É o modelo desenvolvido pelo norte-americano Frederick Winslow Taylor, sendo considerado o pai da Administração Científica. Com o Livro Princípios de Administração Científica lançado em 1911, ele tentou convencer as pessoas que para administrar uma empresa era preciso estudá-la, era preciso utilizar a ciência. Ou seja, ele sugeria que o conhecimento vulgar fosse substituído pelo conhecimento científico, que cada trabalhador fosse colocado no local que tivesse melhor aptidão a que ainda fosse treinado para tal função.
Ainda sugeria que fosse realizada a supervisão para que fosse verificado se o trabalho estava sendo realizado da maneira proposta.
A Organização Racional do Trabalho tinha como objetivo eliminar movimentos inúteis, diminuir o tempo de produção e aumentar a qualidade dos produtos.

Estudo da fadiga humana: a fadiga faz com que o trabalhador diminua a produtividade, cause acidentes, ocorram doenças e aumento da rotatividade de pessoal.
Divisão do trabalho e especialização do operário: Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos, cada um no local que possuísse mais aptidões.
Desenho de cargos e tarefas: desenhar cargos é especificar o conteúdo de tarefas de uma função, como executar e as relações com os demais cargos existentes.
Incentivos salariais e prêmios por produtividade
Condições de trabalho: O conforto do operário e o ambiente físico são essenciais para o ganho de produtividade.
Padronização: aplicação de métodos científicos para obter a uniformidade e reduzir os custos.
Supervisão funcional: os operários são supervisionados por supervisores especializados, e não por uma autoridade centralizada.
Homem econômico: o homem é motivável por recompensas salariais, econômicas e materiais.

Esses estudos mudaram a forma como as empresas da época administravam a empresa, foram grandes os avanços alcançados como: o aumento da produtividade, melhor qualidade do trabalho, diminuição de acidentes e motivação dos colaboradores.

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