Administração e Sucesso

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Ser professor no Brasil é um desafio

Ser professor no Brasil é um desafio, e a cada ano o número de pessoas interessadas em seguir essa profissão diminui. Não é para menos, segundo uma pesquisa feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), os salários dos professores de ensino fundamental no país é um dos piores do mundo, se comparados com países desenvolvidos. Em busca de melhores condições de trabalho e um salário melhor muitos profissionais, tanto formados em Letras, quanto de outras áreas do conhecimento, decidem se dedicar a lecionar no ensino superior.

curso técnico

Dados da OCDE comprovam essa afirmação, os salários dos professores universitários de universidades federais públicas são tão altos quanto os de países desenvolvidos como Finlândia, Noruega e Suécia, o faturamento por ano fica em torno de R$ 133,7 mil. O documento também mostra que o país investe muito mais nos alunos do ensino superior, cerca de R$ 45 mil por ano, número muito maior do que a média de R$ 12,7 mil que são investidos ao ano por aluno do ensino fundamental e médio.

Lecionar no ensino superior não se restringe dar aulas para os jovens que acabaram de ingressar na faculdade, existem os mestrados, doutorados e as pós graduações latu senso e stricto sensu. E mesmo optando pela carreira acadêmica, ainda existem profissionais que encaram seguir sua profissão de formação e ainda lecionar.

Conversarmos com o advogado e professor da pós graduação para saber a sua visão sobre esse cenário.

Pós Graduação na prática

O Coordenador da Pós Graduação Latu Sensu em Direito Empresarial da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Luiz André de Carvalho Macena encara esporadicamente a rotina dupla de se dedicar às atividades acadêmicas e a profissão de advogado. Luiz é mestre em Direito e especialista em Direito Civil e Processo Civil, mas deixou a profissão um pouco de lado para ensinar futuros profissionais.

Segundo Luiz se dedicar às duas atividades pode ser um pouco complicado “É bem desgastante, mas o profissional que se dispõe a manter as duas deverá ponderar os benefícios e malefícios decorrentes deste caminho. O profissional da advocacia deverá conciliar sua agenda de compromissos, a realização de audiências, o atendimento aos clientes com o preparo das aulas e sua entrada em sala de aula. Mas é um desafio gratificante” comenta.

Mas quem pensa que seguir a carreira acadêmica exige menos esforço está enganado, segundo o professor Luiz Macena é preciso buscar diversas qualificações se o intuito é lecionar em cursos de pós graduação. “Tem que fazer Mestrado e Doutorado. Hoje dificilmente uma pessoa vai conseguir um cargo de professor universitário sem tais títulos. Também ter vocação para pesquisa é muito importante. A carreira acadêmica exige do professor a participação em congressos, seminários e demais eventos científicos. Escolher um ou mais de ramo especifico para trabalhar, ficar atento a publicação dos editais das universidades sobre a abertura de vagas e conhecer os novos métodos de ensino é essencial. O professor deve ser curioso e estar sempre atualizado” diz.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

É administrador de empresas? Veja os filmes que todo profissional deve assistir!

As plataformas de streaming estão ganhando cada vez mais usuários, e muitos as utilizam para estudar e evoluir na área de atuação de uma forma mais prazerosa ou até mesmo como um hobby. Existem inúmeras vantagens em obter ainda mais conhecimento por meio de vídeo aula, ou filmes. O poder de escolha é maior, assim como a flexibilidade e concentração.

As pessoas que mais utilizam essas plataformas para estudos são as concurseiras, acadêmicos e alunos que querem ingressar em uma universidade. Vídeo aulas são ótimas ferramentas para quem estuda online, em comparação com cursinhos presencias elas não ficam atrás em nada, pois muitos sites disponibilizam ou vendem as aulas e contam com serviços para contato direto com o professor.

Há quem prefira estudar pelo bom e velho livro, ou por PDFs, mas a grande vantagem de assistir uma vídeo aula é a didática, por esse meio é possível usar o sentido da visão e da audição, o que torna a compreensão ainda mais fácil. E pelo computador é possível voltar e rever o que não foi captado, o que não ocorre em aulas presenciais.

