A ciência diz que em 50 anos é possível que ninguém mais morra de velho. A verdade é que geralmente as pessoas não morrem de velhice, mas sim de doenças que aparecem durante a velhice, então são os orgãos e as células que envelhecem, deixando as pessoas vulneráveis as doenças que causam a morte. Mas se realmente isso acontecer, se a ciência um dia conseguir a imortalidade para as pessoas, onde haverá espaço no planeta Terra para tanta gente, existe uma perspectiva de crescimento da população até 2050 para 9,1 bilhões de pessoas no planeta, é verdade que em países como o Brasil o cresimento da população diminuiu consideravelmente, mas o número de idosos aumentou trazendo problemas para o setor previdenciário. Já em outros países pobres a população continua aumentando desenfreadamente, mas a perspectiva de vida nesses países é baixa, nasce muita gente, mas também morre bastante. No mundo atual milhões de pessoas passam fome, não é que não exista alimento para todos, mas a comida é mal distribuída. Da mesma maneira são as evoluções da ciência em geral, tem acesso apenas pequena parte da população, se a ciência alcançar o objetivo da imortalidade, poucos terão acesso a tal benefício. Mas sabemos que a natureza do ser humano é nascer, crescer, reproduzir e morrer, Deus não deixou esse dom da imortalidade terrena para ninguém, nem mesmo para seu próprio filho.

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.

E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá. Crês nisto? (São João 11, 25-26)

Mas como a ciência acredita que o homem evoluiu do macaco, isso é pouco relevante.

 

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