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Categoria: Economia (page 1 of 19)

Fim do DPVAT é uma boa notícia?

O DPVAT é um seguro obrigatório que todos os proprietários de veículos automotores precisam pagar todos os anos juntamente com o licenciamento anual. Ele em nada tem a ver com os seguros oferecidos por segurados e afins.

Fim do DPVAT

“O Seguro DPVAT é um direito de todo brasileiro. Criado em 1974 pela lei federal nº6.194/74, oferece cobertura abrangente para todas as vítimas de acidentes de trânsito registrados em território nacional, seja condutor, passageiro ou pedestre – independente de culpa no acidente”.

No dia 11/11/2019 o presidente Jair Bolsonaro editou uma medida provisória acabando totalmente com o DPVAT. Certamente que será uma despesa a menos para a maioria dos brasileiros que nunca precisaram usufruir do seguro. No entanto, os valores pagos anualmente ao DPVAT caíram muito nos últimos anos, como exemplo tínhamos o valor para proprietários de veículos baixos que era atualmente de apenas R$ 16,21, um valor irrisório perante ao valor que poderia ser recebido em caso de um acidente.

O valor recebido por morte era de apenas R$ 13.500,00, certamente que não faria muita diferença na vida de uma família em que o pai morreu jovem em um acidente de trânsito. É aí que entra a principal questão. Todo brasileiro tem direito a ser atendido gratuitamente pelo sistema único de saúde – SUS, mas nem todos têm direito a aposentadoria por invalidez ou pensão por morte. Para ter acesso aos benefícios é preciso contribuir ao INSS. O grande problema é que o SUS não tem capacidade para atender a população com rapidez e eficiência.

Portanto, uma pessoa que hoje tem direito ao DPVAT ficaria totalmente desamparada em caso de invalidez permanente se a mesma não contribui com o INSS.

O fim do seguro obrigatório de veículos deve levar mais pessoas a contribuírem ao INSS com medo de ficarem desamparadas, claro que a um custo muito mais elevado, mas com mais benefícios em caso de morte ou invalidez permanente.

Só o tempo dirá se o fim do DPVAT foi uma boa ideia ou um prejuízo para o cidadão brasileiro.

Mais informações sobre o DPVAT: https://www.seguradoralider.com.br/ParceiroDPVAT/Pages/Historico-do-Seguro-DPVAT.aspx

Privatização dos Correios: bom ou ruim?

privatização dos correios

Você é a favor ou contra a privatização dos Correios?

Existem duas frentes, uma a favor e uma contra a privatização da estatal.

Os que apoiam a privatização dizem que a empresa não é ineficiente, que acumula dívidas e que não consegue atender ao mercado da maneira que o cidadão precisa.

Quem é contra teme principalmente o que pode acontecer com uma possível privatização. Atualmente os Correios entregam encomendas de diversos tipos, cartas e envelopes em todas as cidades do Brasil. Existem algumas restrições, endereços em que o usuário precisa retirar o objeto diretamente na agência, mas mesmo assim o serviço existe. Fica a dúvida se uma empresa que almeja apenas lucros irá manter o serviço de entregas nestas cidades e localidades onde as operações não são viáveis financeiramente.

Hoje quando você precisa enviar alguma coisa, um envelope, um livro, um presente para qualquer lugar do Brasil, basta ir nos Correios e depois acompanhar o andamento da entrega através do sistema de rastreamento. Mas e se esse serviço deixar de ser oferecido em muitos lugares? Como é que as pessoas vão fazer para enviar suas coisas? Não estou falando de grandes empresas, pois quando compramos alguma coisa na internet, muitas vezes ela já é entregue por uma transportadora.

Eu mesmo fico preocupado, sou escritor e de vez em quando preciso enviar livros vendidos para clientes de várias regiões do país, também envio marcadores em envelopes que custam apenas R$ 1,30 a remessa. Se esse serviço acabar, não faça a mínima ideia de qual será a outra alternativa.

