Administração e Sucesso

Assuntos sobre administração, economia, política, atualidades, educação, dicas para Word, Excel e muito mais

Author: Sérgio Fragoso (page 1 of 61)

Internet, gastronomia e redes sociais: como consolidar a marca do seu restaurante

Não tem mais jeito: as redes sociais chegaram em um nível de presença na vida real, que hoje praticamente tudo gira ao redor dela. Das avaliações dos locais de lazer, trabalho e consumo, até nossas relações interpessoais: tudo está conectado. E isso inclui justamente a questão do consumo, da gastronomia e dos negócios que giram ao redor desse universo.

Hoje não dá mais para esperar os clientes baterem à porta! É preciso se mexer e buscar uma presença impactante e coesa nas redes sociais. O cliente está em busca, hoje, de facilidades, do mundo a um clique, dos sabores à mão! Então se o seu negócio, restaurante ou serviço não se adequar, com o passar do tempo você irá precisar correr atrás do prejuízo, literalmente.

Um site é um bom começo nesse quesito. Mas ele precisa ser totalmente funcional, responsivo e clean, e principalmente adequado às funções móbile, já que muitos dos clientes vão acessar pelo smartphone. A criação de sites é feita geralmente por uma empresa especializada, que irá aconselhar o cliente da melhor forma. As redes sociais devem caminhar de acordo! E feito isso, a imagem que começará a transparecer daquela marca deve ser mais interessante possível.

Delivery, menu online e funcionalidades

Vivemos numa época em que, quanto mais a internet nos ajudar, melhor. Por isso, o serviço de delivery deve vir atrelado a um sistema rápido, que responda as dúvidas do cliente e que seja adequado à proposta. O menu online, facilitado, preços e disposições do negócio são essenciais.

O cliente também quer se sentir prestigiado, então ele irá se valer das suas redes sociais para opinar, reclamar ou sugerir. E isso precisa ser totalmente bem visto nessas plataformas, ou então as críticas superarão os elogios.

O site da empresa deve provocar aquele cliente a consumir, a provar os sabores, não fazê-lo procurar a concorrência, com mais presença e discurso nas redes e na internet. Por isso, esses elementos são essenciais. Acredite: não há mais como fugir disso. Já abriu o site do seu restaurante hoje?

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Para o administrador sempre há oportunidades no mercado’, diz professor de administração e gestão

É interessante se imaginar que, diante de tantos cursos que se posicionam como fortes graduações todos os dias em milhares de universidades pelo país, um curso continue sendo o mais procurado: o curso de administração. Tudo isso pode ser visto por um viés amplo que engloba mercado, mudanças do ensino, perspectiva salarial e muitos outros fatores. Se pensarmos no quão antigo esse curso é, a reflexão fica ainda mais intrigante. É o que explica o coordenador e professor de administração e gestão da ESAMC, Calixto Silva Neto.

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“Os primeiros cursos de administração nos Estados Unidos tiveram início em 1881, finalzinho do século 19. No Brasil o ensino de Administração teve início em 1952, portanto recente. Nos anos 1980 o mercado tornou-se altamente competitivo e globalizado. Essa competitividade exigiu das empresas uma performance melhor, principalmente no que diz respeito a custos e qualidade”, explica o especialista. Segundo ele, esse “boom” com que as empresas necessitassem de gente gabaritada. “Essa situação fez com que os recursos empresariais fossem melhor administrados, papel do administradores, advindo daí o sucesso na carreira”, elenca.

O coordenador explica ainda que, quem desejar estudar administração, enfrentará desafios que exigem muito dinamismo, já que o curso possui essa característica. “A área da administração é abrangente e, durante o curso, o aluno vai se identificando com determinada área do conhecimento administrativo, focando seu estudo e o Trabalho final nessa área, o que faz com que o alcance sucesso e ótimas colocações no mercado de trabalho ou como empreendedor”, enaltece.

Empregos e carreira

O que atrai milhares de pessoas ao curso, segundo o profissional, é que “para o administrador sempre há oportunidades”. “Nas crises, o papel do administrador é preponderante, uma vez que a necessidade de controle de qualidade e custos aumenta em função do mercado ofertante. O problema, atualmente, é que com a crise muitas empresas fecharam, saíram do mercado brasileiro ou diminuíram de tamanho, o que provocou uma oferta de profissionais maior que a demanda”, acrescenta.

