é um dos motivos que contribui para baixa competitividade no Brasil.

Os componentes de uma remuneração estratégica, de acordo com Pereira Filho e Wood Jr. (1994) estão na seguinte escala:

  1. Salário direto: determinado pela função e ajustado ao mercado;
  2. Salário indireto: benefícios e outras vantagens;
  3. Remuneração por habilidades ou conhecimento: determinado pela formação e capacidade dos colaboradores;
  4. Remuneração por resultados: vinculada a metas de desempenho dos colaboradores ou da organização;
  5. Participação nos lucros: vinculado a objetivo e lucratividade da empresa;
  6. Participação acionária: reforça vínculo e compromisso de longo prazo;
  7. Diversos: prêmios, comissões e gratificações.

Os profissionais que desempenham sua função com o máximo de comprometimento, engajamento e tentam sempre fazer o melhor trabalho, quando não são reconhecidos, desanimam e passam a buscar a felicidade em outro lugar. Muitas empresas perdem seus talentos não sabendo gerenciar de modo a fazer com que os bons profissionais permaneçam na empresa.

De acordo com o professor Szezecinski (2017): “Gente boa, qualificada, bem remunerada, trabalha melhor e se paga naturalmente. Profissionais com esse perfil buscam desenvolver competências no sentido de sua qualificação, entregam resultados melhores e querem crescer” (informação verbal).

O IBMérito acredita que as organizações precisam buscar de forma permanente a competitividade de seus negócios e que pessoas qualificadas e verdadeiramente reconhecidas por suas contribuições são fundamentais para geração de resultados superiores e sustentáveis. (SZEZECINSKI, LAUFER, MENDES, RAMOS, 2017, p.19)

O modelo de gestão atual utilizado por muitas empresas com relação a remuneração implica em um pensamento onde o funcionário tem de se contentar com o que a empresa oferece e se não quiser a empresa simplesmente irá substituí-lo, pois a final, todos somos substituíveis. Acontece que esse modelo não leva em consideração o que ocorre depois da substituição.

É fato que todas as pessoas precisam de um meio de sustento e as empresas de certa forma utilizam isso como uma ameaça, utilizando a famosa frase: “se não esta bom pra você o mercado esta cheio de gente querendo trabalhar”. Só que esse modelo não analisa que bons profissionais não ficam fora do mercado, mesmo em momentos de crise. Se ele sair ele vai ir muito provavelmente trabalhar na concorrência, levando muitas vezes os clientes daquela empresa que não o valorizou.

Com isso a empresa acaba perdendo bons profissionais e contratando pessoas novas, muitas vezes destreinadas e que com certeza ainda terão de aprender a politica da empresa, sistema interno, etc. O que se percebe é que esta cada vez mais difícil encontrar no mercado, profissionais qualificados, que desempenham sua função com máximo de excelência e eficiência, gente comprometida e com responsabilidade, gente que veste a camisa.

Muitas vezes a empresa só decide oferecer uma boa remuneração ao funcionário quando o mesmo recebe outra proposta de emprego com melhor remuneração. E isso só ocorre quando o gestor percebe da importância daquele funcionário para empresa, pois quando não existe essa percepção, muitas vezes a empresa perde os bons funcionários gastando com contratações e demissões e muitas vezes perdendo clientes pela queda de produtividade e qualidade.

A nova geração de gestores precisa quebrar o modelo antigo e olhar mais para as pessoas, não se contentar com profissionais medianos, trazer os melhores e dar condições para que eles queiram permanecer. Uma organização de sucesso é feita de pessoas que apresentam resultados superiores e a remuneração estratégica é uma ferramenta para fazer com que estes profissionais queiram permanecer na organização.

As empresas precisam deixar de ver a remuneração como uma questão de custo, e sim ver como um fator fundamental para o crescimento da organização, impulsionando melhorias e aumento da competitividade (PEREIRA FILHO, J. L.; WOOD JUNIOR, 1995).