A Netflix é a plataforma de streaming mais conhecida e utilizada no mundo todo, e também serve de inspiração para a criação de plataformas voltadas para a educação, como no caso do MECflix. O serviço é do Ministério da Educação e faz parte do projeto “Hora do Enem”, criado para auxiliar os estudantes de todo o Brasil.

A ideia é democratizar o acesso à conteúdos voltados para a educação, oferecer notícias e dicas sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Dentro da plataforma, o MECFlix é acessado por um aplicativo, onde o estudante pode se cadastrar e ter acesso a diversos tópicos relevantes que podem ser pesquisados por Tags. No exterior já existem serviços como esse voltado para a educação.

Filmes e séries como alternativas de estudo

E para quem já cursa uma faculdade e quer aprofundar ainda mais o que se aprende em sala de aula, além das vídeo aulas, filmes e séries são alternativas interessantes de estudo, principalmente na faculdade de administração, onde o conteúdo pode instruir ou pelo menos indicar o cotidiano empresarial ou executivo da profissão.

O presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Sebastião Luiz Mello, fez uma indicação de grandes filmes para o site Exame, em 2016. Os longas têm como foco principal a rotina de profissionais da administração, várias lições profissionais, como funciona o trabalho em equipe, as estratégias para gestão de crises, dentre outros.

A primeira lista de filmes é direcionada para os estudantes de administração. Os títulos são: O Informante, Cidadão Kane, A Felicidade não se compra e Como Enlouquecer seu Chefe. A segunda lista conta com obras para o administrador que atua em empresas. Os títulos são: Invictus, Amor Sem Escalas, O Homem que mudou o jogo, De Pernas Pro Ar, Monstros S.A., Coach Carter – Treino para a Vida, Wall Street – O Dinheiro Nunca Dorme e O Discurso do Rei.

Post escrito por Jacqueline Gonçalo

Mercado em crise aumenta a demanda de consultores empresariais

Para buscar inovação em um mercado saturado é preciso de ajuda profissional de um especialista

 

 

Se com o mercado estável já é preciso uma boa gestão em uma empresa, em tempos de crise é essencial a contratação de uma consultoria empresarial para guiar o negócio. Diante desse cenário, as organizações contam com seus consultores para tomar decisões assertivas.

remuneração e motivação

A consultoria é muito importante para uma empresa, além de ser um ponto de apoio ela é quem guiará a empresa para as oportunidades de mercado, o crescimento e inovação. A visibilidade no mercado é alcançada por meio da consultoria, ela é quem instrui para a busca do equilíbrio ideal para a formação de novas práticas, aumentando assim, o destaque da empresa em meio a concorrência.

É diante disso que percebe-se que os principais motivos do aumento da demanda por uma consultoria empresarial são a busca por novos conceitos para crescer continuamente e a necessidade de obter vantagens competitivas no ramo de atuação da empresa.

Quando a crise se instaura, o consultor empresarial tem um papel importante em tentar minimizar os impactos desse problema dentro da empresa. Ele precisa saber gerenciar seu funcionamento, o que inclui lidar com a equipe, encontrar alternativas para reduzir custos e buscar novas maneiras de atrair os clientes. Em suma, esse profissional terá que mostrar seus conhecimentos técnicos e práticos.

A importância do consultor para a estratégia da empresa

O elo entre a equipe e os empregadores em tempos de crise são os consultores, são eles que transitam pelos dois níveis hierárquicos da organização para ter uma visão sistêmica sobre o que é e o que não é funcional em relação às ações pensadas e praticadas.

Uma visão analitica e critica frente a esse cenário precisa ser desenvolvida pelo gestor para que auxilie os empreendedores a rever estratégias, adaptá-las ao novo cenário sem que cause um impacto negativo no procedimento das tarefas. A consultoria empresarial tem a missão de amparar a empresa no processo de rever os planos e projetar o futuro com base nas modificações feitas sem comprometer todo o desenvolvimento do negócio.

É o papel do consultor olhar para a situação com perspectivas positivas, apesar do contexto econômico não estar estável. É preciso analisar os problemas que a crise trouxe à empresa, avaliar a equipe e traçar rotas possíveis para dar continuidade ao trabalho sem grandes perdas. Um bom profissional olha o cenário sob a perspectiva do colaborador, dos acionistas, dos clientes e do mercado que a empresa está inserida, para assim pensar em cada ponto impactado.

