Administração e Sucesso

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O Coronavírus e o caos na economia mundial

O efeito do Coronavírus na economia pode ser mais devastador do que o próprio número de vítimas.

A pandemia de Covid-19 (Coronavírus) está transformando o mundo em um verdadeiro caos. Em menos de 3 meses a doença que surgiu na China se espalhou para quase todos os países do planeta. Talvez isso pudesse ser evitado se a China tivesse reconhecido a gravidade da situação e fechado suas fronteiras, principalmente aeroportos para voos internacionais, antes que a doença fosse espalhada, disseminada para outros países.

Coronavírus

Hoje a China pode ser considerada um país que está com a situação sob controle, mesmo sendo o país com maior registro de casos até o momento. Com mais de 81.000 casos confirmados, hoje a China tem pouco mais de 5.500 casos ativos e apenas 3.261 casos fatais. Números absurdamente baixos considerando que a China é o país mais populoso do mundo com quase 1.4 bilhão de habitantes.

A economia chinesa também foi afetada pelo surto de Covid-19, assim como todos os países onde o número de casos é alarmante. Voos estão sendo cancelados pelo mundo inteiro, fronteiras estão sendo fechadas, comércios e indústrias estão reduzindo as atividades ou paralisando totalmente.

Só que nem tudo pode parar, a produção de alimentos, remédios, combustíveis, entre outros produtos não parar de ser produzidos, muito menos de serem distribuídos. Supermercados e atacadistas não podem fechar totalmente suas portas, mas devem tomar atitudes a fim de evitar excesso de aglomeração em seus ambientes. O transporte por via terrestre também não pode parar, principalmente num país como o Brasil, onde a maioria das cidades dependem exclusivamente de caminhões para que os insumos básicos cheguem até a população.

Os efeitos na economia já podem ser sentidos, empresas estão dando férias para empregados, outras estão fechando momentaneamente as portas obedecendo a decretos dos governos. Eventos de nível mundial estão sendo cancelados por toda aparte. Campeonatos de futebol e qualquer outro esporte estão sendo adiados.

Os reflexos de tudo o que está acontecendo vão impactar fortemente a economia mundial. Calcula-se que serão necessários alguns meses até que as coisas comecem a se normalizar. O mundo já passou por pandemias muito piores do que a atual, mas foi em uma época em que não haviam remédios e nem meios para evitar que a doença causasse milhões de mortes, a Peste negra que dizimou cerca de 1/3 da população do continente europeu (entre 25 e 75 milhões de pessoas) na Idade média e a gripe espanhola que matou entre 50 e 100 milhões de pessoas entre 1918 e 1919.

Números como esses não devem acontecer com o Covid-19, mesmo assim seu efeito será devastador na economia mundial e na vida de muitas pessoas.

Acompanhe o site criado pela Microsoft e veja a situação mundial, dados do números de casos e mortes por Coronavírus

IBGE vai realizar Censo 2020 para contagem populacional

Depois de 10 anos, o IBGE vai realizar Censo para contar a população brasileira. São mais de 208 mil vagas para agente censitário e recenseador.

IBGE vai realizar Censo

Há vagas em todos os municípios do país. As inscrições começaram no dia 5 de março, e vão até 24 de março. São dois processos seletivos, para Agentes Censitários Municipais / Agentes Censitários Supervisores (nível médio) e para Recenseadores (nível fundamental).

As inscrições serão via internet, pelo site da organizadora do Processo Seletivo, o Cebraspe.  A taxa de inscrição para as funções de nível médio é de R$ 35,80 e para Recenseador, de R$ 23,61. Os valores podem ser pagos em qualquer banco, casa lotérica ou pela internet. Esses profissionais irão trabalhar na coleta de informações do Censo 2020, entrevistando os moradores de todos domicílios brasileiros. O quadro com a distribuição das vagas pode ser encontrado no site Agencia de notícias do IBGE

As vagas são temporárias e os contratos terão duração prevista de três meses (Recenseador) ou de cinco meses (Agentes Censitários Municipais / Agentes Censitários Supervisores), podendo ser renovados de acordo com as necessidades do IBGE e a disponibilidade orçamentária. Os profissionais contratados temporariamente pelo IBGE também terão direito a férias e 13º salários proporcionais, de acordo com a legislação em vigor e conforme o estabelecido pelos editais para ACS / ACM e para Recenseadores.