Pode ser que seja apenas um receio sem sentido, que a privatização venha apenas para melhorar um serviço que já existe, mas só saberemos disso quando finalmente acontecer. A verdade é que isso ainda vai demorar muito tempo para acontecer, essa notícia de privatização vem se arrastando ao longo dos anos e agora ganhou força no governo. Mesmo assim ainda deve demorar alguns anos até sair do papel, isso se for aprovada.

Declaração de IR 2019, não entreguei,e agora?

O prazo para a entrega das declarações de imposto de renda terminou no dia 30/04/19. Mas nem por isso você está desobrigado a fazer a sua declaração de IR 2019.

declaração de ir 2019

Quem não fez a declaração no prazo correto deve preenchê-la a parti de hoje 02/05 utilizando o mesmo programa da receita federal. A recomendação é que seja feito o mais rápido possível, pois quanto mais atrasada for entregue, maior será a multa aplicada à sua declaração.

Quanto é a multa?

O valor da multa é R$ 165,74, mas este valor pode chegar até um limite máximo de 20% do imposto devido. O detalhe é que você pagará a multa de qualquer maneira, não importa de sem imposto à pagar ou restituição à receber. A multa será aplicada nas duas ocasiões.

Todos os contribuintes tiveram dois meses para entregarem suas declarações, portanto, não foi por falta de tempo que deixaram de fazê-la. Quem atrasa a entrega da declaração não tem nenhum benefício com isso. Muito pelo contrário, só terá prejuízos. Vai ter que pagar além daquilo que já pagaria, ou vai receber uma menor restituição em função das multas aplicadas.

Mas se eu deixar de fazer a declaração?

Esta é uma opção, mas se os seus ganhos no ano de 2018 se enquadram na situação de obrigatoriedade de entrega de declaração, certamente que a Receita Federal vai cruzar os dados e seu CPF ficará em situação irregular e você será impedido de fazer um monte de coisas.

Em resumo, não existe qualquer vantagem em tentar burlar o sistema, ou para quem atrasou a entrega da declaração de IR 2019. Outro ponto importante, se você tem restituição à receber, quanto mais demora para entregar a declaração, mais demorada será a restituição dos valores a que tem direito. Portanto, não perca tempo e faça a declaração o mais rápido possível.

Antecipar o pagamento de empréstimo vale a pena?

Antecipar o pagamento de empréstimo vale a pena?

Muitos acreditam que é melhor seguir o ritmo normal das parcelas, pois daqui a 10, 20 ou 30 anos o valor pago será tão irrisório que não fará nenhuma diferença significativa no orçamento. Mas isso não passa de ilusão.

Antecipar o pagamento de empréstimo

Analise qual é seu sistema de financiamento

Financiamento geralmente são realizados em um desses dois tipos de sistemas de amortização, Sistema de amortização constante – SAC, onde o valor das parcelas caem com o passar do tempo e Sistema de amortização francês SAF ou Price, onde as parcelas são fixas com o mesmo valor até o final do contrato.

Vamos analisar um empréstimo de parcelas fixas de R$ 1.500,00 pelo prazo de 30 anos. Numa conta simples chegamos ao valor final de R$ 540.000,00. No entanto, o valor financiado inicialmente foi de apenas R$ 200.000,00, isso significa que ao final de 30 anos você terá pago 2,7 vezes o valor do imóvel. Lógico que daqui a 30 anos seu imóvel pode valer muito mais do que isso, mas também pode estar deteriorado por falta de cuidados e reformas que serão necessárias ao longo dos anos.

A primeira coisa a analisar é o fato de a pessoa não ter condições de arcar com uma prestação de valor maior, mas ao longo dos anos isso pode mudar, é possível que em poucos anos você seja capaz de quitar mais do que uma parcela por mês. Mas por que vou fazer isso se posso usar o dinheiro para outra coisa, trocar de carro ou investir em outra coisa? Pelo simples fato de que o valor final pago pelo imóvel será muito mais baixo do que o previsto.