De acordo com Farah (2014, p.1), diretora comercial da Sinergia Recursos Humanos:

A remuneração estratégica vem sendo uma nova vantagem competitiva, sendo dividida entre fixa e variável. Na remuneração fixa, o colaborador recebe um salário pela função; um salário indireto, por meio de benefícios e outras vantagens; e uma remuneração por habilidades, definida pela capacitação e voltada para cargos operacionais. Já na remuneração variável, há o salário por competências, voltado para cargos administrativos e de liderança; previdência complementar e remuneração variável por resultados.

A partir dessa nova visão e implementação de um modelo de gestão de meritocracia e remuneração estratégica, ou seja, valorizando os melhores, as empresas passarão a tornarem-se mais competitivas, com cada vez profissionais melhores, elevando a qualidade e desempenho do mercado de trabalho no Brasil.

REFERÊNCIAS

CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

FARAH, Carolina. Os desafios da remuneração estratégica. CLICRBS, dez. 2014. Disponível em:<http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/economia/negocios/noticia/2014/12/os-desafios-da-remuneracao-estrategica-4663681.html> Acesso em 27 ago. 2017.

GHENO, R.; BERLITZ, J. Remuneração estratégica e pacote de benefícios: Um estudo de caso aplicado ao nível operacional de uma multinacional. Rev. Adm. UFSM, Santa Maria, v. 4, n. 1. 2011.

PEREIRA FILHO, J. L.; WOOD JUNIOR, T. Remuneração estratégica: a nova vantagem competitiva. RAE-Revista de Administração de Empresas, v. 35, n. 4, jul./ago.1995.

SZEZECINSKI, Antônio Silvano; LAUFER, Jaime; MENDES, Geraldo Silveira; RAMOS, Roseneide. Desafios e perspectiva para retomada da competitividade brasileira. 1. ed., jan. 2017. Disponível em: < http://www.ibmerito.org/artigos.html>. Acesso em 28 ago. 2017.

Obs: este artigo foi cedido para publicação pelos autores.

O que um administrador público faz? Saiba mais sobre essa carreira

O curso de administração carrega o estigma de ser uma das graduações mais fáceis ou a que as pessoas escolhem quando não sabem que profissão seguir. Os números não mentem, segundo o Censo da Educação Superior divulgado em maio pelo Ministério da Educação (MEC), o curso de administração está em primeiro lugar nas escolhas dos brasileiros, representando 11,9% das matrículas.

Cima

 E nos dias de hoje onde as pessoas vão para pesquisar sobre o curso que pretendem fazer? Para a internet, é claro. E como lá é um ambiente guiado por números, não é difícil descobrir qual o assunto mais procurado. E a administração dispara na frente mais uma vez, segundo o Google Trends, uma ferramenta que mostra o volume de buscas de determinada palavra, o termo ‘administração pública’ ocupa o segundo lugar no ranking dos termos relacionados a administração mais procurados dentro do site de buscas.

Este segmento está diretamente ligado com a administração em si, pois no curso são ensinadas técnicas que devem ser aplicadas de acordo com a empresa onde a pessoa atua. É o que explica Paulo do Valle, ex conselheiro do CRA/MS e professor da Universidade Católica Dom Bosco, “O curso têm por vocação, formar profissionais que, em tese, podem atuar em diversas áreas do conhecimento com foco na gestão. Quando um profissional é contratado por uma empresa, o mesmo deve adaptar suas habilidades conceituais a necessidade da empresa, pois teve a oportunidade de conhecer áreas de gestão na formação” diz.

O principal campo de trabalho de um administrador público são os órgãos federais, municipais ou estaduais, ministérios, secretarias e concessionários de serviços públicos. Atuando em áreas como saúde, educação, habitação, cultura e assistência social. Dentro dessas áreas, o profissional pode atuar de diversas maneiras, tais como:

Consultoria pública: Planeja ações institucionais que podem reduzir os custos administrativos, ampliando assim a abrangência e os benefícios das políticas públicas.

Empresas de terceiro setor: São aquelas sem fins lucrativos onde, o administrador público, pode implementar programas e projetos, além de planejar licitações públicas e intermediar o contato entre a empresa de terceiro setor e o Estado.

Empresas privadas: Nelas o administrador atua na prestação de serviço para órgãos governamentais, realizando atividades que integram a iniciativa privada e o poder público, em projetos de gestão ou programas de responsabilidade social.