Um detalhe importante: as pessoas que trabalharam recentemente como temporários, para o IBGE ou qualquer outro órgão público, também poderão ser recontratados, caso sejam aprovados nesses processos seletivos do Censo 2020.

São oferecidas 5.462 (cinco mil, quatrocentas e sessenta e duas) vagas para Agente Censitário Municipal (ACM) e 22.676 (vinte e dois mil, seiscentas e setenta e seis) vagas para Agente Censitário Supervisor (ACS). Essas duas funções estão no mesmo processo seletivo, que exige escolaridade de nível médio.

Os melhores colocados em cada município ocuparão a vaga de Agente Censitário Municipal, que será o responsável pela coordenação da coleta do Censo 2020 naquela cidade. Os demais agentes censitários supervisionam as equipes de recenseadores. As remunerações dessas duas funções são de R$ 2.100 para ACM e R$ 1.700 para ACS.

Veja maiores informações aqui

Relembrando que o último Censo foi realizado no ano de 2010, de lá para cá foram realizadas somente estimativas populacionais, levando em conta critérios que estimam o crescimento populacional de cada cidade, sem necessariamente fazer a contagem de pessoas. Portanto, depois de finalizado o Censo de 2020, muitos municípios podem acabar com um número de habitantes bem maior do que o estimado em 2019, outros podem ter números reduzidos. O importante é que o Censo vai mostrar números reais, para muitos municípios isso significa aumento de receita, pois os repasses federais do Governo se baseiam no número de habitantes de cada município.

Aposentadoria: a reforma acabou com o direito por tempo de contribuição

A aposentadoria por tempo de contribuição deixou de existir com a reforma da previdência aprovada em 2019

aposentadoria

Com o aumento das taxas de desemprego e com as dificuldades para conseguir se realocar no mercado de trabalho formal, está cada vez mais difícil para o brasileiro conseguir garantir sua aposentadoria.

As novas regras da previdência acabaram com a aposentadoria por tempo de contribuição. Para quem completou o tempo antes da reforma da previdência entrar em vigor tem o direito adquirido, 35 anos de contribuição para homens e 30 anos para mulheres. Quem estava perto de completar o tempo quando a reforma entrou em vigor, ainda entrará na regra de transição, podendo se aposentar em alguns anos. Se faltavam muitos anos, é bem provável que o segurado consiga se aposentar apenas quando atingir a idade mínima, 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

Vale ressalta que não adianta simplesmente atingir a idade mínima para ter direito ao benefício. É preciso completar a carência de no mínimo 180 meses. Se fizer as contas rapidamente vai ver que isso equivale a 15 anos, mas a conta não é bem assim. Se você trabalhou apenas alguns dias dentro de um determinado mês, isso já é contado como um mês de carência para a contagem total. Então você precisa ter trabalhado no mínimo 180 meses com carteira assinada, mas não necessariamente precisa ter todos os dias completos.

Se você está perto da aposentadoria e não consegue um emprego formal de maneira alguma e está com medo de não conseguir sua aposentadoria, por não ter os 180 meses de carência. Ainda existe uma opção, você pode contribuir pagando mensalmente o carnê Guia da previdência Social. É possível comprar um em qualquer papelaria. O pagamento mínimo para ter direito a receber um salário mínimo na aposentadoria equivale a 11% do salário mínimo vigente, hoje é (R$ 114,95). Cada vez que o valor do salário mínimo for alterado, você também terá que pagar o valor corrigido.

Para muitas pessoas essa é a única possibilidade de conseguirem uma aposentadoria. Não adianta ficar de braços cruzados esperando a idade chegar, é preciso contribuir para ter o direito.

O Coronavírus e a globalização

O coronavírus é uma ameaça à população mundial e à economia

O Coronavírus

Um vírus surgiu em determinado país e rapidamente a notícia se espalhou deixando toda a população mundial alarmada. Isso porque nos dias atuais a notícia chega rápido a todos os cantos do planeta, mas da mesma forma o vírus também pode chegar. Esse é um dos problemas da globalização e da evolução dos meios de transporte.

Há cem anos as notícias demoravam muito para chegarem a outros continentes. As viagens aéreas em grande escala era coisa que não existia, a aviação civil estava apenas engatinhando. O transporte por navios era a moda e as viagens costumavam demorar muitos e muitos dias. Se a tripulação fosse atingida por uma doença contagiosa e mortal, todos poderiam morrer antes mesmo de chegarem ao destino final. Hoje entramos em um avião e horas depois estamos em outro continente.

