Administração e Sucesso

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Mês: dezembro 2018

Saiba escolher uma boa franquia

A escolha da franquia é decisiva para o sucesso do negócio. É preciso saber se a franquia é de confiança. Sempre busque por informações sobre a marca em guias especializados.

Tenha afinidade com a franquia

Não tente escolher alguma rede por modismo. Procure um setor com o qual você tenha afinidade e, preferencialmente, tenha domínio. A franquia deve estar ligada à suas experiências e valores enquanto empreendedor.Além disso, pondere sempre os pontos positivos e negativos de trabalhar diretamente com o setor da rede em questão.

Consuma

É recomendável que, caso não tenha tanto conhecimento sobre a franquia, o empreendedor compre ou utilize os produtos e serviços oferecidos pela rede. Se não gostar enquanto consumidor, pode ser arriscado investir na rede.

Não tente reinventar a roda

Não tente desviar sua franquia do resto das franquias da rede drasticamente. Lembre-se que está trabalhando com uma marca já estabelecida e que, portanto, também tem premissas pré-estabelecidas, além de processos gerenciais e comerciais que foram aperfeiçoados durante todo o tempo de existência da rede. Siga as recomendações da franquia ao menos inicialmente.

Esteja em contato com outros franqueados

Os antigos parceiros da rede terão muita experiência e recomendações para te fornecer. Não é recomendável buscar conselhos da própria franqueadora. Pergunte a pelo menos três franqueados e saiba se foi um negócio rentável e positivo para eles.

Fique de olho na COF

Ao escolher a marca ideal, você receberá a Circular de Oferta da Franquia (COF). Este documento é elaborado pela franqueadora e dispõe de informações gerais sobre o negócio e suas condições. ACOF deve conter todas as informações regulamentadas e exigidas pela Lei das Franquias, tal como os direitos e deveres da rede e dos franqueados, além de histórico da franquia, informações financeiras, royalties, entre outros. Leia todo esse documento calmamente para não sobrar dúvida alguma sobre seu investimento. A COF, aliás, deve ter obrigatoriamente os contatos dos outros franqueados da rede além de informações de empresários que desfizeram a parceria nos últimos 12 meses.

Escrito por: Jacqueline Gonçalo

Entenda como o planejamento estratégico pode auxiliar na tomada de decisões dentro de sua empresa

Na era da globalização, a instantaneidade das informações passam rapidamente pelos polos do mundo em questão de segundos. Nesse sentido, quem mantém domínio e melhor manuseio e organização dessas informações consegue se destacar. É semelhante o cenário numa empresa. Quem consegue usar os recursos de um empreendimento de forma organizada e inteligente estará a frente no mercado competitivo. Para isso, é imprescindível o planejamento estratégico.

Investir não apenas em planejamento estratégico, mas também em profissionais com experiência nessa área é o que trará o diferencial ao seu empreendimento. Levantar tanto oportunidades e pontos fortes quanto fraquezas e ameaças de seu negócio é o que poderá fornecer informação e conhecimento necessário para auxiliar na tomada de decisões.

A partir desse planejamento, o gestor será capaz de iniciar projetos que visem ultrapassar a concorrência com facilidade. É importante que a equipe trabalhe motivada e com muita proatividade para analisar e selecionar a metodologia mais eficiente a ser empregada no planejamento para alcançar as metas estipuladas durante o planejamento do projeto.

Com um planejamento bem elaborado e inovador em mãos, pode-se apresentá-lo ao diretor responsável e, com uma boa orientação de como melhor aplicar o projeto em questão, as decisões podem ser tomadas de maneira eficiente e dinâmica. É importante lembrar que no mundo dos negócios, tomar decisões, antes de ser um ato de liderança, é um ato de sobrevivência tanto por parte da gestão quanto por parte da equipe operacional ou estratégica. É preciso ressaltar que as empresas também estão inseridas na sociedade da informação e do conhecimento. Esta realidade contemporânea influencia tanto os métodos de planejamento estratégico quando as tomadas de decisões, já que os ambientes tornam-se mais instáveis.

É exigido, nesse cenário constantemente mutável, que o gestor tenha noção das dinâmicas organizacionais e que não tenha medo de tomar decisões arriscadas. Além disso, é fundamental saber que pode-se contar com os colaboradores para decidir o melhor caminho a ser traçado – decisões em grupo tornam mais fáceis encontrar alternativas aplicáveis.

Tomar decisões é um processo demorado e que exige diversas camadas de preparação e análise. Como gestor, é preciso ter a disposição de estar envolvido e ciente do que acontece em cada processo do planejamento estratégico.

Dessa maneira, você conseguirá seguir o caminho organizado no planejamento estratégico e estar em sintonia com o que foi delimitado e estudado pelos colaboradores. Seguindo esses passos, a empresa alcançará resultados a longo prazo e o gestor poderá essencialmente tomar decisões baseadas no planejamento estratégico.

Enviado por: Rafaela Roque Fernandes

Saiba em quais casos o microempreendedor deve emitir nota fiscal

Abrir um MEI (Microempreendedor Individual) trouxe várias vantagens para o trabalhador informal, principalmente pela obtenção do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica). Há uma maior facilidade para comprovação de renda, benefícios como a aposentadoria e a possibilidade de emitir notas fiscais.

Nota fiscal

       Muitos empreendedores acreditam que é obrigatória a emissão de nota fiscal pelo MEI, mas isso não é real. A Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas elucida que os MEIs estão dispensados de emitir notas fiscais quando os produtos são vendidos para pessoas físicas. Essas facilidades se dão porque o programa do MEI surgiu para que o estado arrecade e diminua a informalidade no mercado de trabalho.

       Mesmo que não tenha a obrigatoriedade de emitir nota fiscal, existem dois casos nos quais o microempreendedor precisa fazer a emissão. O MEI deve emitir nota fiscal nas vendas e nas prestações de serviço realizadas para pessoas jurídicas, ou seja, para as empresas de qualquer porte.

       Outra dúvida frequente são os tipos de notas fiscais existentes para o microempreendedor individual. Um modelo é a Nota Fiscal Avulsa (NFA), que é um modo mais prático para emissão pelo MEI. Porém é preciso saber se o estado em que a microempresa está aberta permite emitir essa nota e quais documentos necessários, para isso é preciso ir até a Secretaria de Fazenda (Sefaz) ou algum escritório da Sefaz e solicitar.

       A Nota Fiscal Avulsa Eletrônica (NFA-e) trabalha de forma parecida a NFA, mas ela é mais restrita e está disponível em poucos estados. Uma outra opção para os MEIs é a emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), mas os requisitos para emissão são os mesmo de uma empresa que não optou pelo programa do governo de incentivo ao microempreendedor individual.

       E por último, para a venda de produtos é indicada a Nota Fiscal de Venda ao Consumidor. Para sua emissão é preciso uma autorização na Secretaria da Fazenda do estado, e após a autorização é preciso aderir algumas regras para realizar a impressão em uma gráfica. Essa forma é um pouco mais burocrática.

       Uma grande facilidade para o microempreendedor é poder fazer as emissões de forma completamente digital. Isso traz muitos benefícios como a economia com impressão e gasto de papel, facilidade para consultar notas mais antigas e para um maior controle fiscal, back-ups das notas fiscais, o envio das mesmas por e-mail e até um relacionamento digital com os clientes.

Enviado por: Rafaela Fernandes

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