Mas eu não teria R$ 3.000,00 para pagar duas parcelas mensais? Certamente que é difícil juntar o dinheiro para duas parcelas em um mês, mas quando estamos falando de parcelas fixas, você pode pagar as parcelas de trás para a frente. Como é uma parcela que ainda vai vencer daqui a mais de 20 anos e você vai quitar ela agora, o desconto obtido será absurdamente alto. Você irá pagar uma pequena quantidade de juros. Talvez com R$ 600,00 você consiga quitar 3 parcelas com desconto.

Para saber se isso é possível, basta ir até o seu banco e conversar com o gerente de sua conta e pedir para verificar a opção. O banco não pode impedi-lo de pagar parcelas antecipadas e deve oferecer o desconto. Se negar a fazer isso é o mesmo que impedir um cliente de ir ao banco e quitar todo o financiamento antecipado.

Como podemos ver, antecipar o pagamento de empréstimo é uma ótima opção se você está com um dinheiro sobrando ou teve um aumento na renda. Faça as contas e veja que compensa a redução dos juros que serão pagos, além de poder quitar o financiamento muitos anos antes do previsto. Saiba também que antecipar parcelas que vencem num curto prazo não trará desconto significativo, quanto mais longe maior o desconto.

Veja mais aqui nesta postagem: http://administracaoesucesso.com/2014/06/07/antecipe-o-pagamento-do-financiamento-e-economize-dinheiro/

Veja outro exemplo: http://www.gustavocerbasi.com.br/blog/antecipar-a-quitacao-do-financiamento-e-um-bom-negocio/

Entenda como o estágio pode auxiliar no seu crescimento acadêmico e profissional

Após chegar na faculdade, muitos estudantes passam a se preocupar com o momento do estágio. Onde se candidatar? Em qual área estagiar? Como achar vagas de estágio? São dúvidas frequentes e compreensíveis já que o estágio é de extrema importância para o amadurecimento profissional do estudante. Confira algumas dicas que podem auxiliar neste momento decisivo.

Identificação com o curso

Decidir sua carreira após o fim do ensino médio pode ser complicado. Muitas dúvidas aparecem quando se trata de seu futuro profissional desde sobre quando área mais se identifica a qual área lhe dará mais retorno.

O momento é delicado pois muitas dessas dúvidas não são respondidas durante o vestibular. Quando já na posição de universitário o momento do estágio pode ser definidor neste sentido pois é confirmatório da escolha do estudante. Atuar na prática da graduação que escolheu é essencial para confirmar ou não sua identificação com o curso.  

Proporcionam experiência profissional

Muitos estudantes sentem-se frustrados no momento de montar um currículo quando chega a hora de falar de suas experiências profissionais. O estágio te auxilia nesta situação pois a partir das oportunidades que a faculdade e seu estágio te proporcionaram te ajudarão nesse momento.

Desde seu período de estágio a cursos de curta duração, palestras e congressos podem ser um diferencial que vai te destacar entre os candidatos. Os estágios principalmente são ótimos aliados para ampliar seu currículo, já que te proporcionam uma vivência profissional antes de finalizar a graduação. Você aprenderá algumas habilidades imprescindíveis para atuar em sua área de interesse e chegará ao mercado de trabalho mais bem preparado.

Facilitam a inserção direta no mercado de trabalho

Uma maneira de diminuir seu caminho até o primeiro emprego após a graduação pode ocorrer no seu próprio local de estágio. Muitas corporações adotam a política de capacitar seus estagiários para efetivação após o fim da graduação ou até mesmo antes disso em alguns casos.

Não acontece com frequência mas, se você se dedicar, mostrar seu diferencial e que é bom no que faz, pode acontecer com você. As empresas costumam integrar de maneira intensa seus estagiários porque eles já estão familiarizados com o ambiente, com a rotina de trabalho e com as normas da empresa em questão. Além disso, muitos gestores preferem esse método pois isso faz com que os custos com seleção de novos colaboradores sejam bem menores.

Escrito por: Rafaela Roque Fernandes

Saiba escolher uma boa franquia

A escolha da franquia é decisiva para o sucesso do negócio. É preciso saber se a franquia é de confiança. Sempre busque por informações sobre a marca em guias especializados.