A partir desse novo ângulo soluções surgem para atender todos as diretrizes, sem desconsiderar os interesses da organização, que neste caso é o mais importante. Gerenciar riscos em tempos de crise é uma medida cautelosa para não deixar que o cenário fique ruim, ou piore ainda mais, antecipando assim possíveis problemas e pensando com mais cautela e segurança, sempre levando em consideração a situação atual da empresa é de seu mercado atuante.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Cinco cursos para incrementar seus conhecimentos em administração de empresas

Conheça opções para turbinar seu currículo e garantir uma boa posição no mercado

A área de Administração de Empresas é uma das que mais empregam no Brasil, isso porque é ampla a atuação de profissionais que se dedicam à organização, gerenciamento e planejamento de uma instituição.

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O mercado de trabalho para o auxiliar administrativo é amplo, há oportunidades em empresas de diversos ramos de atuação, desde o comércio, serviços, até instituições públicas.

O perfil do profissional desta área está ligado à sua organização, capacidade de gerenciamento e liderança e habilidades técnicas sobre as principais atividades exigidas na função.

Se esta é uma carreira com a qual você se identifica, confira cinco opções de cursos para incluir no seu currículo:

1 – auxiliar administrativo

Com o curso oferecido pelo Cursos 24 horas é possível conhecer a rotina e as atividades de um auxiliar administrativo, aprendendo técnicas de arquivamento, programas e contabilidade básica.

Com este curso, o aluno estará pronto para atuar profissionalmente como auxiliar administrativo e desempenhar as principais atividades diárias exigidas na função.

2 – almoxarifado

Ligado diretamente à área administrativa de um negócio, o almoxarife é o profissional responsável por tarefas como a classificação e disposição dos itens no estoque, seu recebimento dentro de um armazém e a codificação e identificação de determinados produtos.

No Curso de Almoxarifado é possível aprender técnicas para manter o ambiente seguro e organizado, além de conhecer procedimentos fundamentais para ter sucesso nesta profissão.

3 – chefia e liderança

O que é uma empresa sem um líder? O chefe é vital para uma instituição, pois é responsável por conduzir seu grupo e consequente os resultados dele.

Sabendo que esta é uma habilidade que pode ser desenvolvida, no curso de Chefia e Liderança os alunos aprendem a estimular e motivar uma equipe e como desenvolver um bom relacionamento entre as pessoas de seu grupo.

4 – gestão de projetos

Gestão de Projetos é a aplicação de habilidades e técnicas para atingir metas, obedecendo prazos e levando em consideração custos e qualidade final.

A gestão eficaz de projetos é uma das características mais valorizadas pelas empresas em seus líderes. Por isso, o curso habilita os estudantes com apresentação de técnicas que farão seus projetos obterem resultados positivos, desde as etapas iniciais até relatórios finais.

No curso, os alunos têm contato com Matrizes de Responsabilidades, Histogramas de Recursos, Diagramas de Gantt, Balanced Scorecard, entre outras aplicáveis a projetos de todos os portes.

5 – logística

A Logística é a área responsável por prover recursos, equipamentos e informações para a execução de todas as atividades de uma empresa.

Os simpatizantes do curso podem conhecer quais são as estruturas de transporte e armazenamento utilizados, maneiras eficientes de planejar e organizar a fabricação e o estoque de produtos, contribuindo para aperfeiçoar o fluxo de materiais e informações nas empresas, ganhar com a redução de custos logísticos e criar planejamentos de curto e longo prazos.

Estude online

E todos esses cursos de administração podem ser feitos online, no seu tempo e onde estiver. Com o Curso 24 horas você conta com a ajuda de tutores, em um ambiente virtual descomplicado, com possibilidade de certificação final. Tudo para turbinar o seu currículo e garantir uma boa posição no mercado de trabalho.

Remuneração Estratégica para Competitividade nas Empresas

“A retomada da competitividade se dá a partir da implementação de um modelo de gestão baseado na remuneração estratégica por impulsionar resultados superiores e sustentáveis.”

por Viviane Guerra e Anderson Toscano

No sistema capitalista em que vivemos hoje a meritocracia é o principal impulsionador para o crescimento pessoal de cada indivíduo dentro das organizações. Os profissionais veem sendo promovidos de acordo com o seu esforço e capacidade para desempenhar determinada função, porém também é preciso reconhecer os profissionais que desempenham um bom trabalho na função que atuam, ou seja, reconhecer os talentos e valorizar este profissional de forma que ele não deseje sair da empresa e continue motivado a desempenhar sua função cada vez melhor.