Gestão de políticas públicas: Estabelece diretrizes para programas e encaminha para os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, soluções para problemas sociais nas áreas de educação, saúde, assistência social, etc.

Política: Pode ser assessor de deputados estaduais e federais, senadores, vereadores, prefeitos e governadores, atuando em gabinetes oficiais e auxiliando-os na elaboração de política públicas.

Serviço Público: Administra os setores orçamentários e contábeis dos órgãos públicos, além de realizar licitações e contratos administrativos e gerenciar a ligação entre órgãos públicos e privados.

Para ingressar em uma carreira dentro do setor público, ou seja, trabalhando diretamente no governo existem duas maneiras: por meio de concurso público ou ocupando cargos de confiança. Com relação aos concursos, a prova atesta os conhecimentos teóricos e não a prática ou experiência na área que o profissional têm, o que pode se tornar um problema com o passar do tempo. O lado positivo, é que o concurso traz consigo uma estabilidade financeira.

O outro caso, em que o profissional é indicado para ocupar algum cargo de confiança também pode gerar problemas, como por exemplo um indivíduo ser nomeado para trabalhar com finanças sem nunca ter atuado na área.

Outra maneira de seguir a carreira é trabalhando em empresas privadas mas que prestam serviço ao governo, o chamado segmento do terceiro setor. Neste caso a forma de contratação não é por concurso público, o candidato deve mandar seu currículo e aguardar o contato para uma entrevista.

Apesar de ser uma área tão abrangente, o professor Paulo do Valle alerta para uma escassez de profissionais no mercado “A falta de conhecimento, que neste caso depende mais do profissional, faz a gestão pública contratar agentes sem qualificação, tornando o serviço encontrado na maioria dos órgãos públicos o que ele é hoje” comenta. A opinião do professor é comprovada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que aponta que dos 5.570 municípios existentes no país, cerca de metade não possui um administrador público nos quadros administrativos das prefeituras.

Além do curso de administração, que capacita o profissional para trabalhar no setor público, existe o bacharelado em administração pública, os dois cursos possuem muitas disciplinas em comum, como economia e estatística e administração financeira. Ambos têm duração de quatro anos.

Tomada a decisão de seguir nessa área, é preciso dedicação e foco, o professor Paulo também aconselha “Não deve-se ter medo. É essencial compreender como a empresa pública funciona, da mesma forma que as demais empresas privadas que também possuem seus modelos de gestão. Atente-se apenas para o fato de que a empresa pública é regida por leis e isso é crucial para desempenhar bem o trabalho” finaliza.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Mudanças na CLT: bom ou ruim?

Na teoria o Governo diz que a aprovação das mudanças na CLT é uma vitória na luta com o desemprego, mas por outro lado também é muito criticada levando aos trabalhadores a perder direitos já garantidos. Qual é a verdade?

Mudanças na CLT

Serão permitidos acordos coletivos e se aprovados serão reconhecidos como lei. Acordos coletivos já existem e como o próprio nome diz não é aprovado por apenas uma pessoa, mas em conjunto entre empregador e empregados, portanto, isso não muda em muito o que já existe hoje.

Com a reforma trabalhista, a negociação entre empresas e trabalhadores prevalecerá sobre a lei em pontos como parcelamento das férias, flexibilização da jornada, participação nos lucros e resultados, intervalo de almoço, plano de cargos e salários e banco de horas.

Outros pontos, como FGTS, salário mínimo, 13º salário, seguro-desemprego, benefícios previdenciários, licença-maternidade, porém, não poderão ser negociados.

Como podemos ver as mudanças não atingem o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço que o trabalhador continuará a ter direito quando for demitido, também não afetará o 13º salário que o trabalhador tem direito no final do ano, seguro-desemprego, aposentadoria e licença maternidade.

A aposta do Governo é de que a taxa de desemprego caia bastante com a entrada em vigor das mudanças aprovadas. Para efetivamente sabermos se isso realmente vai acontecer é preciso esperar para ver.