Tenha afinidade com a franquia

Não tente escolher alguma rede por modismo. Procure um setor com o qual você tenha afinidade e, preferencialmente, tenha domínio. A franquia deve estar ligada à suas experiências e valores enquanto empreendedor.Além disso, pondere sempre os pontos positivos e negativos de trabalhar diretamente com o setor da rede em questão.

Consuma

É recomendável que, caso não tenha tanto conhecimento sobre a franquia, o empreendedor compre ou utilize os produtos e serviços oferecidos pela rede. Se não gostar enquanto consumidor, pode ser arriscado investir na rede.

Não tente reinventar a roda

Não tente desviar sua franquia do resto das franquias da rede drasticamente. Lembre-se que está trabalhando com uma marca já estabelecida e que, portanto, também tem premissas pré-estabelecidas, além de processos gerenciais e comerciais que foram aperfeiçoados durante todo o tempo de existência da rede. Siga as recomendações da franquia ao menos inicialmente.

Esteja em contato com outros franqueados

Os antigos parceiros da rede terão muita experiência e recomendações para te fornecer. Não é recomendável buscar conselhos da própria franqueadora. Pergunte a pelo menos três franqueados e saiba se foi um negócio rentável e positivo para eles.

Fique de olho na COF

Ao escolher a marca ideal, você receberá a Circular de Oferta da Franquia (COF). Este documento é elaborado pela franqueadora e dispõe de informações gerais sobre o negócio e suas condições. ACOF deve conter todas as informações regulamentadas e exigidas pela Lei das Franquias, tal como os direitos e deveres da rede e dos franqueados, além de histórico da franquia, informações financeiras, royalties, entre outros. Leia todo esse documento calmamente para não sobrar dúvida alguma sobre seu investimento. A COF, aliás, deve ter obrigatoriamente os contatos dos outros franqueados da rede além de informações de empresários que desfizeram a parceria nos últimos 12 meses.

Escrito por: Jacqueline Gonçalo

Saiba em quais casos o microempreendedor deve emitir nota fiscal

Abrir um MEI (Microempreendedor Individual) trouxe várias vantagens para o trabalhador informal, principalmente pela obtenção do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica). Há uma maior facilidade para comprovação de renda, benefícios como a aposentadoria e a possibilidade de emitir notas fiscais.

Nota fiscal

       Muitos empreendedores acreditam que é obrigatória a emissão de nota fiscal pelo MEI, mas isso não é real. A Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas elucida que os MEIs estão dispensados de emitir notas fiscais quando os produtos são vendidos para pessoas físicas. Essas facilidades se dão porque o programa do MEI surgiu para que o estado arrecade e diminua a informalidade no mercado de trabalho.

       Mesmo que não tenha a obrigatoriedade de emitir nota fiscal, existem dois casos nos quais o microempreendedor precisa fazer a emissão. O MEI deve emitir nota fiscal nas vendas e nas prestações de serviço realizadas para pessoas jurídicas, ou seja, para as empresas de qualquer porte.

       Outra dúvida frequente são os tipos de notas fiscais existentes para o microempreendedor individual. Um modelo é a Nota Fiscal Avulsa (NFA), que é um modo mais prático para emissão pelo MEI. Porém é preciso saber se o estado em que a microempresa está aberta permite emitir essa nota e quais documentos necessários, para isso é preciso ir até a Secretaria de Fazenda (Sefaz) ou algum escritório da Sefaz e solicitar.

       A Nota Fiscal Avulsa Eletrônica (NFA-e) trabalha de forma parecida a NFA, mas ela é mais restrita e está disponível em poucos estados. Uma outra opção para os MEIs é a emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), mas os requisitos para emissão são os mesmo de uma empresa que não optou pelo programa do governo de incentivo ao microempreendedor individual.

       E por último, para a venda de produtos é indicada a Nota Fiscal de Venda ao Consumidor. Para sua emissão é preciso uma autorização na Secretaria da Fazenda do estado, e após a autorização é preciso aderir algumas regras para realizar a impressão em uma gráfica. Essa forma é um pouco mais burocrática.