Ao contrário da remuneração estratégica, os modelos de remuneração tradicional não consideram o desempenho individual de cada colaborador. Nesses modelos são valorizadas características como lealdade, formação escolar ou tempo de casa que com o passar dos anos deixaram de serem as principais características para o reconhecimento de um bom funcionário (CHIAVENATO, 1999).

A remuneração estratégica é um recurso que contribui muito para felicidade no trabalho. Remunerar o profissional por seu esforço e diferenciação, ou seja, pelos resultados superiores que ele veem apresentando é um reconhecimento que motiva o profissional a ser sempre melhor, pois ele sabe que esta sendo reconhecido por isso e sabe o que a empresa espera dele.

Esse sistema tem como objetivo beneficiar o colaborador com outras formas de pagamentos complementando, assim, o sistema de remuneração tradicional. Com isso o funcionário se sente mais motivado a alcançar melhores resultados, além de sentir-se mais valorizado (GHENO; BERLITZ, 2011).

Já diziam Pereira Filho e Wood Jr. (1994) que a remuneração estratégica é um vínculo com a nova realidade das organizações e que a tendência era que ela se tornasse um imperativo para as organizações que desejavam sobreviver e prosperar. O fato é que hoje muitas empresas ainda continuam com modelos de gestão ultrapassados e não adotaram tal modelo de gestão e esse é um dos motivos que contribui para baixa competitividade no Brasil.

Os componentes de uma remuneração estratégica, de acordo com Pereira Filho e Wood Jr. (1994) estão na seguinte escala:

  1. Salário direto: determinado pela função e ajustado ao mercado;
  2. Salário indireto: benefícios e outras vantagens;
  3. Remuneração por habilidades ou conhecimento: determinado pela formação e capacidade dos colaboradores;
  4. Remuneração por resultados: vinculada a metas de desempenho dos colaboradores ou da organização;
  5. Participação nos lucros: vinculado a objetivo e lucratividade da empresa;
  6. Participação acionária: reforça vínculo e compromisso de longo prazo;
  7. Diversos: prêmios, comissões e gratificações.

Os profissionais que desempenham sua função com o máximo de comprometimento, engajamento e tentam sempre fazer o melhor trabalho, quando não são reconhecidos, desanimam e passam a buscar a felicidade em outro lugar. Muitas empresas perdem seus talentos não sabendo gerenciar de modo a fazer com que os bons profissionais permaneçam na empresa.

De acordo com o professor Szezecinski (2017): “Gente boa, qualificada, bem remunerada, trabalha melhor e se paga naturalmente. Profissionais com esse perfil buscam desenvolver competências no sentido de sua qualificação, entregam resultados melhores e querem crescer” (informação verbal).

O IBMérito acredita que as organizações precisam buscar de forma permanente a competitividade de seus negócios e que pessoas qualificadas e verdadeiramente reconhecidas por suas contribuições são fundamentais para geração de resultados superiores e sustentáveis. (SZEZECINSKI, LAUFER, MENDES, RAMOS, 2017, p.19)

O modelo de gestão atual utilizado por muitas empresas com relação a remuneração implica em um pensamento onde o funcionário tem de se contentar com o que a empresa oferece e se não quiser a empresa simplesmente irá substituí-lo, pois a final, todos somos substituíveis. Acontece que esse modelo não leva em consideração o que ocorre depois da substituição.

É fato que todas as pessoas precisam de um meio de sustento e as empresas de certa forma utilizam isso como uma ameaça, utilizando a famosa frase: “se não esta bom pra você o mercado esta cheio de gente querendo trabalhar”. Só que esse modelo não analisa que bons profissionais não ficam fora do mercado, mesmo em momentos de crise. Se ele sair ele vai ir muito provavelmente trabalhar na concorrência, levando muitas vezes os clientes daquela empresa que não o valorizou.

