Grandes empresas que desapareceram do mercado

Empresas sumiram

Muito se fala que as empresas geralmente fecham as portas logo nos seus primeiros anos de existência, porém, o fechamento ou falência não é “privilégio” apenas de pequenas empresas que entram no mercado e não conseguem prosperar. Pelo contrário, o fato de ser grande empresa, com décadas de existência e até muitas vezes líder de mercado não é garantia de permanência da empresa no mercado competitivo atual.

Alguém hoje em dia lembra da Olivetti? Certamente só os mais velhos lembram. A Olivetti é uma empresa que foi fabricante de máquinas de escrever “datilografia”, era conhecida mundialmente e todo escritório tinha uma máquinas destas. Porém, com a popularização dos computadores a Olivetti praticamente sumiu do mapa. A Olivetti não faliu, mas demorou muito tempo para se adaptar as mudanças do mercado, hoje em dia existem computadores, tablets, impressoras e outros itens de informática fabricados pela empresa, mas nem de longe a marca possui a fama de antigamente.

Fotos digitais hoje em dia são a coisa mais simples do mundo, mas alguém aí tira fotos com uma Kodak? Acredito que dificilmente encontraremos alguém utilizando uma Kodak. A Kodak foi um ícone quando o assunto era fotografia com os velhos filmes fotográficos, mas perdeu mercado diante das câmeras digitais e não acompanhou a febre das fotografias digitais. Resultado, a empresa com mais de 100 anos pediu falência, mas ainda existe e tenta se reerguer com novos produtos. Só que ninguém ouve falar, é como se não existisse mais.

No Brasil temos exemplos de grandes lojas varejistas que simplesmente sumiram. Arapuã, Mappin, Mesbla, Lojas Hermes Macedo são exemplos de grandes empresas que não conseguiram resistir a concorrência do mercado dos anos 90 e foram a falência. É como se hoje deixassem de existir empresas como a Casas Bahia, Ponto Frio, City Lar, Gazin, Romera, entre outras.

Também na década de 90 o Banco Bamerindus foi comprado pelo HSBC e por um tempo ainda foi chamado de HSBC Bamerindus até que o nome Bamerindus desapareceu completamente. Também nesta época o Banco Nacional e o Banco Econômico quebraram.

A Gurgel foi uma fabricante de veículos 100% nacionais que não resistiu a concorrência e acabou fechando as portas depois de 27 anos de existência.

Como percebemos, as empresas estão expostas a concorrência do mercado e o surgimento de novas tecnologias, aquelas que não conseguem se adaptar podem desaparecer do mercado engolidas pela concorrência ou por falta de inovação.

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