       Uma grande facilidade para o microempreendedor é poder fazer as emissões de forma completamente digital. Isso traz muitos benefícios como a economia com impressão e gasto de papel, facilidade para consultar notas mais antigas e para um maior controle fiscal, back-ups das notas fiscais, o envio das mesmas por e-mail e até um relacionamento digital com os clientes.

Enviado por: Rafaela Fernandes

Profissões incomuns: saiba como se profissionalizam os leiloeiros rurais

Dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgados em dezembro de 2017 demonstraram que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil teve contribuição de 23,5% da agricultura e do agronegócio, representando a maior participação do setor em 13 anos.

leiloeiros rurais

O comércio de animais por meio de leilões é uma importante fatia deste total, e movimenta anualmente valores em torno de R$ 2 bilhões. Com um mercado aquecido, surgem as vagas de leiloeiro, figura essencial para esse tipo de negociação.

Como se tornar um leiloeiro rural?

Os leilões são estratégia essencial de vendas para uma considerável parte dos criadores do país. Além dos tradicionais leilões físicos e também por canais de televisão, os avanços tecnológicos também permitem a facilidade dos chamados remates virtuais, por sites ou até mesmo por aplicativos. Nestes pregões online o comprador pode oferecer seus lances no conforto de casa ou da fazenda. O leilão de touros que envolve o melhoramento genético é uma modalidade que vem apresentando crescimento.

Se antes a maior parte dos leilões era presencial e apenas uma pequena parcela era virtual, hoje esse quadro se inverteu. Mas afinal, como entrar nesse mercado – tanto em nível presencial quanto virtual – e atuar como leiloeiro?

Essa é uma posição de destaque e sobre a qual recaem grandes responsabilidades, seja pelo sucesso ou pelo fracasso de um leilão. Portanto, para ter sucesso nessa área é preciso preencher alguns requisitos essenciais.

O primeiro passo é se legalizar. É preciso buscar o sindicato rural da região e se informar sobre a nomeação como leiloeiro, que deve ser realizada junto a uma federação de agricultura. O procedimento padrão varia conforme a região do país.

Existem diversos cursos, aulas e capacitações, tanto presenciais quanto online, e que oferecem certificado. Não há uma exigência específica quanto a isso para a atuação como leiloeiro, mas obviamente esse é um conteúdo que agrega informação ao profissional da área. O que importa mesmo nesse nicho é a experiência do dia a dia.

Um bom profissional da área precisa saber falar em público, ser ágil nas negociações, e ter facilidade na condução do leilão. Mais importante do que vender é fechar a venda com as melhores condições. Ter uma boa rede de contatos também é um importante diferencial. Começar aos poucos, em leilões pequenos, de objetos de menor valor, é a forma ideal de gradativamente ir criando os caminhos até os grandes leilões.

Artigo enviado por: Bruna Rodrigues

Entenda a diferença entre empréstimo e financiamento

Empréstimo e financiamento: os dois termos muitas vezes levam as pessoas a tratarem ambos como sinônimos, mas na realidade trata-se de duas operações diferentes entre si. São modalidades distintas de crédito, e cada uma delas serve para determinadas ocasiões.

empréstimos e financiamento

Mas como saber qual é a melhor escolha para cada necessidade?

Empréstimo e financiamento: qual o melhor para você?

Empréstimo: o empréstimo é um tipo de crédito livre, ou seja, não há necessidade de explicar a quem concede o crédito qual a finalidade do dinheiro. O processo do empréstimo é também mais simples: basta apresentar os documentos exigidos pela instituição (normalmente RG, CPF, comprovante de residência e comprovante de renda), aguardar a avaliação da financeira sobre a possibilidade da concessão de crédito, e pronto. Até mesmo pessoas negativadas (ou seja, com o nome sujo na praça) podem obter empréstimo para limpar o nome e quitar dívidas.

Além da quitação de dívidas, o empréstimo é uma ótima opção para despesas de emergência, como gastos com saúde, ou para investimentos em cursos, viagens ou reformas.