Com isso a empresa acaba perdendo bons profissionais e contratando pessoas novas, muitas vezes destreinadas e que com certeza ainda terão de aprender a politica da empresa, sistema interno, etc. O que se percebe é que esta cada vez mais difícil encontrar no mercado, profissionais qualificados, que desempenham sua função com máximo de excelência e eficiência, gente comprometida e com responsabilidade, gente que veste a camisa.

Muitas vezes a empresa só decide oferecer uma boa remuneração ao funcionário quando o mesmo recebe outra proposta de emprego com melhor remuneração. E isso só ocorre quando o gestor percebe da importância daquele funcionário para empresa, pois quando não existe essa percepção, muitas vezes a empresa perde os bons funcionários gastando com contratações e demissões e muitas vezes perdendo clientes pela queda de produtividade e qualidade.

A nova geração de gestores precisa quebrar o modelo antigo e olhar mais para as pessoas, não se contentar com profissionais medianos, trazer os melhores e dar condições para que eles queiram permanecer. Uma organização de sucesso é feita de pessoas que apresentam resultados superiores e a remuneração estratégica é uma ferramenta para fazer com que estes profissionais queiram permanecer na organização.

As empresas precisam deixar de ver a remuneração como uma questão de custo, e sim ver como um fator fundamental para o crescimento da organização, impulsionando melhorias e aumento da competitividade (PEREIRA FILHO, J. L.; WOOD JUNIOR, 1995).

De acordo com Farah (2014, p.1), diretora comercial da Sinergia Recursos Humanos:

A remuneração estratégica vem sendo uma nova vantagem competitiva, sendo dividida entre fixa e variável. Na remuneração fixa, o colaborador recebe um salário pela função; um salário indireto, por meio de benefícios e outras vantagens; e uma remuneração por habilidades, definida pela capacitação e voltada para cargos operacionais. Já na remuneração variável, há o salário por competências, voltado para cargos administrativos e de liderança; previdência complementar e remuneração variável por resultados.

A partir dessa nova visão e implementação de um modelo de gestão de meritocracia e remuneração estratégica, ou seja, valorizando os melhores, as empresas passarão a tornarem-se mais competitivas, com cada vez profissionais melhores, elevando a qualidade e desempenho do mercado de trabalho no Brasil.

REFERÊNCIAS

CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

FARAH, Carolina. Os desafios da remuneração estratégica. CLICRBS, dez. 2014. Disponível em:<http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/economia/negocios/noticia/2014/12/os-desafios-da-remuneracao-estrategica-4663681.html> Acesso em 27 ago. 2017.

GHENO, R.; BERLITZ, J. Remuneração estratégica e pacote de benefícios: Um estudo de caso aplicado ao nível operacional de uma multinacional. Rev. Adm. UFSM, Santa Maria, v. 4, n. 1. 2011.

PEREIRA FILHO, J. L.; WOOD JUNIOR, T. Remuneração estratégica: a nova vantagem competitiva. RAE-Revista de Administração de Empresas, v. 35, n. 4, jul./ago.1995.

SZEZECINSKI, Antônio Silvano; LAUFER, Jaime; MENDES, Geraldo Silveira; RAMOS, Roseneide. Desafios e perspectiva para retomada da competitividade brasileira. 1. ed., jan. 2017. Disponível em: < http://www.ibmerito.org/artigos.html>. Acesso em 28 ago. 2017.

Obs: este artigo foi cedido para publicação pelos autores.

Quem faz curso técnico ou profissionalizante tem mais chances de conseguir um emprego

A educação profissional tem chamado a atenção dos brasileiros, deixando para trás o pensamento de que os cursos de qualificação profissional, de ensino médio técnico e graduação tecnológica não são valorizados pelo mercado de trabalho. Uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostrou que pessoas que fizeram algum tipo de curso profissionalizante têm mais chances são 38% maiores de conseguir um emprego formal de carteira assinada, e o salário pode chegar a ser 13% maior também.

curso técnico

E dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também mostram o maior interesse do brasileiro pela qualificação profissional proporcionada pelos cursos, mais de 40,21 milhões de pessoas tem interesse em ingressar nessa modalidade de educação.