Porém, ele deixa uma dica interessante, que tem tudo a ver com os caminhos da graduação. “Os melhores alunos são os que serão chamados primeiro. Para o recém-formado, é de muita importância o ‘trabalho final’, pois pode servir de portfólio”, indica. Segundo ele, atualmente a oferta de profissionais é maior que a procura, mas isso não deve assustar o futuro administrador.  Ele deve ter garra e buscar ir além. “as empresas têm uma grande oportunidade de escolha, para tanto, é necessário criar os diferenciais: formação em escola de boa reputação e reconhecida no mercado, ótimas notas ao longo do curso, ética e moral. Absolutamente nada de preconceitos. Honestidade, isso desde a entrevista”, acredita.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Terceirizar para comercializar: características da terceirização

Existem duas formas de terceirização em plena operação no Brasil. São elas: a terceirização de serviços e a de produtos. De modo geral, terceirizar algo significa delegar aquela produção a outra empresa, que irá atender com determinado serviço ou produto. A lei de terceirização do trabalho tem sido bastante questionada no Brasil, já que ela vem atrelada à reforma trabalhista proposta pelo governo Temer.

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Na terceirização do trabalho, os profissionais poderão trabalhar para qualquer empresa sendo contratados por meio de prestadoras de serviço especializadas.

O que muda principalmente na vida de um cidadão que trabalha terceirizado é que eles não têm exatamente os mesmos direitos que os funcionários da empresa que contrata a prestadora de serviço.

Porém, dentre os benefícios apontados pelos especialistas, está a abertura de espaço para o surgimento de mais empresas prestadoras de serviço especializado, ampliando a oferta de oportunidades profissionais.

Já a terceirização de produtos inclui buscar um produto “de fora” para abastecer sua empresa, e já vem sendo amplamente aplicada no Brasil. Essa prática é extremamente benéfica para alguns perfis de empresas.

Um exemplo é a terceirização de alimentos, que busca seus produtos em uma empresa especializada, causando alguns efeitos, como reduzir despesas e racionalizar atividades e processos e reduzir custos de mão-de-obra, pois os fornecedores externos de produtos alimentícios vão suprir a empresa com custos menores.

Nesse caso, a empresa contacta um fornecedor que se encarrega de estudar sobre aquele produto (alimentos, no caso), desenvolvê-lo, e passa a fornecê-lo de forma completa.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

O que um administrador público faz? Saiba mais sobre essa carreira

O curso de administração carrega o estigma de ser uma das graduações mais fáceis ou a que as pessoas escolhem quando não sabem que profissão seguir. Os números não mentem, segundo o Censo da Educação Superior divulgado em maio pelo Ministério da Educação (MEC), o curso de administração está em primeiro lugar nas escolhas dos brasileiros, representando 11,9% das matrículas.

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 E nos dias de hoje onde as pessoas vão para pesquisar sobre o curso que pretendem fazer? Para a internet, é claro. E como lá é um ambiente guiado por números, não é difícil descobrir qual o assunto mais procurado. E a administração dispara na frente mais uma vez, segundo o Google Trends, uma ferramenta que mostra o volume de buscas de determinada palavra, o termo ‘administração pública’ ocupa o segundo lugar no ranking dos termos relacionados a administração mais procurados dentro do site de buscas.

Este segmento está diretamente ligado com a administração em si, pois no curso são ensinadas técnicas que devem ser aplicadas de acordo com a empresa onde a pessoa atua. É o que explica Paulo do Valle, ex conselheiro do CRA/MS e professor da Universidade Católica Dom Bosco, “O curso têm por vocação, formar profissionais que, em tese, podem atuar em diversas áreas do conhecimento com foco na gestão. Quando um profissional é contratado por uma empresa, o mesmo deve adaptar suas habilidades conceituais a necessidade da empresa, pois teve a oportunidade de conhecer áreas de gestão na formação” diz.