Mudanças na legislação trabalhista visam geralmente reduzir a burocracia na hora de contratar um trabalhador e reduzir custos do setor previdenciário, como foi no caso das mudanças no seguro-desemprego. Elas visam reduzir as despesas do Governo e consequentemente não são boas para quem teria direito a receber e agora não tem mais.

O tempo vai dizer, as taxas de desemprego são divulgadas periodicamente, quem se submeter a essas mudanças também poderá opinar sobre e dizer se isso foi afinal bom ou ruim para o trabalhador. Por mais que digam que isso é bom, o trabalhador sempre ficará preocupado com qualquer mudança nas leis trabalhistas.

Plano de negócio é essencial para o sucesso de uma franquia

Qualquer tipo de empresa deve ter um plano de negócios consolidado antes de tudo ser colocado em prática. As marcas que querem se tornar franquias e serem inseridas nesse mercado tão concorrido, ou o futuro empresário que deseja comprar uma franquia devem elaborar tal plano para organizar todos os pontos para que o negócio seja bem sucedido, assim evitando problemas.

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O primeiro passo para quem vai investir em uma franquia é pensar em uma marca que já é consolidada no mercado e bem conhecida, pois assim criar um plano de negócios se torna menos complicado, pois existe uma certa padronização dentro do franchising. Porém existem aspectos não padrões para o novo franqueador, como fatores de localização, público-alvo e perfil de compra.

Tudo deve ser considerado na hora de elaborar as estratégias e definir as metas, por isso criar um plano de negócios requer muita análise, pesquisa e comunicação. Nesta fase deve-se avaliar o mercado e a empresa, quais são os dados de vendas da franquia desejada e se a expansão da marca e distribuição dos produtos e serviços são bons diante dos consumidores.

No plano de negócios é definido o modelo da franquia que será adquirida e quais serão os investimentos necessários para sua implementação. Com base nos dados obtidos é definido o prazo de retorno dos gastos, conhecido como lucro, as taxas da franquia como, royalties, propaganda e outras. Tudo deve ser bem estruturado, algumas regras básicas devem ser seguidas, mas a partir do momento em que o franqueador foca na boa localização e perfil dos consumidores as vendas podem se destacar e o retorno pode acontecer mais rápido.

Invista em franquias de baixo custo

Não é impossível encontrar franquias de baixo custo e com um bom rendimento. Além disso existem várias opções em diversas áreas do mercado que vai desde alimentação e comércio até prestações de serviço, para escolher basta seguir um plano de negócio que estará de acordo com as habilidades e perfil profissional do franqueador.

De acordo com o “Guia Definitivo: As Melhores Franquias de Baixo Custo de 2017”, as melhores opções para investir com custo de até R$ 10 mil  são a PremiaPão, Poltrona 1 Turismo, Limpidus, Jan Pro do Brasil e ChipBras. De até R$ 25 mil, Golfran, Clube Turismo,  Auto Spa Express, Vazoli e Mary Help.

Atualmente existem opções inúmeras opções com preço acessível para quem sempre quis dono do próprio negócio, assim como existem empresas como a Cacau Show, Subway, CNA e Kumon, só que para adquiri-las é preciso investir um pouco mais. O momento é favorável para abrir uma franquia, basta escolher o segmento e elaborar um bom plano de negócio.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Alta remuneração e motivação: a busca do equilíbrio em uma empresa

A motivação no ambiente de trabalho, que por vários fatores pode se mostrar desgastante, precisa ser uma constante, e muitas empresas acreditam que apenas a alta remuneração é suficiente para manter os funcionários sempre motivados. Porém, quem conhece gestão de pessoas a fundo sabe: somente isso não pode ser suficiente a longo e médio prazo.

remuneração e motivação

Mesmo que com a recompensa financeira haja melhoria comportamental e profissional, esta mudança pode ser passageira devido ao fato de que o estímulo precisa ser repetido para que a motivação seja mantida, ou seja, será necessário mais dinheiro. Para não cair nesse “loop” errôneo, as empresas precisam oferecer oportunidades de crescimento que permitam a conciliação entre vida pessoal e profissional dos funcionários, além de fatores que vão além do aumento salarial.