O diretor geral do SENAI, Rafael Lucchesi, comentou sobre a pesquisa em entrevista ao Portal da Indústria, “Seguramente, a educação profissional é o caminho mais rápido para a inserção dos jovens no mercado de trabalho e para a recolocação dos trabalhadores que ficam desempregados. Os resultados da pesquisa apontam que a população brasileira tem clareza da importância desse tipo de formação e tem o desejo de se qualificar para o mercado de trabalho” disse

Bem observado pelo diretor geral, os cursos profissionalizantes são uma maneira mais rápida de inserção ao mercado de trabalho e esse pode ser o maior atrativo da modalidade, além do investimento ser bem menor do que um curso superior e a vantagem de não ser obrigatória a conclusão do ensino médio para começar a estudar. Para os jovens que necessitam trabalhar, seja para ajudar em casa ou a vontade de se inserir no mercado de trabalho o mais cedo possível, é uma ótima opção.

Quais são as características dos cursos profissionalizantes?

Essa modalidade tem como objetivo dar mais atenção as atividades que serão desenvolvidas no dia a dia da carreira escolhida, por isso muitos profissionais que já são formados buscam esses cursos para se especializar, mas jovens que não possuem conhecimento técnico em nenhuma área também são contemplados pelos cursos profissionalizantes. A duração pode variar entre seis e 18 meses

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Internet, gastronomia e redes sociais: como consolidar a marca do seu restaurante

Não tem mais jeito: as redes sociais chegaram em um nível de presença na vida real, que hoje praticamente tudo gira ao redor dela. Das avaliações dos locais de lazer, trabalho e consumo, até nossas relações interpessoais: tudo está conectado. E isso inclui justamente a questão do consumo, da gastronomia e dos negócios que giram ao redor desse universo.

Hoje não dá mais para esperar os clientes baterem à porta! É preciso se mexer e buscar uma presença impactante e coesa nas redes sociais. O cliente está em busca, hoje, de facilidades, do mundo a um clique, dos sabores à mão! Então se o seu negócio, restaurante ou serviço não se adequar, com o passar do tempo você irá precisar correr atrás do prejuízo, literalmente.

Um site é um bom começo nesse quesito. Mas ele precisa ser totalmente funcional, responsivo e clean, e principalmente adequado às funções móbile, já que muitos dos clientes vão acessar pelo smartphone. A criação de sites é feita geralmente por uma empresa especializada, que irá aconselhar o cliente da melhor forma. As redes sociais devem caminhar de acordo! E feito isso, a imagem que começará a transparecer daquela marca deve ser mais interessante possível.

Delivery, menu online e funcionalidades

Vivemos numa época em que, quanto mais a internet nos ajudar, melhor. Por isso, o serviço de delivery deve vir atrelado a um sistema rápido, que responda as dúvidas do cliente e que seja adequado à proposta. O menu online, facilitado, preços e disposições do negócio são essenciais.

O cliente também quer se sentir prestigiado, então ele irá se valer das suas redes sociais para opinar, reclamar ou sugerir. E isso precisa ser totalmente bem visto nessas plataformas, ou então as críticas superarão os elogios.

O site da empresa deve provocar aquele cliente a consumir, a provar os sabores, não fazê-lo procurar a concorrência, com mais presença e discurso nas redes e na internet. Por isso, esses elementos são essenciais. Acredite: não há mais como fugir disso. Já abriu o site do seu restaurante hoje?

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Para o administrador sempre há oportunidades no mercado’, diz professor de administração e gestão

É interessante se imaginar que, diante de tantos cursos que se posicionam como fortes graduações todos os dias em milhares de universidades pelo país, um curso continue sendo o mais procurado: o curso de administração. Tudo isso pode ser visto por um viés amplo que engloba mercado, mudanças do ensino, perspectiva salarial e muitos outros fatores. Se pensarmos no quão antigo esse curso é, a reflexão fica ainda mais intrigante. É o que explica o coordenador e professor de administração e gestão da ESAMC, Calixto Silva Neto.

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“Os primeiros cursos de administração nos Estados Unidos tiveram início em 1881, finalzinho do século 19. No Brasil o ensino de Administração teve início em 1952, portanto recente. Nos anos 1980 o mercado tornou-se altamente competitivo e globalizado. Essa competitividade exigiu das empresas uma performance melhor, principalmente no que diz respeito a custos e qualidade”, explica o especialista. Segundo ele, esse “boom” com que as empresas necessitassem de gente gabaritada. “Essa situação fez com que os recursos empresariais fossem melhor administrados, papel do administradores, advindo daí o sucesso na carreira”, elenca.