O principal campo de trabalho de um administrador público são os órgãos federais, municipais ou estaduais, ministérios, secretarias e concessionários de serviços públicos. Atuando em áreas como saúde, educação, habitação, cultura e assistência social. Dentro dessas áreas, o profissional pode atuar de diversas maneiras, tais como:

Consultoria pública: Planeja ações institucionais que podem reduzir os custos administrativos, ampliando assim a abrangência e os benefícios das políticas públicas.

Empresas de terceiro setor: São aquelas sem fins lucrativos onde, o administrador público, pode implementar programas e projetos, além de planejar licitações públicas e intermediar o contato entre a empresa de terceiro setor e o Estado.

Empresas privadas: Nelas o administrador atua na prestação de serviço para órgãos governamentais, realizando atividades que integram a iniciativa privada e o poder público, em projetos de gestão ou programas de responsabilidade social.

Gestão de políticas públicas: Estabelece diretrizes para programas e encaminha para os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, soluções para problemas sociais nas áreas de educação, saúde, assistência social, etc.

Política: Pode ser assessor de deputados estaduais e federais, senadores, vereadores, prefeitos e governadores, atuando em gabinetes oficiais e auxiliando-os na elaboração de política públicas.

Serviço Público: Administra os setores orçamentários e contábeis dos órgãos públicos, além de realizar licitações e contratos administrativos e gerenciar a ligação entre órgãos públicos e privados.

Para ingressar em uma carreira dentro do setor público, ou seja, trabalhando diretamente no governo existem duas maneiras: por meio de concurso público ou ocupando cargos de confiança. Com relação aos concursos, a prova atesta os conhecimentos teóricos e não a prática ou experiência na área que o profissional têm, o que pode se tornar um problema com o passar do tempo. O lado positivo, é que o concurso traz consigo uma estabilidade financeira.

O outro caso, em que o profissional é indicado para ocupar algum cargo de confiança também pode gerar problemas, como por exemplo um indivíduo ser nomeado para trabalhar com finanças sem nunca ter atuado na área.

Outra maneira de seguir a carreira é trabalhando em empresas privadas mas que prestam serviço ao governo, o chamado segmento do terceiro setor. Neste caso a forma de contratação não é por concurso público, o candidato deve mandar seu currículo e aguardar o contato para uma entrevista.

Apesar de ser uma área tão abrangente, o professor Paulo do Valle alerta para uma escassez de profissionais no mercado “A falta de conhecimento, que neste caso depende mais do profissional, faz a gestão pública contratar agentes sem qualificação, tornando o serviço encontrado na maioria dos órgãos públicos o que ele é hoje” comenta. A opinião do professor é comprovada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que aponta que dos 5.570 municípios existentes no país, cerca de metade não possui um administrador público nos quadros administrativos das prefeituras.

Além do curso de administração, que capacita o profissional para trabalhar no setor público, existe o bacharelado em administração pública, os dois cursos possuem muitas disciplinas em comum, como economia e estatística e administração financeira. Ambos têm duração de quatro anos.

Tomada a decisão de seguir nessa área, é preciso dedicação e foco, o professor Paulo também aconselha “Não deve-se ter medo. É essencial compreender como a empresa pública funciona, da mesma forma que as demais empresas privadas que também possuem seus modelos de gestão. Atente-se apenas para o fato de que a empresa pública é regida por leis e isso é crucial para desempenhar bem o trabalho” finaliza.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Mudanças na CLT: bom ou ruim?

Na teoria o Governo diz que a aprovação das mudanças na CLT é uma vitória na luta com o desemprego, mas por outro lado também é muito criticada levando aos trabalhadores a perder direitos já garantidos. Qual é a verdade?

Mudanças na CLT

Serão permitidos acordos coletivos e se aprovados serão reconhecidos como lei. Acordos coletivos já existem e como o próprio nome diz não é aprovado por apenas uma pessoa, mas em conjunto entre empregador e empregados, portanto, isso não muda em muito o que já existe hoje.

Com a reforma trabalhista, a negociação entre empresas e trabalhadores prevalecerá sobre a lei em pontos como parcelamento das férias, flexibilização da jornada, participação nos lucros e resultados, intervalo de almoço, plano de cargos e salários e banco de horas.