Por conta da facilidade, é preciso também ter atenção sobre onde obter o crédito. Busque apenas instituições financeiras confiáveis e conhecidas, e jamais pague qualquer tipo de valor antecipado como sinal. Verifique sempre se as parcelas mensais cabem no orçamento, evitando um novo endividamento.

Financiamento: normalmente utilizado para operações de valor mais alto, o financiamento é uma modalidade de crédito com regras mais rígidas. É preciso informar a finalidade específica do crédito no contrato. O próprio bem financiado (carro, imóvel, entre outros) é a garantia da instituição financeira caso ocorra inadimplência, ou seja, se não houver o pagamento das parcelas devidas. Os prazos para pagamento do montante financiado tendem a ser mais longos, justo por conta do valor elevado dos bens financiados.

A solicitação de um financiamento é mais burocrática do que um pedido de empréstimo, afinal envolve bens com valores altos. A análise de crédito do solicitante é bem mais rigorosa do que em um empréstimo pessoal.

Cada modalidade tem suas especificidades. Antes de decidir qual é a melhor para suas necessidades, avalie com atenção e coloque as despesas na ponta do lápis.

Enviado por: Bruna Rodrigues

Empreender não é fácil! Conheça pequenos empresários que resolveram inovar

Subiu em 38% no primeiro semestre de 2018 o número de microempreendedores individuais que buscaram a formalização no país. O número foi divulgado pelo Serasa no início de outubro de 2018 e traz a comparação com o ano de 2017.

Os fatores para esse aumento são diversos, mas basicamente a busca pela remuneração por meio do próprio negócio se deve, sobretudo, ao desfavorável cenário econômico que resultou no crescimento do desemprego. A independência financeira também pesou na decisão dos novos empreendedores.

No entanto, é importante ter em mente que empreender no Brasil é algo complexo e que requer dedicação e planejamento. Além disso, uma boa dose de criatividade pode ser o ponto definitivo para o sucesso do novo negócio.

Criatividade e inovação

Ver as situações por ângulos menos prováveis é algo que pode trazer soluções diferenciadas e exclusivas. Esse foi o caso de Nathalia Inada e Roberto Matsuda, criadores do delivery online Fruta Imperfeita. Eles viram nas frutas e legumes considerados feios pelos varejistas, mas que estavam em excelentes condições de consumo, uma oportunidade de negócio.

Estes itens seriam jogados no lixo – aumentando o problema do desperdício de alimentos no mundo – por conta da aparência. No entanto, Roberta e Nathalia compram dos produtores esses insumos excedentes, e disponibilizam aos clientes do site. Os produtos são comercializados tanto em cestas avulsas de tamanhos que vão do PP ao G, quanto em forma de assinatura mensal. O cliente recebe em casa, com todo o conforto. E o Fruta Imperfeita cresce e traz cada vez mais lucro aos proprietários.

De uma ideia inovadora surgiu também o e-commerce Coroas para Velório. Percebendo a dificuldade em conseguir comprar uma coroa de flores online por ocasião do falecimento de seu avô, o empresário Eduardo Gouveia percebeu que ainda não existiam lojas virtuais dedicadas a este nicho. Fundou então a loja em 2010, e desde então tem colhido excelentes frutos. Pelo site, é possível solicitar por exemplo a entrega de uma coroa de flores em Belo Horizonte estando em qualquer lugar do mundo – o site entrega em todas as cidades do território nacional com frete gratuito.

Um outro exemplo criativo é o site A Lavadeira, uma espécie de lavanderia delivery. Criada por Humberto de Andrade Soares, a lavanderia online tem por princípios a sustentabilidade (gasta 60% menos água que uma lavanderia comum) e a praticidade (retira e entrega na casa do cliente). O site conta com pacotes mensais, e os valores variam conforme a quantidade de peças a serem lavadas.

Não faltam oportunidades criativas para o seu novo negócio! Na dúvida sobre como iniciar um novo empreendimento, busque auxílio do Sebrae da sua região.

Artigo enviado por: Bruna Rodrigues

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