O coordenador explica ainda que, quem desejar estudar administração, enfrentará desafios que exigem muito dinamismo, já que o curso possui essa característica. “A área da administração é abrangente e, durante o curso, o aluno vai se identificando com determinada área do conhecimento administrativo, focando seu estudo e o Trabalho final nessa área, o que faz com que o alcance sucesso e ótimas colocações no mercado de trabalho ou como empreendedor”, enaltece.

Empregos e carreira

O que atrai milhares de pessoas ao curso, segundo o profissional, é que “para o administrador sempre há oportunidades”. “Nas crises, o papel do administrador é preponderante, uma vez que a necessidade de controle de qualidade e custos aumenta em função do mercado ofertante. O problema, atualmente, é que com a crise muitas empresas fecharam, saíram do mercado brasileiro ou diminuíram de tamanho, o que provocou uma oferta de profissionais maior que a demanda”, acrescenta.

Porém, ele deixa uma dica interessante, que tem tudo a ver com os caminhos da graduação. “Os melhores alunos são os que serão chamados primeiro. Para o recém-formado, é de muita importância o ‘trabalho final’, pois pode servir de portfólio”, indica. Segundo ele, atualmente a oferta de profissionais é maior que a procura, mas isso não deve assustar o futuro administrador.  Ele deve ter garra e buscar ir além. “as empresas têm uma grande oportunidade de escolha, para tanto, é necessário criar os diferenciais: formação em escola de boa reputação e reconhecida no mercado, ótimas notas ao longo do curso, ética e moral. Absolutamente nada de preconceitos. Honestidade, isso desde a entrevista”, acredita.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

Terceirizar para comercializar: características da terceirização

Existem duas formas de terceirização em plena operação no Brasil. São elas: a terceirização de serviços e a de produtos. De modo geral, terceirizar algo significa delegar aquela produção a outra empresa, que irá atender com determinado serviço ou produto. A lei de terceirização do trabalho tem sido bastante questionada no Brasil, já que ela vem atrelada à reforma trabalhista proposta pelo governo Temer.

terceirização

Na terceirização do trabalho, os profissionais poderão trabalhar para qualquer empresa sendo contratados por meio de prestadoras de serviço especializadas.

O que muda principalmente na vida de um cidadão que trabalha terceirizado é que eles não têm exatamente os mesmos direitos que os funcionários da empresa que contrata a prestadora de serviço.

Porém, dentre os benefícios apontados pelos especialistas, está a abertura de espaço para o surgimento de mais empresas prestadoras de serviço especializado, ampliando a oferta de oportunidades profissionais.

Já a terceirização de produtos inclui buscar um produto “de fora” para abastecer sua empresa, e já vem sendo amplamente aplicada no Brasil. Essa prática é extremamente benéfica para alguns perfis de empresas.

Um exemplo é a terceirização de alimentos, que busca seus produtos em uma empresa especializada, causando alguns efeitos, como reduzir despesas e racionalizar atividades e processos e reduzir custos de mão-de-obra, pois os fornecedores externos de produtos alimentícios vão suprir a empresa com custos menores.

Nesse caso, a empresa contacta um fornecedor que se encarrega de estudar sobre aquele produto (alimentos, no caso), desenvolvê-lo, e passa a fornecê-lo de forma completa.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

O que um administrador público faz? Saiba mais sobre essa carreira

O curso de administração carrega o estigma de ser uma das graduações mais fáceis ou a que as pessoas escolhem quando não sabem que profissão seguir. Os números não mentem, segundo o Censo da Educação Superior divulgado em maio pelo Ministério da Educação (MEC), o curso de administração está em primeiro lugar nas escolhas dos brasileiros, representando 11,9% das matrículas.

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 E nos dias de hoje onde as pessoas vão para pesquisar sobre o curso que pretendem fazer? Para a internet, é claro. E como lá é um ambiente guiado por números, não é difícil descobrir qual o assunto mais procurado. E a administração dispara na frente mais uma vez, segundo o Google Trends, uma ferramenta que mostra o volume de buscas de determinada palavra, o termo ‘administração pública’ ocupa o segundo lugar no ranking dos termos relacionados a administração mais procurados dentro do site de buscas.