Outros pontos, como FGTS, salário mínimo, 13º salário, seguro-desemprego, benefícios previdenciários, licença-maternidade, porém, não poderão ser negociados.

Como podemos ver as mudanças não atingem o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço que o trabalhador continuará a ter direito quando for demitido, também não afetará o 13º salário que o trabalhador tem direito no final do ano, seguro-desemprego, aposentadoria e licença maternidade.

A aposta do Governo é de que a taxa de desemprego caia bastante com a entrada em vigor das mudanças aprovadas. Para efetivamente sabermos se isso realmente vai acontecer é preciso esperar para ver.

Mudanças na legislação trabalhista visam geralmente reduzir a burocracia na hora de contratar um trabalhador e reduzir custos do setor previdenciário, como foi no caso das mudanças no seguro-desemprego. Elas visam reduzir as despesas do Governo e consequentemente não são boas para quem teria direito a receber e agora não tem mais.

O tempo vai dizer, as taxas de desemprego são divulgadas periodicamente, quem se submeter a essas mudanças também poderá opinar sobre e dizer se isso foi afinal bom ou ruim para o trabalhador. Por mais que digam que isso é bom, o trabalhador sempre ficará preocupado com qualquer mudança nas leis trabalhistas.

Plano de negócio é essencial para o sucesso de uma franquia

Qualquer tipo de empresa deve ter um plano de negócios consolidado antes de tudo ser colocado em prática. As marcas que querem se tornar franquias e serem inseridas nesse mercado tão concorrido, ou o futuro empresário que deseja comprar uma franquia devem elaborar tal plano para organizar todos os pontos para que o negócio seja bem sucedido, assim evitando problemas.

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O primeiro passo para quem vai investir em uma franquia é pensar em uma marca que já é consolidada no mercado e bem conhecida, pois assim criar um plano de negócios se torna menos complicado, pois existe uma certa padronização dentro do franchising. Porém existem aspectos não padrões para o novo franqueador, como fatores de localização, público-alvo e perfil de compra.

Tudo deve ser considerado na hora de elaborar as estratégias e definir as metas, por isso criar um plano de negócios requer muita análise, pesquisa e comunicação. Nesta fase deve-se avaliar o mercado e a empresa, quais são os dados de vendas da franquia desejada e se a expansão da marca e distribuição dos produtos e serviços são bons diante dos consumidores.

No plano de negócios é definido o modelo da franquia que será adquirida e quais serão os investimentos necessários para sua implementação. Com base nos dados obtidos é definido o prazo de retorno dos gastos, conhecido como lucro, as taxas da franquia como, royalties, propaganda e outras. Tudo deve ser bem estruturado, algumas regras básicas devem ser seguidas, mas a partir do momento em que o franqueador foca na boa localização e perfil dos consumidores as vendas podem se destacar e o retorno pode acontecer mais rápido.

Invista em franquias de baixo custo

Não é impossível encontrar franquias de baixo custo e com um bom rendimento. Além disso existem várias opções em diversas áreas do mercado que vai desde alimentação e comércio até prestações de serviço, para escolher basta seguir um plano de negócio que estará de acordo com as habilidades e perfil profissional do franqueador.

De acordo com o “Guia Definitivo: As Melhores Franquias de Baixo Custo de 2017”, as melhores opções para investir com custo de até R$ 10 mil  são a PremiaPão, Poltrona 1 Turismo, Limpidus, Jan Pro do Brasil e ChipBras. De até R$ 25 mil, Golfran, Clube Turismo,  Auto Spa Express, Vazoli e Mary Help.

Atualmente existem opções inúmeras opções com preço acessível para quem sempre quis dono do próprio negócio, assim como existem empresas como a Cacau Show, Subway, CNA e Kumon, só que para adquiri-las é preciso investir um pouco mais. O momento é favorável para abrir uma franquia, basta escolher o segmento e elaborar um bom plano de negócio.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Alta remuneração e motivação: a busca do equilíbrio em uma empresa

A motivação no ambiente de trabalho, que por vários fatores pode se mostrar desgastante, precisa ser uma constante, e muitas empresas acreditam que apenas a alta remuneração é suficiente para manter os funcionários sempre motivados. Porém, quem conhece gestão de pessoas a fundo sabe: somente isso não pode ser suficiente a longo e médio prazo.

remuneração e motivação

Mesmo que com a recompensa financeira haja melhoria comportamental e profissional, esta mudança pode ser passageira devido ao fato de que o estímulo precisa ser repetido para que a motivação seja mantida, ou seja, será necessário mais dinheiro. Para não cair nesse “loop” errôneo, as empresas precisam oferecer oportunidades de crescimento que permitam a conciliação entre vida pessoal e profissional dos funcionários, além de fatores que vão além do aumento salarial.