Uma única pessoa contaminada é capaz de carregar um vírus e espalhá-lo para muitas pessoas. É assim que estão ocorrendo a maioria das contaminações por Coronavírus (Covid-19) no mundo. As pessoas viajam o tempo todo, seja a trabalho, estudo ou fazendo turismo. É praticamente impossível impedir que isso aconteça. Viagens a passeio podem ser canceladas, mas grande parte é relativa a negócios, não podem ser adiadas.

Mesmo assim grandes eventos ao redor do mundo já foram adiados ou cancelados em virtude da ameaça do Coronavírus. O resultado é um prejuízo incalculável para a economia de diversos países. Alguns países até mesmo já temem a falta de matéria prima, pois dependem em grande parte da matéria-prima com origem da China, o país onde tudo começou.

Se por um lado a globalização aumenta as chances de uma pandemia mundial, por outro lado a eficiência dos sistemas de vigilância de saúde foram capazes de alertar todos os países a fim de reduzir essa possibilidade. Quando uma nova doença surge em determinado país, em poucas horas a notícia já se espalha pelo mundo inteiro. Diferente do que aconteceu com a gripe espanhola que causou milhões de mortes num mundo onde não tínhamos essa agilidade na comunicação e nem remédios que eram capazes de curar a doença.

Mesmo se a doença for controlada em breve, ainda assim seus efeitos na economia mundial poderão ser sentidos por um bom tempo. Quanto a isso, nada pode ser feito, só resta torcer para que tudo volte ao normal o mais rápido possível.

Governo não reajusta Tabela de Imposto de Renda

Mais uma vez o governo deixou de reajustar a tabela de Imposto de Renda. Pelo quinto ano consecutivo não houve aumento, nem ao menos a correção pela inflação. A defasagem da tabela já ultrapassa os 100%.

declaração de ir 2019

O atual governo durante a campanha prometeu que iria reajustar a tabela, isentando milhões de brasileiros e reduzindo os valores de outra grande parte. Seria bom demais se isso fosse verdade, mas até agora não passou de promessa, coisa comum no mundo da política. “Prometo antes de ser eleito e depois não cumpro nada”. Assim quem ganha R$ 1.903,99 continua pagando o imposto.

A falta de correção na tabela faz com que os trabalhadores paguem cada vez mais impostos, reduzindo os seus salários de maneira drástica. A situação dos servidores públicos é ainda mais complicada. Eles têm o imposto retido diretamente na fonte, ou seja, são obrigados a pagar os valores mês a mês, descontados de seus salários. Para piorar ainda mais a situação, recentemente foi aprovado o aumento da alíquota previdenciária.

Com isso os servidores públicos serão obrigados a pagarem não mais os 11%, mas sim 14% todos os meses para supostamente terem direito a aposentadoria. Esse aumento foi aprovado na esfera federal, mas já começou a ser implantado pelos estados e os municípios também devem aderir.

Sempre com a velha desculpa de que o sistema previdenciário está defasado, que não há recursos suficientes para garantir aposentadorias no futuro. Qual a garantia de que as reformas vão garanti-las? Nenhuma.

Vemos que a situação está cada vez mais difícil para quem trabalha e paga seus impostos, enquanto deputados, senadores e demais, cada vez tem mais privilégios.

As reformas da previdência, trabalhista e administrativa do governo só tem um objetivo, reduzir despesas. A única maneira de reduzir despesas é gastando menos, quem vai pagar a conta é o trabalhador, não existe reforma que irá beneficiar os pobres, isso é uma grande ilusão.

Veículos movidos à gasolina e diesel proibidos no Brasil?

É algo difícil de se imaginar nos dias atuais, mas já existe um projeto no Senado que pretende proibir a comercialização de veículos movidos à gasolina e diesel no Brasil a partir de 2030.

veículos movidos à gasolina e diesel

O Projeto de Lei do Senado Nº 304/2017, aprovado pela Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) nesta última quarta-feira (12), quer proibir a venda de carros a diesel e gasolina no Brasil em 2030. Na próxima etapa, o projeto será votado pela Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado.

O projeto ainda prevê a proibição de circulação de qualquer veículo movido a motor de combustão a partir de 2040. Regra essa que poderia dar muita dor de cabeça e prejuízos para os proprietários de veículos com esses motores.

Se tratando de Brasil, é difícil acreditar que em apenas 10 anos seja possível modificar um mercado que atualmente é de quase 100% de veículos à combustão. Quando se fala de veículos à combustão estão incluídos aí os motores que funcionam com etanol.