Este segmento está diretamente ligado com a administração em si, pois no curso são ensinadas técnicas que devem ser aplicadas de acordo com a empresa onde a pessoa atua. É o que explica Paulo do Valle, ex conselheiro do CRA/MS e professor da Universidade Católica Dom Bosco, “O curso têm por vocação, formar profissionais que, em tese, podem atuar em diversas áreas do conhecimento com foco na gestão. Quando um profissional é contratado por uma empresa, o mesmo deve adaptar suas habilidades conceituais a necessidade da empresa, pois teve a oportunidade de conhecer áreas de gestão na formação” diz.

O principal campo de trabalho de um administrador público são os órgãos federais, municipais ou estaduais, ministérios, secretarias e concessionários de serviços públicos. Atuando em áreas como saúde, educação, habitação, cultura e assistência social. Dentro dessas áreas, o profissional pode atuar de diversas maneiras, tais como:

Consultoria pública: Planeja ações institucionais que podem reduzir os custos administrativos, ampliando assim a abrangência e os benefícios das políticas públicas.

Empresas de terceiro setor: São aquelas sem fins lucrativos onde, o administrador público, pode implementar programas e projetos, além de planejar licitações públicas e intermediar o contato entre a empresa de terceiro setor e o Estado.

Empresas privadas: Nelas o administrador atua na prestação de serviço para órgãos governamentais, realizando atividades que integram a iniciativa privada e o poder público, em projetos de gestão ou programas de responsabilidade social.

Gestão de políticas públicas: Estabelece diretrizes para programas e encaminha para os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, soluções para problemas sociais nas áreas de educação, saúde, assistência social, etc.

Política: Pode ser assessor de deputados estaduais e federais, senadores, vereadores, prefeitos e governadores, atuando em gabinetes oficiais e auxiliando-os na elaboração de política públicas.

Serviço Público: Administra os setores orçamentários e contábeis dos órgãos públicos, além de realizar licitações e contratos administrativos e gerenciar a ligação entre órgãos públicos e privados.

Para ingressar em uma carreira dentro do setor público, ou seja, trabalhando diretamente no governo existem duas maneiras: por meio de concurso público ou ocupando cargos de confiança. Com relação aos concursos, a prova atesta os conhecimentos teóricos e não a prática ou experiência na área que o profissional têm, o que pode se tornar um problema com o passar do tempo. O lado positivo, é que o concurso traz consigo uma estabilidade financeira.

O outro caso, em que o profissional é indicado para ocupar algum cargo de confiança também pode gerar problemas, como por exemplo um indivíduo ser nomeado para trabalhar com finanças sem nunca ter atuado na área.

Outra maneira de seguir a carreira é trabalhando em empresas privadas mas que prestam serviço ao governo, o chamado segmento do terceiro setor. Neste caso a forma de contratação não é por concurso público, o candidato deve mandar seu currículo e aguardar o contato para uma entrevista.

Apesar de ser uma área tão abrangente, o professor Paulo do Valle alerta para uma escassez de profissionais no mercado “A falta de conhecimento, que neste caso depende mais do profissional, faz a gestão pública contratar agentes sem qualificação, tornando o serviço encontrado na maioria dos órgãos públicos o que ele é hoje” comenta. A opinião do professor é comprovada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que aponta que dos 5.570 municípios existentes no país, cerca de metade não possui um administrador público nos quadros administrativos das prefeituras.

Além do curso de administração, que capacita o profissional para trabalhar no setor público, existe o bacharelado em administração pública, os dois cursos possuem muitas disciplinas em comum, como economia e estatística e administração financeira. Ambos têm duração de quatro anos.

Tomada a decisão de seguir nessa área, é preciso dedicação e foco, o professor Paulo também aconselha “Não deve-se ter medo. É essencial compreender como a empresa pública funciona, da mesma forma que as demais empresas privadas que também possuem seus modelos de gestão. Atente-se apenas para o fato de que a empresa pública é regida por leis e isso é crucial para desempenhar bem o trabalho” finaliza.

Post escrito por: Jacqueline Gonçalo

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