Em muitos departamentos de RH, a questão da remuneração é apenas um elemento. O que os empregados buscam é um lugar em que eles sintam que há uma razão para que eles trabalhem ali e entendam sua real importância na complexa engrenagem dos negócios. Seria muito mais fácil para a área de recursos humanos se a imagem de bom lugar de trabalho fosse aquele que oferecesse rios de dinheiro. Nesse caso, era só desenhar um pacote de remuneração mais atraente. Porém, a questão vai além disso.

Como motivar uma equipe?

Para atingir um elevado grau de satisfação do time, é preciso ir além das ferramentas básicas e dos velhos conceitos de motivação. Motivar colaboradores é uma atividade diária que requer habilidades de um profissional capacitado em gerir equipes. O colaborador deve ser tratado de maneira individual, pois cada um tem talentos, anseios e expectativas perante a carreira e a vida pessoal. É importante que eles saibam dos resultados de suas ações, sendo positivas ou não. O feedback é essencial para desenvolver a equipe. E, quando possível, faça elogios publicamente, pois isso estimula os profissionais a buscarem sempre bons resultados. Além disso, cada colaborador deve sentir-se parte importante para a empresa em que trabalha. Envolva-os nos projetos, defina o que e como cada um pode contribuir. Tudo isso são elementos que podem ajudar, e muito, em uma motivação de qualidade.

Escrito por: Jacqueline Gonçales

5 Planilhas de Orçamento para Empresas

A gestão financeira é o coração de todo negócio. Embora todas as outras áreas de gestão sejam essenciais é no dinheiro que dói mais e é onde os gestores colocam sua energia. O controle financeiro tem ainda outra característica interessante. Ele é formado por duas grandes forças: as vendas e os custos.

O primeiro (as vendas) é onde se encontra a estratégia, o marketing, a sedução e a geração de valor para os clientes. Já o segundo (os custos) é onde você tipicamente tem a chatice, a austeridade e a busca por otimização constante.

Não só isso, mas existe ainda outra visão importante de tudo isso. A maioria das empresas quer mesmo crescer as venda e não ter que se importar tanto com os custos, mas a verdade é que, como gestores, nós temos muito mais controle dos nossos pagamentos do que sobre os recebimentos.

Por isso, quando falamos de gestão financeira, acaba que o lado mais importante de desenvolvermos e utilizarmos as melhores ferramentas é no controle de custos e na estruturação dos orçamentos de nossos negócios.

1. Planilha de Fluxo de Caixa

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Essa é a planilha mais fundamental de gestão financeira. Perfeita para você ter um controle geral do negócio com classificações de todas as movimentações vai lhe gerar uma visão completa e permitir entender o orçamento típico de um mês. Veja essa planilha aqui!

2. Controle Financeiro Completo

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Essa é uma planilha um pouco mais avançada. Ela tem tudo que a fluxo de caixa possui e mais. Nela, você vai conseguir criar centros de custos, diferenciar forma de pagamento, controlar múltiplas contas bancárias e cadastrar despesas recorrentes. Ela vai lhe dar uma visão geral do orçamento e dezenas de outras análises. Veja essa planilha aqui!

3.    Orçamento

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Uma outra visão mais tradicional é o orçamento empresarial. Essa é uma planilha que ao invés de olhar o financeiro de maneira mais ampla, foca em garantir que o planejamento financeiro está sendo cumprido e analisar quando o previsto não bate com o realizado. Veja essa planilha aqui!

4.    Balanço Patrimonial

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Uma outra visão de orçamento é através do balanço patrimonial do negócio. Essa é uma análise mais ampla que normalmente de maior prazo, mas em empresas um pouco maiores faz toda diferença na estratégia do negócio! Veja essa planilha aqui!