Em muitos departamentos de RH, a questão da remuneração é apenas um elemento. O que os empregados buscam é um lugar em que eles sintam que há uma razão para que eles trabalhem ali e entendam sua real importância na complexa engrenagem dos negócios. Seria muito mais fácil para a área de recursos humanos se a imagem de bom lugar de trabalho fosse aquele que oferecesse rios de dinheiro. Nesse caso, era só desenhar um pacote de remuneração mais atraente. Porém, a questão vai além disso.

Como motivar uma equipe?

Para atingir um elevado grau de satisfação do time, é preciso ir além das ferramentas básicas e dos velhos conceitos de motivação. Motivar colaboradores é uma atividade diária que requer habilidades de um profissional capacitado em gerir equipes. O colaborador deve ser tratado de maneira individual, pois cada um tem talentos, anseios e expectativas perante a carreira e a vida pessoal. É importante que eles saibam dos resultados de suas ações, sendo positivas ou não. O feedback é essencial para desenvolver a equipe. E, quando possível, faça elogios publicamente, pois isso estimula os profissionais a buscarem sempre bons resultados. Além disso, cada colaborador deve sentir-se parte importante para a empresa em que trabalha. Envolva-os nos projetos, defina o que e como cada um pode contribuir. Tudo isso são elementos que podem ajudar, e muito, em uma motivação de qualidade.

Escrito por: Jacqueline Gonçales

5 Planilhas de Orçamento para Empresas

A gestão financeira é o coração de todo negócio. Embora todas as outras áreas de gestão sejam essenciais é no dinheiro que dói mais e é onde os gestores colocam sua energia. O controle financeiro tem ainda outra característica interessante. Ele é formado por duas grandes forças: as vendas e os custos.

O primeiro (as vendas) é onde se encontra a estratégia, o marketing, a sedução e a geração de valor para os clientes. Já o segundo (os custos) é onde você tipicamente tem a chatice, a austeridade e a busca por otimização constante.

Não só isso, mas existe ainda outra visão importante de tudo isso. A maioria das empresas quer mesmo crescer as venda e não ter que se importar tanto com os custos, mas a verdade é que, como gestores, nós temos muito mais controle dos nossos pagamentos do que sobre os recebimentos.

Por isso, quando falamos de gestão financeira, acaba que o lado mais importante de desenvolvermos e utilizarmos as melhores ferramentas é no controle de custos e na estruturação dos orçamentos de nossos negócios.

1. Planilha de Fluxo de Caixa

fluxo de caixa excel

Essa é a planilha mais fundamental de gestão financeira. Perfeita para você ter um controle geral do negócio com classificações de todas as movimentações vai lhe gerar uma visão completa e permitir entender o orçamento típico de um mês. Veja essa planilha aqui!

2. Controle Financeiro Completo

controle financeiro excel

Essa é uma planilha um pouco mais avançada. Ela tem tudo que a fluxo de caixa possui e mais. Nela, você vai conseguir criar centros de custos, diferenciar forma de pagamento, controlar múltiplas contas bancárias e cadastrar despesas recorrentes. Ela vai lhe dar uma visão geral do orçamento e dezenas de outras análises. Veja essa planilha aqui!

3.    Orçamento

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Uma outra visão mais tradicional é o orçamento empresarial. Essa é uma planilha que ao invés de olhar o financeiro de maneira mais ampla, foca em garantir que o planejamento financeiro está sendo cumprido e analisar quando o previsto não bate com o realizado. Veja essa planilha aqui!

4.    Balanço Patrimonial

balanco patrimonial excel

Uma outra visão de orçamento é através do balanço patrimonial do negócio. Essa é uma análise mais ampla que normalmente de maior prazo, mas em empresas um pouco maiores faz toda diferença na estratégia do negócio! Veja essa planilha aqui!

5.    Proposta Comercial

proposta comercial excel

Orçamento também está intimamente ligado com a formação de preços. Normalmente em serviços isso tem uma variação maior e erros na hora de enviar uma proposta podem acabar com todo o planejamento financeiro feito anteriormente. Por isso, o uso de uma planilha de proposta comercial que lhe fornece um histórico e também automatiza a criação de orçamentos prontos em PDF pode ser bastante útil! Veja essa planilha aqui!

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Obs: este é um artigo patrocinado.

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