Se isso virasse lei, as pessoas que possuem veículos com 10 anos de uso seriam obrigadas a descartarem seus veículos, tendo assim prejuízos incalculáveis.

Atualmente o preço dos veículos elétricos está longe do alcance da maioria dos brasileiros e os postos de abastecimentos para tais veículos são quase inexistentes. Se a lei for aprovada conforme proposta, é bem provável que tenha que ser revista e os prazos reconsiderados.

Temos exemplos de como as coisas são no Brasil, muitas obras da Copa do Mundo não foram entregues dentro do prazo. Se dependermos do poder público é bem provável que o mercado de carros elétricos ainda demore bastante tempo para ser realidade, com todos os veículos sendo vendidos apenas com motores desse tipo.

O Brasil está muito atrás de países europeus que já aprovaram iniciativas que visam diminuir a emissão de gases no meio ambiente. Acredito que por aqui ainda veremos por muito tempo veículos movidos à gasolina e diesel rodando pelas ruas do Brasil.

Como encurtar links para divulgação?

Quando você está divulgando um produto, um livro, ou qualquer outra coisa nas redes sociais. É preciso criar não apenas imagens e textos amigáveis, mas o link também deve ser chamativo, ou você irá deixar as pessoas com medo de clicarem nele e também pode ter problemas ao postar em redes sociais como o Facebook e Instagram.

Vamos ver a seguir uma maneira simples, muito fácil de como encurtar links para suas postagens. Existem muitas opções, mas vou apresentar aqui a que achei a melhor entre todas.

Entre no site a seguir: https://bitly.com/

Na tela inicial copie e cole o link desejado na caixa conforme a imagem a seguir, depois clique em Shorten.

Como encurtar links

Agora basta copiar o link encurtado em qualquer um dos locais indicados a seguir:

Como encurtar links

Note a diferença dos links antes e depois do encurtamento. https://www.amazon.com.br/Assassinato-beira-mar-Detetive-Scott-Livro-ebook/dp/B07V52Q9M9/ref=sr_1_1?qid=1580993411&refinements=p_27%3AS%C3%A9rgio+Fragoso&s=digital-text&sr=1-1&text=S%C3%A9rgio+Fragoso

https://amzn.to/2SrkMKl

Viu só como o link encurtado ficou bonito e muito mais chamativo. Super simples, não é mesmo?

Desemprego: caminho sem volta

O aumento do desemprego é notícia recorrente nos últimos anos. Chegou a números alarmantes e apesar de todas as ações do Governo, pouca coisa mudou nos últimos anos. Atualmente, segundo pesquisas oficiais, existem mais de 12 milhões de desempregados no Brasil.

Entre as ações do Governo estão a reforma trabalhista, que diminuiu encargos e desonerou empresas com o propósito de aumentar a oferta de empregos. Também a reforma da previdência que pretende diminuir o déficit previdenciário, as duas reformas pretendem tornar o país mais competitivo.

A reforma trabalhista já mostrou que teve pouco efeito sobre o desemprego. A reforma da previdência por sua vez pode piorar ainda mais a situação. É verdade que as pessoas estão vivendo cada vez mais, no entanto, é sabido que encontrar um emprego na velhice é muito difícil. A não ser que você tenha muita competência ou sorte, fatalmente será substituído por alguém mais jovem, cheio de vigor e de ideias novas.

Ou seja, a reforma da previdência pode piorar ainda mais os níveis de desemprego. Melhoras nos números da economia também não necessariamente significam aumento no número das vagas de emprego. Recentemente vimos dois grandes bancos brasileiros anunciando o fechamento de centenas de agências, entre vários bancos, mais de 600 agências foram fechadas apenas no ano de 2019, gerando a demissão de milhares de funcionários. Não são bancos que estão em crise, mas sim algumas das empresas que mais lucram no Brasil.

Então por que essas empresas demitem?

A resposta para isso é simples, as pessoas estão cada vez menos utilizando as agências físicas, hoje com o advento da tecnologia é possível fazer quase tudo sem sair de casa. Com a queda dos juros os bancos vão perder receita, reduzindo custos isso será minimizado. Ou seja, até mesmo quando as empresas tem recorde de lucros, ainda assim fecham vagas. É uma situação muito difícil para o trabalhador.