5.    Proposta Comercial

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Orçamento também está intimamente ligado com a formação de preços. Normalmente em serviços isso tem uma variação maior e erros na hora de enviar uma proposta podem acabar com todo o planejamento financeiro feito anteriormente. Por isso, o uso de uma planilha de proposta comercial que lhe fornece um histórico e também automatiza a criação de orçamentos prontos em PDF pode ser bastante útil! Veja essa planilha aqui!

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Obs: este é um artigo patrocinado.

Como transformar seu HD de notebook em HD externo?

Seu notebook estragou e você está com uma sucata nas mãos, o que fazer?

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Você pode tentar vender algumas peças como o carregador, a tela, o leitor de CD/DVD, a até mesmo o HD se este ainda estiver funcionando perfeitamente.

O HD mesmo que esteja com problemas pode ser útil para você, para isso basta transformá-lo em um HD externo. Mas como fazer isso se ele está com problemas?

Mesmo quando o HD não funciona mais ele ainda pode ser utilizado como HD externo. Para isso retire o HD de seu notebook como muito cuidado, caso não saiba como fazer isso peça para alguém que entende do assunto. O HD é uma peça muito sensível e pode ser inutilizada facilmente. Não a deixe cair ou sofrer uma pancada.

Após retirar o HD certifique-se do tamanho dele e compre uma Case para que possa colocá-lo. Coloque seu HD na Case e pronto. Agora basta conectar seu HD externo a outro computador e salvar os arquivos que estavam dentro dele. Isso se você tiver interesse em formatá-lo. Após a formatação você poderá utilizá-lo normalmente para salvar seus arquivos e levar facilmente para onde quiser.

Também poderá conectá-lo a uma TV com entrada USB e assistir a seus filmes com toda a comodidade.

Você encontrará Cases a partir de R$ 50,00, enquanto um HD externo não é vendido por menos de R$ 200,00, ou seja, você recicla seu computador e ainda faz economia.

Brasil vive uma crise sem fim

O Brasil vive uma crise sem fim, deixando de lado ideologias políticas é possível perceber que o problema é muito mais grave do que aparenta.

Brasil vive uma crise sem fim

O desemprego atingiu números assustadores e a inflação alta ameaçava dar as caras novamente. A então presidente Dilma sofreu impeachment, o que por alguns foi chamado de golpe. Golpe ou não é absolutamente verdade que Dilma já não conseguia mais governar o país que estava cada dia pior, mesmo ela tendo colocado em prática tudo o que disse que não faria durante a sua campanha. Lógico que não seria reeleita se tivesse falado a verdade durante a campanha.

Temer assumiu o Governo interinamente, em meio as denúncias e os envolvidos na operação lava jato o Governo também tomou medidas pouco populares com o objetivo de tirar o país da crise. O fato é que muita gente envolvida no Governo foi acusada de envolvimento em corrupção, não apenas de um partido ou de outro, mas sem distinção as denúncias foram ocorrendo e as delações foram enfraquecendo o Governo.

Apesar de tudo isso a economia já apresentava sinais de melhora, mas então ocorrem novas denúncias e agora o próprio presidente Temer é acusado de corrupção. Também uma das maiores empresas brasileiras e do mundo está envolvida em um esquema de propina que envolve vários políticos.

A pequena recuperação da economia está ameaçada e o Governo também. Será que por de trás de tantas denúncias não existe algo verdadeiro? Todas as denúncias contra o antigo Governo e o atual são infundadas? Acredito que não. Os políticos brasileiros em sua maioria almejam o poder apenas para benefício próprio, jamais pensando no bem do povo.

A única forma de acabar com toda essa cambada de corruptos seria tirar todos os políticos que estão em Brasília e ainda proibi-los de se candidatarem novamente. Criar leis que impeçam o recebimento de doações de empresas para campanha e reduzir as mordomias que nossos deputados possuem.

Sei que tudo isso não passa de utopia, pois jamais aprovariam algo que os prejudicasse. Então só nos resta esperar que um dia isso acabe e o país possa se tornar um país desenvolvido e não simplesmente o país do jeitinho.

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