Acreditar que o nível de desemprego irá cair para níveis baixíssimos é quase utópico. Vejam a nova onda do mercado, os carros elétricos. Apesar do apelo ambientalista para que os veículos se tornem populares, já tem gente dizendo que os motores elétricos aumentarão a crise de desemprego no mundo, pois utilizam uma quantidade de peças muito menor do que os motores à combustão. Só resta a esperança por dias melhores, mas as perspectivas não são nada boas para os desempregados.

Numerar páginas no Word

Numerar páginas no Word é uma tarefa muito simples, apenas alguns cliques e o seu trabalho está pronto. No entanto, isso se torna um pouco mais difícil se você não tem a intenção de numerar todas as páginas do documento, como acontece em trabalhos de conclusão de cursos, livros e outras coisas do tipo que não possuem numerações em todas as suas páginas.

Vamos ver a seguir a maneira fácil de fazer isso.

Vá até o final da página anterior de onde você quer que a numeração se inicie, conforme vemos o cursor na imagem a seguir. Depois no menu clique em Quebras e em seguida em Próxima página conforme as indicações.

Depois de fazer isso vá para a página seguinte que é aquela que será numerada. Posicione o mouse sobre o cabeçalho e dê dois cliques ativando as ferramentas de Cabeçalho e rodapé. Clique na opção Vincular ao anterior desmarcando a função, assim o cabeçalho dessa página será desvinculado do anterior não mostrando a numeração. Se pretende numerar de maneira diferente em páginas pares e ímpares, aproveite para marcar essa opção conforme vemos na imagem.

Ainda com o cabeçalho selecionado clique em Numerar páginas, depois escolha onde quer que os números apareçam, início ou fim da página conforme as indicações. Pode ser direita e esquerda, para isso é preciso fazer isso nas duas páginas, na atual e na próxima para colocar numerações em ambos os lados.

Fazendo isso as numerações ficarão alternadas nas páginas. Se você não marcou a opção Diferente em páginas pares e ímpares, então isso não é necessário.

Para escolher em qual número começa a numeração, ainda com o cabeçalho aberto clique em Numero de página, Formatar números de página conforme a seguir.

Então escolha na opção Iniciar em e coloque o número desejado e dê OK.

O procedimento é o mesmo se você pretende colocar a numeração das páginas no rodapé, basta selecionar o rodapé na hora de fazer todo o processo. Essa opção Diferente em páginas pares e ímpares também serve para colocar o nome de autor em uma página e o título do livro na outra, assim como vemos na maioria dos livros publicados por editoras.

Se quiser aprender mais adquira o e-book na Amazon: Microsoft Word 2013

Reforma da previdência nunca será boa para o trabalhador

A reforma da previdência vai impedir que muitas pessoas tenham acesso à aposentadoria

Reforma da previdência

Acreditar que a Reforma da Previdência será boa para os trabalhadores em geral é o mesmo que acreditar em Papai Noel ou em contos de fadas.

A Reforma da Previdência tem como único objetivo reduzir o déficit que dizem existir no INSS, para que futuramente as pessoas continuem conseguindo se aposentar e que o sistema não entre em colapso.

Não existe como fazer redução de despesas sem tirar direitos dos trabalhadores. Com a nova lei, homens só conseguirão se aposentar aos 65 anos e mulheres aos 62 anos depois que encerrar o período de transição. Anteriormente à lei, havia a possibilidade de se aposentar através do tempo de contribuição. Um homem de 55 anos de idade e 35 anos de contribuição poderia se aposentar, coisa que não será mais possível. Este mesmo homem agora terá que trabalhar ou esperar mais dez anos para conseguir o benefício, pois é necessário ter ao menos 20 anos de contribuição, algo que ele já possui.

Com a nova lei, mais pessoas irão morrer antes mesmo de conseguirem ter a idade para receber o benefício e quem sobreviver terá que contribuir por muito mais tempo. A conta é simples, redução de despesas no INSS = menos pessoas tendo acesso aos benefícios.

Mas também existe uma verdade nisso tudo, as pessoas estão vivendo por mais tempo, ou seja, muitos estão chegando aos 70, 75, 80 anos e ficam mais tempo recebendo o benefício do INSS. Logo, cada vez mais é necessário ter gente nova contribuindo para a manutenção do benefício deles.

A questão é se isso vai trazer resultados satisfatórios a longo prazo, é preciso aumentar o número de trabalhadores que contribuem com o INSS, se o emprego informal aumentar, não teremos aumento de receita, apesar de que os gastos do INSS continuarão a aumentar.

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